A menina que matava caracóis

Filosofias úteis, inúteis e outras coisas que você pode não precisar.

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Edição Especial – Invasões (ou pequenos depoimentos)

Não achei imagem que tivesse a ver com o post, então coloquei um gatinho mesmo. *-*

Como eu não sabia o que escrever, mas precisava postar pra não desatualizar o blog, aproveitei que estou cercada de gente legal e resolvi fazer uma Edição Especial – Invasões. Algumas delas fui eu quem digitou, mas eles que me disseram o que queriam falar. Divitam-se!

Daniel: Hoje o dia ficou muito tenso depois da aula de matemáica. #TENSO
(pra quem não sabe, TODO MUNDO se ferrou bonito na prova de ontem)

João: oi letii sigam @johncavalli
(ok, né. ><)

Rafaela: oi lettie bobinha hahaha a nao tem muito o que fala nesse momento porque leticia ta me enchendo o saco pra escrever algo interessante, mas nao tem nada no momento entao beijos hahaa
(redundância? heauheuahe)

Laura: Eu estou brava porque você desligou o meu computador e agora eu vou desligar o seu!

*tenta desligar o meu*

Eu: Não, Laura!

*pequena luta*

Eu: Laura, saí daqui! *rindo*

Laura: Eu vou sair, mesmo. *rindo*

*ela sai*

(não estou ajudando a minha reputação, maaaaaaaaas)

Gardenal (sim, esse é o sobrenome dele. Eu também dei risada quando soube): Pra você ficar legal, Rafa Gardenal, contra stress e baixo astral, não é o genérico, é o original!
(explicado o porquê do sobrenome)

Extra do Gardenal (o poeminha): Rosas são vermelhas, lagos são azuis, isso nao tem nada a vê, mas eu gosto de vc !
(só não tá pior que o da minha mãe: Subi no pé de couve para ver o meu amor passar. O meu amor passou e eu desci do pé de couve.)

Lucas: Depois dessa ^ não tenho nada a declarar………………………..

brinks, só deixo uma DICA : Quanto mais perigoso e proibido, melhor, né léti?
(eu e Lucas temos um caso #NOT)

P.s.: Por enquanto, é só. Não estou em casa, então quando chegar coloco a imagem e atualizo em todas as redes. Mas, antes, mais um extra do Gardenal (ninguém aguenta mais ele ><): Completando a citação do meu amigo Lucas: ” Quanto mais perigoso for o perigo, mais perigoso será!”. -> Típico momento MAS QUE MERDA?!

P.s.s.: Coloquei! 😀

P.s.s.s.: Só pra constar, o Gardenal é um paga-pau e roubou a propaganda farmacêutica do tio dele. U_U Segundo o Rafa, foi uma frase roubada do Ilustríssimo Senhor Marcos Gardenal ! Gardenal, seu bobo, não se faz isso, queime no inferno.

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Edição Especial – Futuro assustador

Enquanto meus pais dormiam, eu e minha irmã conversávamos na cozinha e chagamos à seguinte conclusão: o futuro é de assustar. Se assustou a nós, assustará a você também (caso tenha de catorze à dezoito anos, mais ou menos). Dê só uma olhada:

E agora os dois mais assustadores:

É, gente… Assusta mesmo, não? O futuro será avassalador devastador. :/

Edição Especial – Desafio aceito

Gente, quero fazer uma coisa: há um bom tempo que vejo o painel do blog marcando o dia 17 de maio de 2010 como o mais movimentado desde a criação do blog. E toda vez que releio essa informação me bate um desejo louco de superá-la! Pois, bem. Lanço-lhes, então, um desafio: vamos quebrar esse recorde. Posto hoje, mas o post vale para amanhã também. Chame todos os seus amigos, parentes, irmãos, primos, namroados, empregadas, carteiros, lixeiros, eletricistas e mais qualquer coisa capaz de dar um clique no mouse! Não precisa nem ler os textos (mas eu ficaria feliz se o fizessem 🙂 ), basta clicar e a visita está contada. Ah, é mesmo. Só pra constar: para os não-blogueiros, as minhas visitas no meu próprio blog não caem nos cálculos do servidor, então preciso de ajuda mesmo. 😉 Precisamos ultrapassar 382 visitas diárias. Avisarei aqui quando alcançarmos nosso objetivo, está bem? Vou divulgar o quanto puder. Deixarei abaixo um registro de visitas. Tentarei mantê-lo atualizado de hora em hora; mesmo assim, farei-o sempre que possível. ;D

Beijinhos,

Letii

REGISTRO NUMÉRICO DE VISITAS

14:41  –  81 visitas
15:02 –  90 visitas

16:27  –  113 visitas
17:59  –  125 visitas
18:18  –  127 visitas
18:47 – 132 visitas
20:27 – 143 visitas

Edição Especial – Redação 02

Após ler uma das redações selecionadas como uma das melhores do vestibular de 2003 da Unicamp, tomei a liberdade de postá-lo aqui no blog! A narrativa é de autoria do Marcos de Campos Visnadi. Para melhor compreensão dos leitores, explicarei a proposta, ok? Tudo o que está aí é oriundo do livro Vestibular Unicamp – Redações 2003, da Editora Unicamp. Ah, claro: e foi transcrito exatamente como apresentado no livro. 🙂 Façam bom proveito.

Obs. pessoal: Foi a narrativa mais LOUCA que eu já li na minha vida! Parabéns, Marcos!

PROPOSTA

No século XXII, um cientista resolve criar “o homem perfeito”. Para tanto, desenvolve um “acelerador genético”, capaz de realizar em pouco tempo um processo que supostamente duraria milênios. Aplica o engenhjo a um pequeno número de cobaias humanas, que, à idade propícia, são inseridas na sociedade, para cumprirem seu “destino”. Dessas cobaias, uma suicidou-se, outra tornou-se um criminoso, outra, presidente da república. A quarta é você, a quem cabe atestar o êxito ou o fracasso do experimento.

 

REDAÇÃO 02
Marcos de Campos Visnadi

Xurumbregoso

 Ó, é o seguinte: ninguém merece essa vida. O bofe vem com uns papos de “sociedade evoluída” e o escambau e dá no que dá: um é mais pior que o outro! Depois que o Alfredo III foi eleito com unanimidade de votos cá em Nova Pangéia do Oeste foi que eu percebi que não havia mais esperanças para os experimentos do velho Tadeu; mas como se pode esperar que seres como nós, que passaram a primeira vida toda tomando injeções semanais, sejam perfeitos?

Nós fomos soltos no dia (13/05) em que completamos 18 anos. Idade estratégica: cidadãos completos, poderíamos comprar pornografia e bebida alcóolica sem problemas. Alfredo II tropeçou em frente a uma biblioteca e, depois que ele começou a nos contar, descobrimos por que nunca nos deixaram ler Clarice Lispector no laboratório de Tadeu: denso e espiral, A2 caiu dentro de si numa angústia sem fim, cada vez mais hard. Entrou numas machadianas, Dostoievs, Manuel Bandeira e não deu outra: encontraram-no na piscina de seu apartamento com uma cópia do Tabacaria do Álvaro de Campos atravessada na garganta e a artéria ejaculando freneticamente o seu sangue fosforescente até a última gota.

Às vezes eu acho que sei onde o Tatá errou: ele deveria de ter acompanhado-nos de perto após a nossa soltura, e não deixado todo o serviço para sua sexagenária secretária ninfomaníaca para ir se embebedar em Barcelona. O Alfredo IV que o diga! Viciou no sexo bizarro, uma vez sem aorientação do Doutor, e terminou preso em flagrante pela Nova Polícia ao violentar galinhas gigantes numa granja transgênica alhures. Coitado… esse sim teve um fim triste. Foi capado e depois sufocado com seu próprio genital. Pena pra quem estupra. Ficou sem galinha e sem pinto, o pobre A4.

Eu, da minha vida, quando lembro meus companheiros, queixar-me não posso. Vivo até que bem com os trezentos reais pink semanais que a vida de michê-fashion me proporciona. Tenho cá os meus contratempos (a NP, o sindicato, um ou outro cliente violento), mas mil vezes os meus pepinos que os do A3, que tem que controlar os ânimos da NPO, com seus separatismos e epidemias de DSTês. Não que ele não receba propina suficiente para isso. Recebe até por demais! Acho que de nós quatro foi quem se deu melhor. Mas não o invejo, que eu também estou joinha. Superfashion.

Tipo assim: vendo agora, pensando bem, eu tenho dó é do Tatá. Ele sonhava fazer um superbem enorme pra toda a humanidade mas não conseguiu.

Se me perguntarem (perguntam?) eu digo que o problema dessa papagaiada toda está logo na raiz do experimento. Ele queria melhorar o homem, mas o homem não melhora! Não mais. Ele é isso e pronto.

Talvez a perfeição do homem implique justamente (e principalmente) nos seus muitos defeitos, nas duas neuras, nos seus desvios, na sua corrupção.

Sei lá!, que sei eu?, pensar cansa. Vai ver não é nada disso. Vai ver o problema é o homem.

O Tadeu que faça a experiência com mulheres da próxima vez. Aí sim…

Obs.: Isso me lembrou uma coisa.

Edição Especial – Orgasmo feminino

O negócio é o seguinte: pensei, pensei, pensei e cheguei a um resultado. Não sei se perceberam, as Edições Especiais são ou sobre transtornos e doenças ou sobre sexo. Estava para fazer um sobre transtornos de personalidade, mas perdi o estímulo. :/ Ou seja… Nos resta o SEXO! Pois é, um assunto sobre o qual eu adoro falar. O problema é: sexo tem uma gama incomensurável de temas a serem abordados. Então estava eu, deitada na cama, na página de sexo da Wikipedia. “Sobre o que eu vou falar…”, eu pensava ao observar a tabela de artigos sobre sexo. “Hum, incesto? Não. Hum… Não… Isso não… Orgasmo feminimo?! Uhuuuul, é isso aí!”. E aqui está: sejam bem-vindos à Edição Especial – Orgasmo feminino

Em termos técnicos, o orgasmo feminino refere-se ao prazer sexual intenso durante qualquer tipo de estimulação sexual (masturbação, penetração, etc.).  Ele é sentido por meio de intensas contrações rítmicas – principalmente na área da vagina – que duram cerca de 0,8 segundos cada uma e totalizando de 3 a 12 contrações. A sensação de prazer vai aumentando em intensidade até que seja alcançado o clímax (o auge), seguido de relaxamento. O orgasmo se diferencia de mulher para mulher: algumas só o alcançam com preliminares longas/curtas, estímulo do clitóris, entre outros. Mas, infelizmente, outras nunca chegam lá. :S

A ocorrência do orgasmo se dá por causa de uma descargar química de neurotransmissores como a adrenalina e a noradrenalina* (caramba, já éa terceira vez que essas duas aparecem por aqui**), a serotonina e a indoleamina (que eu não descobri o que é. E, sim: eu pesquisei.) A dopamina (precursora natural da adrenalina e da noradrenalina) e a serotonina estimulam a produção das endorfinas (outros neurotransmissores) que, por sua vez, estimulam o prazer. O orgasmo pode ser sentido tanto no clitóris quanto na entrada da uretra, no colo do útero, no ânus ou em todos esses lugares ao mesmo tempo, o que só é possível se Durga estiver transando com você.

Alguns estudiosos acreditam que o orgasmo feminino não serve, simplesmente, para nada – porque, vamos e venhamos, só os homens têm orgasmos com a função de engravidar, consequentemente, se reproduzir. Os cientistas acreditam que isso seja um tipo de resquício da evolução, assim como as mamas masculinas também só servem para colocar piercings e fazer brincadeiras dolorosas e de mau gosto nada.

Nos anos 60, o orgasmo feminino foi divido em algumas etapas: o desejo, a excitação, o orgasmo e os orgasmos múltiplos.

Desejo
O
desejo é o que causa a vontade de sexo na mulher, fazendo-a buscar por isso e aumetando sua vontade. Os principais estimulantes para o desejo são o olfato (devem ser feromônios) e o tato.

Excitação
D
urante a excitação, o corpo responde aos estímulos causados pelo desejo. A vagina produz um muco (sabe aquela gosminha?) que facilita na lubrificação. O fluxo sanguíneo nessa região também aumenta e há a ocorrência da miotonia (contrações involuntárias das fibras musculares). Os seios aumentam de tamanho e há a ereção e a hipersensibilidade dos mamilos. Além de tudo isso, a excitação causa a hiperemia (aumento da circulação do sangue) da face, o aumento da frequência cardíaca e da respiratório. O clitóris aumenta de tamanho e torna-se mais sensível. O ânus, o reto, a bexiga e a uretra também podem apresentar pequenas contrações.

Orgasmo
É
o auge do prazer. Além de todas as contrações anteriormente citadas, o clitóris pode se retrair, a coloração do aparelho genital pode ser modificada e pode haver descontrole muscular corporal. Num momento seguinte, há a possibilidade de a mulher ser novamente estimulada e alcançar outros orgasmos (orgasmos múltiplos), diferente dos homens (que têm que esperar alguns minutos). Um orgasmo feminino dura cerda de 90 a 104 segundos. É isso aí, gente. Quase dois minutos se afogando em prazer. Ser mulher é o que há. B) Durante o orgasmo, a mulher pode soltar gemidos ou gritos (é, eu já vi isso acontecer).

Apesar de já ter colocado um link com uma imagem explicativa sobre o que é o clitóris, achei melhor resumir o que é essa parte do corpo humano tão falada nesta Edição: o clitóris é um órgão do aparelho sexual feminino com uma elevada sensibilidade (cerca de 8 mil fibras nervosas). A maioria das mulheres chega ao orgasmo com a estimulação do clitóris, seja ela por masturbação, sexo oral ou uso de dildos (é tipo um vibrador, só que não vibra) ou vibradores.

Em contrapartida a todos os benefícios do orgasmo feminino, temos as disfunções do mesmo. Não sei se são as únicas – e acredito que não sejam – mas serão ciatadas aqui três.

Anorgasmia
A
anorgasmia é uma disfunção caracterizada pelo ausência total do prazer proporcioando pelo orgasmo. Nessas situações, são apresentados os sinais da excitação e tudo o mais, porém não há o clímax. Pode ser classificada como primária (a mulher nunca teve um orgasmo) ou secundária (ela passa a não ter mais orgasmos durante sua vida sexual). Esse tipo de disfunção tinge 30% das brasileiras.

Vaginismo
É quando há contrações involuntárias nos músculos vaginais, o que dificulta a penetração. Tal disfunção é associada a transtornos psicológicos sofridos pela mulher.

Síndrome da excitação persistente
A
Síndrome da excitação persistente ocorre quando não há controle sobre a excitação e os orgasmos. A mulher passa a ficar excitada sem qualquer estímulo sexual (e chega ao orgasmo com isso também). Alguns casos marcam até 200 orgasmos diários, mas também há aqueles que já chegaram a 800.

Já estamos quase no fim. E eu, como ilustríssima curiosa, não podia deixar de abordar o famoso Ponto G num texto sobre orgasmo feminino. Bom, o Ponto G é um ponto na região atrás do osso púbico, perto do canal da uretra e acessível pela parede interna da vagina. Além disso, o Ponto G é uma zona erógena – zonas que, quando estimuladas, conduzem a altos níveis de excitação e também ao orgasmo.

Uma curiosidade é que, segundo o médico D. Scrocher, a prática do sexo ou da masturbação, ao menos uma vez por semana, auxiliam no desenvolvimento do Ponto G e evita doenças de pele/que atacam o coração e diabetes. Para encontrar o Ponto G (região mais rugosa ou ápera que as demais e, em função da excitação, podendo se apresentar dura também) basta fazer como na imagem (pra quem não fala inglês, G spot é o Ponto G).

Para finalizar, uma segunda curiosidade. Sex shops da Inglaterra criaram, informalmente, o Dia Mundial do Orgasmo (sendo este do dia 31 de julho). Achei isso tão engraçado. G_G

Bom, pessoal. Por hoje é só. Comecei a fazer esse post na hora da janta de ontem e só fui terminar às sete e meia da noite de hoje. Precisome abster. Mesmo que, nessa hora, seja de sexo.

*a noradrenalina influencia a alimentação, a ansiedade, o humor e o sono.

**ver Edição Especial – Doenças da mente (Esquizofrenia) e Edição Especial – Anorexia .



***substâncias químicas que, captadas por um animal da mesma espécie, permitem mútuo e sexual dos indivíduos. Em palavras mais simples, são cheirinhos que o nosso corpo exala e, com eles, outros seres humanos percebem a excitação, o medo, etc

Edição especial – Campanha e concurso

Senhoras e senhores de todas as idades, sejam muito bem-vindos à versão 2011 de A menina que matava caracóis! Em primeiro lugar, gostaria de agradecer todas as visitas, indicações e comentário obtidos durante o ano de 2010. Já em segundo lugar, me agradaria apresentar-lhes alguns fatos.

Até maio/2010, a frequência de leitores ao blog aumentou bastante – passando de 1.214, em Janeiro, para 5.055, em Maio. Porém, a partir do quinto mês do ano passado, as visitas sofreram uma brusca queda – passando de 5.055, em Maio, para 679, em Dezembro. Contudo, uma grande surpresa nos esperava nesse começo de ano: o gráfico voltou a aumentar seus números, totalizando nada menos que 91 visitas em dois dias apenas! Aproveitando essa brecha e usando uma ideia tida nos últimos meses de 2010, porponho a vocês uma campanha: Traga mais caracóis a esse jardim! O regulamento é breve: basta divulgar e indicar o blog para amigos, inimigos, parentes, namorados, namorados e ensinar seu papagaio a fazer propaganda quem mais for possível!

Como um incentivo e uma tentativa (porque não sei se dará certo), estou também lançando o concurso Um decorador pro meu blog. Nesse concurso será escolhido um novo background para o blog. É supersimples: cada um interessado em participar deve fazer um novo background e me mandar até o dia 3 de Abril. Neste mesmo dia, todos os trabalhos serão expostos no blog e o vencedor será escolhido por votação do público. Os resultados serão divulgados no dia do aniversário do blog (3 de maio) e a obra vencedora continuará decorando A menina que matava caracóis até o próximo aniversário. A autoria do trabalho será divulgada por meio da colocação do nome do autor abaixo da obra (durante a votação) e por um texto logo acima do tópico Queeeeem? (durante o tempo de utilização como plano de fundo do blog). Se o concurso der certo, perdurará. Por enquanto, está aberto o primeiro concurso Um decorador para o meu blog de A menina que matava caracóis!

Seguem abaixo as condições para que ser trabalho participe do concurso:

1. Não importa quais meios serão utilizados para a confecção do trabalho. Pode ser feito no Paint, em Corel, à mão e scanneado, entre outros;

2. O desenho terá de ser feito em cores, as quais deverão trazer vida ao mesmo;

3. Deverá haver, no mínimo, 1 (um) caracol na obra;

4. É proibido que haja conteúdo maldoso de qualquer gênero no trabalho;

5. A autoria das obras pode ser de uma ou mais pessoas ou grupos;

6. Cada trabalho deverá ser enviado para o email ameninaquematavacaracois@hotmail.com;

7. O envio das obras deverá ser feito até as quinze horas do dia 3 (três) de Abril de 2011.

Dica da autora
E
vite usar cores escuras, para que os textos não se fundam ao background.

Bom, acho que não esqueci de nada. Caso tenham alguma dúvida, perguntem por meio de comentários ou mesmo pelo email (ameninaquematavacaracois@hotmail.com). Irei explicar como será feita a votação somente no dia de início da mesma, ok?

Beijinhos e um enorme obrigada,

Letii

Edição Especial – O baço


Se essa aí for tão curiosa quanto eu, vai acabar se ferrando. G_G

Hoje – um pouco depois de cruzar com meu professor de física e de um bicho vir voando com tudo no meu olho – meu baço começou a doer. Por alguma razão, eu andava num ritmo mais rápido que o normal e, consequentemente, meu baço começou a doer. Lembrei-me, então, de quando era pequena e não tinha o costume de andar. O baço doía muito. :/ Pois, bem. O xis da questão é: estudamos o fígado, os pulmões, o coração, o cérebro, mas ninguém se preocupa em falar do baço. Pra que serve a droga do baço? Bom, nada que paciência e Wikipedia não resolvam (não que eu tenha os dois).

Falando de seres humanos, o baço é um órgão de forma oval e esponjoso que pesa mais ou menos 150 g. Além disso, ele está situado na cavidade abdominal (vulgo: barriga), ao nível da nona costela. Uma de suas faces “faz fronteira” com o diafragma (músculo que separa o peito do abdômen) e outra chamada face visceral, que se limita com o cólon transverso (porção de maior tamanho e mobilidade do intestino grosso), o estômago e o rim esquerdo.

Ele também é o maior dos órgãos linfáticos – obviamente, que fazem parte do sistema linfático. O que não é óbvio (pelo menos para aqueles que não curtem biologia) é o que esse sistema aí faz. Pois o mesmo é responsável pelo armazenamento e controle e transporte da linfa (líquido presente entra as células composto de proteínas, uréia, linfócitos e sais minerais) dos tecidos para o sistema circulatório. Ele também colabora com os glóbulos brancos para a proteção contra bactérias e vírus invasores.

O baço também participa de processos de produção de células sanguíneas (principalmente em crianças) e de destruição de células velhas (como or exemplo, hemácias com mais de 120 dias de vida). Também tem importante  função imunológica de produzir anticorpos e proliferar linfócitos (glóbulos brancos) ativos, protegendo contra certas infecções. Ah, e ele também é ricamewnte vascularizado.

É um órgão extremamente frágil e muito suscetível à ruptura em casos de trauma (ferida provocada em um organismo), eplenomegalia (aumento do volume do baço) ou hipertensão portal (aumento da pressão na veia porta – veia que drena sangue do sistema digestivo e suas glândulas associadas e filiais. Seu rompimento pode causar hemorragia intraperitonial intensa – que, creio eu, deve ser aquela que ocorre dentro do peritônio, que é uma membrana que cobre as paredes abdominais e a superfície inferior do diafragma e se reflete em vários pontos sobre as vísceras, fazendo a cobertura completa de alguns órgãos, como o estômago e intestinos e incompleta paar outros, como a bexiga e o intestino reto – e choque; também pode ocorrer durante um ato cirúrgico. Quando o sangramento não cessa, há a retirada do baço – a esplenectomia – a qual determina redução na capacidade de defesa contra certas infecções. Contudo, o baço não tem muitas funções na idade adulta, logo, sua retirada não acarreta nenhum transtorno à vida da pessoa.

Ok, tivemos todas essas informações que ninguém nos passa na escola e blá, blá, blá. Mas, agora, a pergunta que não quer calar: porque o baço dói quando andamos muito rápido? Pois eu vou ao Yahoo! Respostas, mas não sei se vou encontrar. G_G *procura no Yahoo! Respostas* Então, gente… E não achei. ‘-‘ Mas sou brasileira e nunca desisto! B) Vamos ao Google, então! procureri no Google e adivinha em que página caí? No Yahoo! Respostas. G_G Pois, bem! Vamos lá!

O baço dói quando corremos ou andamos muito rápido porque, quando praticamos tais exercícios, a maior parte do oxigênio vai para os músculos, o coração, o cérebro e o aparelho respiratório. Só que, antes que falte oxigênio para os órgãos anteriormente citados, o corpo te avisa que está gastando mais O2 que absorvendo.

Pois, é… Tanto tempo tomado lendo um artigo sobre um órgão que a gente nunca ouve falar pra, no final, a maldita dorzinha irritante não ter nada a ver com suas funções. Eu amo a minha vida. E minha curiosidade.

P.s.: Meu Deus, que horror! Minha última edição especial foi publicada em dezoito de maio. Credo! Quatro meses inteiros sem edições especiais. Eu, hein. Ô_O

Edição Especial – Entrevista (paralisia cerebral)

Lembram-se da Bárbara? (É claro que lembram, é simplesmente impossível esquecer uma pessoa como ela! ¬¬°). Pois bem, durante o último recreio ela me respondeu algumas perguntas a fim de montar uma edição especial diferente: ao invés de analisar e estudar uma deficiência/doença/distúrbio, vamos saber como é a vivência de alguém nessas condições.

Letii: Há vários graus de paralisia cerebral: qual é o seu e como afeta o seu físico?

Bárbara: A minha paralisia é classificada como diplegia espástica, que é um dos graus mais leves de paralisia. Ela afeta com mais ênfase os membros inferiores e também faz com que os impulsos nervosos nos músculos que relaxam o corpo são mais leves que nos contratores, resultando em desequilíbrio e a falta de uma marcha idêntica a de uma pessoa “normal”. É espástica porque há espasmo – reações involuntárias do sistema nervoso – que contrai ainda mais os músculos do paciente, deixando difícil para ele obter uma coordenação satisfatória do próprio movimento.

L: Qual a causa dessa paralisia?

B: No meu caso, foi prematuridade  (nasci de seis meses). Minha mãe teve uma infecção urinária e eu tive que ser tirada da barriga dela antes do tempo. Os bebês de seis meses não têm pulmões maduros, ou seja, há dificuldade em respirar – por isso, fiquei um minuto sem respirar; precisava o mais rápido possível de uma transfusão sanguínea, mas a equipe médica foi lenta nesse aspecto e causou a lesão cerebral.

L: Rancor?

B: Quando pequena,  eu ficava bem mal – mesmo porque, criança gosta de correr, de brincar e eu não podia. Era obrigada a ficar sentada, observando e isso é triste. Mas – hoje – agradeço, porque é por causa disso que sou quem sou. 🙂

L: Como isso afeta o seu emocional, psicológico e vida prática?

B: Bom, vamos começar pela vida prática, que é o mais perto da realidade: ainda preciso que alguém me dê uma “mãozinha” ou de uma muleta, porque estou em fase de transição (ela faz uma fisioterapia lascada, se é que posso escrever assim num texto como esse). O piso de casa não é e nem pode ser escorregadio; também não tem escada, há adaptações no banheiro (tomo banho sentada, por exemplo) e não faço esportes. No psicológico e emocional, você acaba tendo que pensar muito antes de fazer qualquer movimento, então se eu vou buscar um lanche na cantina e estou de muletas, tenho que colocar a bolsa mais pra trás – pra não atrapalhar – levantar, chegar na cantina, encostar a muleta, pegar o dinheiro, pegaro lanche, guardar o lanche na bolsa, colocar as muletas e voltar. Isso acaba por dar a impressõa de limitação e uma falsa sensação de ser incapaz – quando você não é. E tudo isso se transforma em emoção e sentimento (solidão, baixa auto-estima) caso você não possa detectar e tenha força, coragem e vontade de mudar a história.

L: Quer uma mordida do meu croissant?

B: Não, obrigada.

L: Isso afeta ou afetou a sua auto-estima? Como?

B: Afetou muito. Principalmente na transição da infância para a adolescência, por volta dos treze anos – que é quando penso estarmos mais vulneráveis. Eu me sentia solitária, achava que não podia frequentar os mesmos lugares que os outros, que ninguém me gostaria romanticamente, uma insegurança muito grande e que essa minha época etária não era para ser lembrada com alegria, o que me fez enfiar o pé na jaca muitaz vezez (risos). No sentido de deixar de me respeitar, colocava as outras pessoas num patamar superior e não me assumia. Mas, agora – graças à Deus – consegui reestabelecer boa parte da minha auto-estima. Acho que o processo de queda foi muito construtivo.

L: Quais as maiores dificuldades/desvantagens?

B: Não ter segurança com o próprio corpo e não poder ficar tanto tempo em pé prestando atenção a outra coisa. Só que isso é uma preocupação só minha, por exemplo: se você tem comida todos os dias, não vai se preocupar se está com fome, porque você sabe que vai ter comida quando chegar em casa; mas se você for alguém que passa fome, vai se preocupar. Comigo é a mesma coisa: as outras pessoas não têm que se preocupar com os movimentos que vão fazer, porque é muito natural – para mim não é assim, tão mecânico. Por causa disso, construí uma alma muito alegre e espirituosa, porque quando há uma pessoa que não te conhece, naturalmente, ela tira uma primeira impressão falsa e preciptada e eu me sinto na obrigação de diluí-la, revertê-la com papos e ideias; o que é o contrário com os outros: uma menina menina, vamos supor, é atraente em aparência, mas pode estagar tudo quando abre a boca.

L: Dá um gole do seu juninho?

B: Pode pegar.

L: Quais as maiores facilidades/vantagens?

B: Poder ver o mundo de um jeito único. Ser obrigada a buscar outras coisas (espiritualidade, grande empatia)…

Ana: Ai, para de falar difícil!

B: (risos)

L: Não é ela que fala difícil, você que não sabe falar. (risos)

A: É, acho que é isso mesmo.

L: Então…

B: Bom, você acaba deixando a sua marca, não passa despercebido e ganha muitas mordomias! (risos)

L: Como você acha que as pessoas te vêm?

B: Ninguém nunca passa uma única imagem. Eu acho que tem gente que me vê como batalhadora,  inteligente, interessada, alegre, espirituosa. Há quem veja defeitos existentes (teimosia, intromissão) e outros que pensem coisas equivocadas, o que pode acontecer com todos.

L: E como você queria que elas vissem?

B: A primeira opção da resposta anterior, é claro! (risos)

L: Anteriormente, nós conversamos um pouco sobre a questão da sensualidade e da sexualidade da mulher deficiente: qual o seu ponto de vista sobre isso?

B: (risos e piscadela ;)) Essa é uma das questões mais delicadas! Para qualquer menina e, para as deficientes (pelo menos para mim) se torna ainda mais. Eu acho que, de certa forma, é quase que natural do ser humano – ao visualizar um deficiente – associar à ideia de assexualidade, como se a pessoa não pudesse ser atraente, principalmente pela tendência da mídia de vangloriar os corpos perfeitos. Mas, cabe a  nós mesmas não cair na lábia desse povo sem noção (risos). Eu já me senti bastante desinteressante muitas vezes, e ainda me sinto. Mas faço o possível para reverter a situação. Uma coisa que não abro mão é da hidratação semanal dos cabelos. É um tempo que tenho para mim. Modéstia à parte, [tirando a paralisia] não tenho o que reclamar do meu corpo, estou satisfeita. Mas ainda é complicado tirar conclusões profundas a respeito da sexualidade, porque nunca namorei. Daqui a um tempo, quando encontrar uma pessoa corajosa o bastante para entrar nessa parada (porque, concordem comigo, é preciso ser corajoso, vá?!), poderei falar melhor sobre o assunto.

L: Como isso te fez crescer na vida?

B:  Me fez buscar tudo o que eu não tinha. Foi uma chance que eu tive para crescer. Não só os deficientes, mas creio que todas as minorias recebem uma possibilidade a mais para se tornarem melhores. Não que eu queira ser deficiente – ninguém quer – mas isso me colocou mais perto de Deus e eu agradeço.

L: Você hoje faz coisas que nunca pensou que conseguiria fazer? Quais?

 

B: Sim. No NR, por exemplo, eu achei que não iria curtir como os outros, fiquei insegura e tudo o mais. Mas acabou que eu pulei quase até o final da micareta, fui uma das primeiras da fila (na micareta), fiquei até o fim de quase todas as festas – apesar de ficar cansada por um tempo – andei a cavalo, de pedalinhos… Me surpreendeu! Nunca achei que seria tão bom!

L: Há coisas que você gostaria de fazer e não opde, em função da paralisia? Quais?

B: Tem muita coisa. Eu sempre quis fazer aula de dança, porque a dança me seduziu, sabe? Quando eu era pequena, dizia que queria ser dançarina ou trabalhar no circo. Também tem o teatro, que – mesmo que eu atue – nunca sai do jeito que eu gostaria. E tem o esporte, mas não sou muito ligada nisso.

L: Qual a sua visão do mundo?

B: Muito complicada essa, hein? (risos) Ah, o mundo é maravilhoso! Reconheço que está seriamente deturpado, não tem como negar, mas acho a criaçlão maravilhosa! Creio o objetivo dela fosse ter a Terra como paraíso, onde todo mundo seria feliz. Agradeço todos os dias por estar aqui.

L: O que você espera do mundo?

B: Espero que o mundo perceba o quanto ele se engana com certas posturas. Li isso e acredito piamente que a origem do mal vem do desejo de independência do homem de Deus. Espero que ele possa retornar à Ele e alcalçar a felicidade plena, ainda que isso demore gerações e gerações e gerações.

L: Um recadinho para as pessoas em condições iguais, semelhantes e/ou totalmente diferentes?

B: Começando pelas condições iguais: por favor, me procurem no orkut ou no msn (fofa_babi@hotmail.com). Sempre é muito construtivo conversar com quem está na mesma situação que você, literalmente; eu cresço com isso e ajudo a outra pessoa a crescer. Sobre as situações semelhantes, não cometam o meu maior erro: o de não aceitar a si próprio exatamente como se é, se diminuir, se subestimar. Isso faz com que a gente fuja da nossa essência e acabe perdendo aquele que é o nosso melhor amigo e sempre vai ser: nós mesmos. Até hoje, é minha maior dor. Quanto às situações totalmente diferentes, aconselho que vocês tentem encontrar, em pelo menos uma palavra que eu disse, algo que possa-lhes ser útil. É incrível mas, se você pensar bem, todos passamos por [basicamente] os mesmos dilemas. Observação superimportante: de certa forma, tudo o que eu falei parece clichê. Já li muitas coisas parecidas com tudo isso e senti até mesmo raiva, porque me parecia apenas um discurso vazio ditando o que eu deveria fazer e acreditar. Não queria que a conversa tomasse esse rumo, mas parece inevitável, hoje entendo! (risos)

Pra ser sincera, tinha mais uma pergunta – só pra fazer propaganda do blog (porque eu não sou nem um pouco cara-de-pau… Eu devia é lustrar a cara com Peroba. G_G) – mas isso já está grande demais. Bom, sejam bem vindos à maior edição especial desse blog [por enquanto]. O pior é: marquei tudo isso no meu caderno. E lá se foi o meu caderno de sociologia…

Beijinhos,

Letii

P.s.: aah, mas a Bárbara é linda, né? Olha o sorriso dela, gente! Me apaixono por ela cada vez que dou uma fuçada no orkut! Mas, o que em encanta mais, não é essa beleza, é a pureza, a felicidade, a esperança e o sonho do sorriso e do olhar… É como se ela decidisse sair da realidade e viver a fantasia que todo mundo quer. Como se corresse desesperadamnte por um caminho. Ela está sem fôlego. ela está cansada. Mas tem que correr, para chegar ao seu destino, seu objetivo. Todavia, resolve dar uma parada, curtir a vida, beber um copo d’água e tomar fôlego. Porque ela sabe que amanhã vai ser igual ao momento anterior. (Observa bem a foto da festa de quinze anos – a primeira que aparece)

Edição Especial – Bulimia

Assim como a anorexia, a bulimia é um transtorno alimentar. Contudo, paciente bulímicos não bsucam a magreza. Às vezes, são mulheres com corpos esculturais, lindos, maravilhosos que cuidam dele de forma obsessiva. Bom, acontece que essas mulheres vivem em dieta, mas, de repente, comem uma quantidade imensa de  comida (só faltava elas comeres água. -.-‘) e logo após vão ao banheiro para vomitar e evitar o ganho de peso. Elas também podem tomar laxantes e diuréticos e se exercitarem até caírem [quase] mortas. Ah, no site do Drauzio Varella fala a diferença básica entre a bulimia e a anorexia! A diferença é que o Estadão funciona é o estado de caquexia que chegam os anoréxicos (pra quem não leu o último post, caquexia é um grau extremo de desnutrição).

Os sintomas da bulimia são:

Ingestão exagerada de alimentos em um curto período de tempo, porém não há o aumento correspondente ao peso corporal.

Vômitos auto-induzidos por meio da inversão dos movimentos peristálticos (que são movimentos que empurram o alimento ao longo do canal alimentar, para que ocorra a digestão – só não me perguntem como elas invertem isso aí! ><) ou pela introdução do dedo na garganta

Uso de laxantes e diuréticos indiscriminadamente – ou seja, é muito MUUUUUUUITO Lacto Purga, entenderam?

Dietas bem severas, mas que são interrompidas por uma repentina falta de controle (que é quando a pessoa ingere aquela quantidade enorme de alimentos)

Distúrbios depressivos, de ansiedade, TOC e automutilação

As causas são as mesmas da anorexia. Entre elas, destacam-se a pressão social e familiar, o estereótipo de beleza e a predisposição genética. (não, eu não repeti tudo: as alterações neuroquímicas ficaram de fora. – digo isso porque, da primeira vez que eu li na no site, achei que ele tivesse dito tudo outra vez. -.-‘).

Então, gente, o Drauzio Varella escrever lá no site as mesmas recomendações para bulimia e anorexia. Até aí, tudo bem, tudo ok. Poderiam mesmo ser as mesmas recomendações para ambas as doenças. Acontece que ele escreveu as recomendações se dirigindo à paciente anoréxicos (¬¬’). Mas bem, como são doenças parecidas, tomem cuidado com profissões que exigem um corpo bom (de acordo com os conceitos de hoje), atenção em amigos e familiares, ok?

Há, mas isso eu tenho que copiar e colar, minha gente! Dá só uma olhada: “O tratamento da bulimia nervosa exige o acompanhamento de equipe multidisciplinar composta por médicos, psicólogos, nutricionistas. Medicamentos antidepressivos podem ser úteis, especialmente se ocorrerem distúrbios como depressão e ansiedade. O diagnóstico da doença nem sempre é fácil, porque os sintomas não são evidentes como os da anorexia. Infelizmente, não se conhecem métodos eficazes para prevenir patologias como a bulimia e a anorexia. Seria necessário um empenho da sociedade na mudança de certos valores estéticos ligados ao culto do corpo e à magreza.” (Ok, eu poderia ter copiado e colado só a última parte… Mas daqui a pouco a mamãe vai precisar usar e isso me ajudou em muito – porque, além de atualizar o blog, eu tenho que informar que atualizei em outros lugares, e eu me disperso no caminho… Aí demora mais do que eu esperava. Então isso realmente me ajudou a agilizar o processo. -.-‘)

Ok, estou chata (–>explicando muita coisa) hoje. Me desculpem.

(ai, como ficar chata me cansa. Uó, meu Deus.)

Beijinhos,

Letii

P.s.: Lembram da anorexia? Lembram de tudo o que falei? Pois deem só uma olhada nela na prática: http://strawberrythin.livejournal.com/tag/lactopurga

Edição Especial – Anorexia

Ok, você já deve ter ouvido falar na anorexia. Até onde eu entendi, anorexia e anorexia nervosa é a mesma coisa – *explicando pra quem não sabia*. Contanto, é sempre bom estudar mais o assunto, porque a gente nunca sabe tudo sobre ele. Bom, a anorexia é um distúrbio alimentar onde a pessoa se preocupa em demasia com o peso corporal. Ela se olha no espelho e, por mais raquítica que esteja, se vê gorda. “Mas ela se vê gorda ou se vê normal e acha que está gorda?”. Ela se vê gorda. Digo isso porque essa é uma pergunta que eu sempre fiz pra minha mãe. Em função disso, a pessoa exagera nos exercícios físicos, faz vários jejuns, vomita (bom, tava no site do Drauzio Varella, acho que na bulimia, a pessoa vomita. Mesmo porque, na bulimia – até onde eu sei – a pessoa conserva o peso original, porque come e vomita, come e vomita. Ela estraga os dentes e dá mais uns problemas lá. Depois pesquiso sobre, tá?) e também toma laxantes e diuréticos. (pra quem já ouviu falar e não sabe/nunca ouviu falar e sabe menos ainda, diuréticos são remédios que aumentam a quantidade de xixi). A anorexia é mais comum nas mulheres jovens, mas a quantidade de homens anoréxicos vem aumentado. Às veze,s os pacientes podem chegar raídamente à caquexia, que é um grau extremo da desnutrição e o índice de mortalidade chega atingir de 15% a 20% dos casos (é, parece que eu falei coisa errada pra minha mãe naquele dia. -.-‘ Desculpa, mamãe.)

Os sintomas são:

Perda exagerada de peso em pouco tempo e sem justificativa. Nos casos mais graves, o índice de massa corpórea chega a ser inferior a dezessete!

Recusa participar de refeições em família. A pessoa anoréxica, normalmente, diz que já comeu e não está mais com fome.

Se preocupam em demasia com o valor calórico dos alimentos. Anoréxicos chegam a consumir somente duzentas quilocalorias por dia (sendo que a dieta humana pede duas mil e quinhentas)

Há a interrupção do ciclo menstrual (chamada amenorréia – não sei se ainda tem acento. :/) e a diminuição das características femininas (tipo, os seios devem diminuir, a bunda deve murchar e por aí vai.)

Depressão, síndrome do pânico e transtornos obcessivos-compulsivos – o famoso TOC (sabe o Monk? Então.) –> pra quem viu a imagem e não se tocou/não sabe falar inglês OCD deve ser algo como Obcessive-Compulsive Disturbance

Pele extremamente seca e coberta por lanugo: pêlos parecidos com a barba de milho.

Os fatores causadores da anorexia variam muito: predisposição genética – ou seja, a pessoa já tem tendência àquela coisa. Assim, sabe diabetes? Então, quando um parente seu tem, você tem mais chance de ter também. Entendeu? – o conceito atual de moda que exige magreza absoluta (ahá! O que eu sempre diiiiiiiiigo? Ham, ham? Hehehe. Como eu sou chata. -.-‘), a pressão da família e do grupo social e alterações neuroquímicas cerebrais, especialmente na serotonina e na noradrenalina, que controlam a percepção e avaliação das coisas ao redor do ser humano (isso apareceu no edição especial de esquizofrenia, lembra?) e que influencia no humor, na ansiedade, no sono, e na alimentação respectivamente.

Algumas recomendações:

Ficar atento às profissões que exigem um índice de massa corpórea mais baixo (como modelos, bailarinas, atletas olímpicos, jóqueis, etc.)

Famílias: prestem atenção nas meninas que usam roupas largas e soltas no corpo, para disfarçar a magreza. Além disso, tomem bastante cuidado para não descobrirem o distúrbio somente quando a pessoa entiver num estado crítico, ok?

“O ideal de beleza que a sociedade e os meios de comunicação impõem está associado à magreza absoluta. É preciso olhar para esses apelos com espírito critico e bom senso e não se deixar levar pela mensagem enganosa que possam expressar” Ah, esse eu fiz questão de colocar aqui do jeito que estava lá. 😉

Pacientes que estiverem correndo risco por causa da caquexia e distúrbios psiquiátricos devem ser internados num hospital para tratamento médico.

O tratamento é a reintrodução de alimentos. Contudo, esta deve ser gradativa, senão pode haver uma sobrecarga cardíaca e aí a coisa vai feder. Uhum, uhum. V.V Às vezes, é preciso que este tratamento seja controlado por nutricionistas, e aí a pessoa tem de ser internada. Não há medicamentos para a anorexia. Alguns remédios antidepressivos atenuam os sintomas de depressão (ooooh! ‘o’), de ansiedade e compulsivos. Em geral, os paciente anoréxicos necessitam de tratamento com uma equipe multidisciplinar (que, acredito eu, seja uma equipe que tenha várias funções.)

Bom, por hoje é só. Mamãe tem que usar o computador. Depois pesquiso sobre a bulimia, ok?

Beijinhos,

Letii

P.s.: Hm, se a menina da foto fosse gordinha que nem ela aparece no espelho, ficaria muito bonitinha, não acha? Fica bem meiguinha. ^.^

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