A menina que matava caracóis

Filosofias úteis, inúteis e outras coisas que você pode não precisar.

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Noite no cinema

Foi basicamente isso a minha noite. 😉

Só explicando uma coisa: essa tirinha vale um post, por isso não está na página de tirinhas. 😉 E, sim, eu chorei na primeira vez que apareceu a pedra do Rei… E no resto do filme também… Aliás, choramos – sister estava junto. ><

Beijinhos,

Letii

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Cobertor

 

Acho tão engraçado ver as diferenças entre os pais. Vejam bem: papai e mamãe estão juntos há quase trinta anos (contando desde o começo do namoro) e ainda têm suas divergências. Minha mãe, quando eu e minha irmã éramos pequenas, tinha o costume de ir nos cobrir à noite. Deitávamos em nossas camas, ela pegava as cobertas e as lançava no ar para – logo após – deixá-la cair como uma folha sulfite e alcançar as superfícies de nossos pequenos corpos. De cabo a rabo, o edredom nos aquecia. De cabo a rabo mesmo: ele era tão grande em relação a nós que nos tampava o rosto. Mas mamãe se aproximava e dobrava a borda da coberta, dava um beijo de boa noite e ia embora. 🙂

Porém, outras vezes, quem nos cobria era papai. Ele fazia a mesma coisa: lançava-as no ar, deixava-as cair. E, ansiosas, ficávamos esperando aquela seção do tecido ser retirada de cima de nossos olhos e boca! Todas felizes e contentes! E papai ia embora e deixava a coberta na nossa cara. 😀 Que meigo.

Umbigo

FRACACA

Aluno: É… Professora, você escreveu “fracaca”.

Professora: Ah. Tá bom, obrigada.

FRACAÇO

Aluno: Professora! Você escreveu “fracasso” com cêcedilha!

Professora: Meu pai amado! Ai, gentte, desculpa! Não estou muito bem hoje!

FRACASSA

Aluno: É… Fracassa.

Professora: Ai, caramba!

Hehe. Eu ri. 😀 Não aconteceu comigo, foi na classe da minha irmã. Deve ter sido demais. LOL Bem, outra coisa que me aconteceu hoje foi um ataque de risos à mesa do almoço.

Mamãe: Porque eu estava vendo o programa do Jamie Oliver e ele fez um robalo que, huuuuuuuum, tinha isso, isso e aquilo e funcho.

Eu: O que que é funcho?

Sister: Funcho é o que eu tiro do meu umbigo!

Bom para os leigos como eu, funcho é… Isso daqui. (desculpa, deu preguiç a de escrever)

Ok, por hoje é só, caros leitores. 😀

Beijinhos,

Letii

Ilustríssimas

 

Eu: Lá, vamo experimentar o bolo?

Lá: Vamo.

*as duas pega um pedaço de bolo cada uma*

Lá: HUEAHUAE. Bolo barata! Sabe por quê?

Eu: Porquê?

Lá: Crocante por fora e molinho por dentro. G_G

*as duas comem*

Lá: Eca, Letícia! Parece chiclete!

Eu: Aaah… Pelo menos ele tá bonitinho…

Lá: Bonitinho?! HÁ! Eu vou rir na sua cara!

O bolo ficou ótimo uma porcaria. U_U

Ok, mas mudemos de assunto. Estou na Bárbara, queridos leitores! E é claro que haveria uma participação de minha ilustríssima (estou com uma mania de falar essa palavra) melhor amiga! O que, obviamente, será escrito aqui depois que ela sair do banho. U_U (sim, eu roubei o computador dela por alguns minutos) Pra falar a verdade, eu não sei exatamente o que ela está fazendo lá no banheiro – porque o chuveiro já desligou há um tempinho e ela não saiu. ‘-‘ Não pensem besteira. Ok, podem pensar. (como se eu mandasse muito em vocês. -.-º)

E que tal aproveitar esse tempo para discorrer sobre coisas inúteis? (tepo esgotado, ela saiu do banheiro… mas a gente enrola ela). Ok, estávamos eu e Bá aqui no quarto, falando sobre pessoas e eu – em minha ilustríssima tpm – reclamando sobre tudo e todos. Acontece, meus amigos, que não sou uma pessoa tão delicada quanto sou no blog. Sendo bem sincera, eu falo muito palavrão e venho até tentado parar com isso. Só dou uma moderada no blog porque são textos que eu prefiro que sejam bonitinhos. 😀 Voltando ao assunto, eu estava a reclamar de Deus e o mundo e fui dizer “você pode dar o cú por ela que ela não muda!” – com essas exatas palavras. Porém, contudo, todavia, a casa da Bárbara é LARGA e ALTA, o que causa muito ECO. E eu, na minha essência italiana, falo be alto, sabe? Pois é, eu gritei “dar o cú!” e a mãe da Bá entrou no quarto. Foi maravilhoso. *-*

Outra coisa que acaba de acontecer é: a droga da tecla m da Bárbara não pega. Sim, meus amigos, eu copiei e colei todos os m’s deste texto. Aliás, não consegui usar um m maiúsculo porque o maiúsculo que eu consegui copiar ficava desproporcional ao taanho do texto do blog. Comentando isso com o Flá, ele me manda um m do tamanho do mundo (ou, segundo a Bárbara, de um e-lefante). Considerando que Bárbara tenha visto o “m-lefante”, pude ouvir o costumeiro comentário desnecessário, triste e engraçado (ou quase) de dita cuja:

Bá: Ooolha! É um emão! HUEAHUEHUEA. É o marido da ema, só que grandão!

Não me perguntem porque insisti e passar a noite aqui. G_G (a verdade é que eu amo essa menina)

Agora, o primeiro acontecimento do gênero que houve hoje foi: eu e Bá tomando café da tarde. Eu contando sobre vídeos que eu vi que retratavam jogos de improvisação. O problema era: o tema do jogo então sendo comentado era papel higiênico e, consequentemente, cocô. Fezes. Excretos sólidos. E comecei a falar extremamente empolgada, até que me lembrei que tinha cocô no meio. E a Bárbara comendo.

Eu: Aí, Bá, aconteceu não sei o que e *susto* … *pausa dramática*  *falando séria* Posso falar de merda?

 Bá: HUEAHUAEHUAHUAE.

Eu: Ah, eu posso, né? Você não liga. U_U

É verdade. Ela não liga, fae sobre cocô, urina, vômito, qualquer coisa enquanto ela está comendo e está tudo bem. B)

Okay, Bárbara escreverá agora.

 

ESPAÇO PARA A BÁ ENCHER LINGUIÇA E O SACO DE TODOS OS LEITORES ESCREVER

Oi gente, beleza? É a Baah, a mesma da entrevista, vocês já devem saber. Quem quiser da uma olhadinha, que é bem legal, modéstia à parte, hehehe 😉

Então gente, o que tenho a dizer hoje é que estou muuuito feliz. Se vocês olharem o meu blog, quase sempre verão essa frase estampada no início dos posts. Não, não sou feliz sempre, não. É que – sabe-se lá por que – a maioria dos dias que posto no blog estou feliz por algum motivo.

Pois bem, hoje eu to por que comecei a ler um livro incrível (Conversando com Deus, acreditem: super divertido e irreverente! 😀 recomendo), porque caí no meio do meu treino de marcha (pra quem não sabe, eu tive paralisia cerebral, ando ainda com apois e tou treinando pra tirar), entortei a bengala sei lá como, quase morri engasgada com o todynho pq a Le me fez rir, e tenho que aguentar essa pessoinha aqui até amanhã de manhã… Ô vida duuura!

hahhahaahaha

 

aa gente, eu queria escrever bem mais, mas me perdoem, tou cansada e acho que o post já deve tar grande demaaais.

Beijos,

Baah*

ACABOU O ESPAÇO PARA A BÁ BLÁ BLÁ BLÁ ESCREVER

Pois, bem. Agora, nos vamos. Temos ilustríssmas tarefas importantes a fazer (leia-se comer bolachas de banana com canela, perder tempo com qualquer outra coisa e dormir). U_U

Beijinhos,

Letii (e Bá)

Grama na camiseta

Porque a minha delicadeza com as crianças é simplesmente in-crí-vel. Fui acampar esse fim de semana e nos dividimos em grupos (patrulhões) com lobinhos (crianças de seis até dez anos de idade), escoteiros (dos onze aos catorze), sêniores (dos quinze aos dezessete) e pioneiros (dos dezoito aos vinte um). Ok, os mais velhos comandam o grupo. O problema é que os lobinhos do meu patrulhão tinham formigas saúvas comendo as suas bundas não paravam quietos e já estavam me torrando a paciência. Enquanto eu, minha irmã, uma guia (feminino de sênior) e uma pioneira tentávamos decidir o nome do patrulhão, um dos lobinhos pegava tufos de grama e jogava no lobinho ao lado. Mandava parar e nada. Mandava parar e nada. Mandava parar e…

– OLHA AQUI, LOBINHO! SE VOCÊ NÃO PARAR COM ESSE JOGA-JOGA, VOU ENFIAR TODA ESSA GRAMA DENTRO DA SUA CAMISETA!

A delicadeza de um urso faminto no meio da piracema. *-* Ah, sim. Também teve uma hora que eu disse que faria os lobinhos engolirem toda a grama do chão. 😀 Não queiram estar no meu patrulhão. Nem se você for lobinho nem escoteiro nem droga nenhuma que bagunce e seja inconveniente (porque não tenho paciência para seres bagunceiros e inconvenientes). Senão, eu jogo grama na camiseta de vocês. G_G

10 things you should know about me

Hey! Que tal brincar de corrente dos vlogers? Não sei se sabem mas, os vlogers tem uma coisa chamada Cinco coisas que vocês não sabem sobre… Pois bem. Meu deu vontade de fazer um desses. Mas, como eu acho cinco muito pouco,vou mudar para dez. G_G Então, sejam bem vindos ao Dez coisas que vocês não sabem sobre Leti!

Número 1:
Q
uando pequena, eu tinha a mania idiota de achar super-ultrs-blaster-master legal quebrar algum osso do corpo. Estava sempre querendo quebrar o braço ou a perna, mas o máximo que consegui foi torcer o tornozelo no Parque da Mônica. G_G

Número 2:
U
m dos meus tímpanos é perfurado. Quando eu era criança, tive uma otite muito forte que acabou pefurando-o e agora eu ouço menos em um ouvido que em outro.

Número 3:
E
u só uso o telefone/celular no ouvido direito por causa do item número 2.

Número 4:
A
té uns nove ou dez anos de idade, eu era completamente fanática por Sandy & Júnior. Sabia cantar todas as músicas e enchia o saco dos meus pais em viagens de até quatro horas, porque queria ouvir o cd e – quando terminava de tocar o cd – eu pedia para começar tudo de novo. E além de Sandy & Júnior, eu também curtia Rouge e Broz. (é assim que se escreve, né?)

Número 5:
T
eve uma vez, quando eu era pequena, que eu acreditei tanto, tanto, tanto, tanto que algum dia daria algum jeito de voar que coloquei toda a minha fé e força no chance de um
pidgeotto vir me buscar e eu ir voando à escola.

Número 6:
N
ão gosto/deliro/amo de paixão/fico baixando na Internet, mas curto o som do Justin Bieber, Miley Cyrus, Selena Gomez e Demi Lovato. Acreditem, foi difícil quando descobri isso.Maldito rpeconceito. G_G

Número 7:
E
u costumo cuspir muito quando falo e tenho muita vergonha disso, porque já cuspi no meu namorado, nas minhas melhores amigas, na minha mãe, no meu professor, no meu pai, na minha irmã, entre outros.

Número 8:
T
inha uns doze anos e adorava jogar o videogame do
Historinhas de Dragões, que era um jogo de esconde-esconde em dois tipos de cenários, apenas: na terra e no gelo. G_G

Número 9:
U
ma vez – de tpm – eu chorei de soluçar porque achei que tivesse reais sentimentor de amor por um vestido que mamãe não deixou usar.

Número 10:
S
e um dia você me vir falando sozinha na rua, provavelmente eu estarei atuando alguma parte de alguma história minha. De verdade? Adoro fazer isso. Mas eu não falo alto nem nada: falo baixinho e tentando nem mexer a boca. Mas às vezes percebe-se. G_G Ok, agora entendi um dos motivos para me acharem estranha. Me desculpem. -.-º

Beijinhos,

Letii

Post nojento

 

Ok, let’s confess: todo mundo tem segredos obscuros. Principalmente quando trata de necessidades fisiológicas sólidas, ou seja, fezes. Ora, vamos lá: não tenha nojo, já deve ter acontecido tanta coisa em relação à isso com você que não há razão para sentir náuseas. Eu, por exemplo, tinha um sério problema – quando pequena –  em usar o banheiro para fazer cocô… Eu tinha medo. -.-º Então, eu enrolava e ficava uma semana inteira segurando o bendito, achando que ele ia desistir de sair – mas mamãe vinha e falava que, se eu segurasse muito, o cocô ia sair pelo meu umbigo. G_G E, com medo de que aquela massa marrom saísse pelo umbigo e sujasse a minha camiseta, eu fazia cocô segurando a camiseta com o queixo. Ah, é mesmo! Quase me esqueci: acho que sou uma das únicas pessoas que já defecou em todas as posições possíveis para defecar. Já fiz na tradicional sentada no trono, segurando os joelhos e com os pés em cima da tábua, com a cara enfiada nos joelhos, em pé e até de ponta cabeça! Eu era pequenininha e dei um jeito de virar, no berço, e fiz cocô na quina da parede. Ele ficou amassadinho. G_G Pois é.

É incrível como assuntos de banheiro sempre são bizarros. Hoje, eu fui correndo pro banheiro de uma padaria a fim de satisfazer minhas necessidades líquidas. Logo que cheguei, pude avistar umas plaquinha dessas “Jogue o papel higiênico no lixo. Dê descarga após utilizar o vaso sanitário. Lembre-se, depois de você, outras pessoas usarão o banheiro.”. O primeiro tópico dizia: não urine no chão. Lido, comecei a rir sem parar – enquanto fazia xixi – e pensei: “Meu Deus, tem que ser muito besta, muito descoordenado e seriamente idiota para urinar no chão!”. Terminado o meu serviço, me limpei e – ao virar para lavar as mãos – descobri que tinha repsingado no chão. .-. Nunca mais xingo ninguém de besta, descoordenado ou idiota.

Beijinhos,

Letii

P.s.: cinco mil visitas mês passado! Esqueci de dizer. -.-º

O pé de moleque

Porque mulher de tpm é tão chato? Pô, estou brava, estou carente, estou irritada e tudo contra a minha vontade! Posso dizer todos os motivos para eu não estar assim, mas isso não me convence. Que droga. Ah, mas aconteceu uma coisa engraçada esse fim de semana: estavámos eu e minha irmã em um sítio e resolvemos fazer uma encenação da primeira atuação da GaGa com a Beyoncé, na caminhonete, em Telephone – que, aliás, é meu vídeoclipe favoritaço.

Agora, se você não viu a primeira cena das duas, veja. Acredite: você vai precisar. Se não quiser esperar até a cena, ao menos veja do 4:45 ao 5:08. A não ser que você já tenha visto em outro lugar e lembre de todos os detalhes. Ai, o que você ainda está fazendo aqui: independentemente de ter visto ou não, veja porque esse é o clipe mais legal que existe! Ok, agora você já deve ter visto, então: sabe aquela coisa que a Honey B morde e depois dá pra GaGa morder (e ela quase não solta mais)? Bem, como não tínhamos disso, o substituímos por um pé de moleque gigante. G_G Muito bem, estávamoslá: minha irmã de Beyoncé e eu de GaGa. Ela deu uma mordida. Eu dei uma mordida (e quanse não soltei mais). E uma ficou olhando pra cara da outra com aquele pé de moleque grotesco nas mãos da minha irmã.

Vai, caramba! Joga logo! – Eu gritei. E minha irmã jogou um pé de molecão quase inteiro pela janela. -.-º – Porque você fez isso, Cristo?!

Ué, você mandou jogar logo!

Mas era pra fingir!

E lá se foi o pé de moleque. Apodrecendo na grama, sem ninguém com coragem de pegar e jogar no lixo.

Beijinhos,

Letii

Uma criança

Cheguei à conclusão de que ainda sou uma criança. São quase duas horas da manhã e eu estou segurando o xixi, comendo sobras de macarrão (que eu esquentei duas vezes no micro-ondas, mas continuou frio), limpei a boca na manga do pijama, limpei [sem perceber] o nariz na manga do pijama e derrubei macarrão na mesa. Estou soluçando porque comi rápido demais, meu pijama é colorido e cheio de menininhas cozinhando. Mamãe mandou usar regata porque está frio e tem que proteger o peito, meu olho está coçando proque estou com sono, acho que estou usando meias maiores que meus pés, estou cheia de machucados, com preguiça de ir escovar os dentes e dar um jeito nesse cabelo. Quero ir dormir com a minha mãe e fiquei dando risada porque minha amiga falou que estava soltando muito pum. Me diverti achando que mirtilo parece nome antigo de mulher e fiquei com vontade de chamar alguma idosa por esse nome. Descoordenada, falta de senso de saúde e de higiene pessoal, trajes infantis e regata porque mamãe mandou, sem capacidade de ficar acordada até muito tarde, usando roupas maiores que as devidas e rindo de puns.Eu sou uma criança.

Objetos

Um dos meus maiores dilemas começou quando me ensinaram a jogar stop. Preenchia tudo, mas quando chegava em objeto… “Letícia, navio não é objeto!”. Porque não? Porque não dava para pegar. Tudo bem, segui minha carreira no stop quase no bem-bom, porque sempre enroscava naquela maldita categoria. Até um dia que colocaram “navio” como objeto. Então, eu – toda pomposa por corrigir alguém – expliquei que navio não era objeto. E qual não foi a minha surpresa? “É claro que é objeto: dá para tocar, então é objeto.”. Caramba, e agora? Não é objeto porque não dá para pegar, mas é porque dá para tocar. Como é que eu faço? Pois bem, passei outros longos e corridos anos sem saber a definição exata do que é um objeto. Até hoje. Perguntei ao meu professor, que procurou no dicionário e respondeu: “Objeto é tudo aquilo que pode ser visto ou sentido. É claro que navio é objeto: se não fosse, porque o OVNI é – que também é um meio de transporte – é um Objeto Voador Não Identificado? E pior: porque o navio, que eu vejo com mais frequência não é e o OVNI, que eu nunca vi, é?”. Então está aí. Pratos limpos sobre a mesa: navio é objeto, sim! Bando de trapaceiros. ¬¬°

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