A menina que matava caracóis

Filosofias úteis, inúteis e outras coisas que você pode não precisar.

Arquivo para o mês “junho, 2010”

Caderninho de projetos

Não sei se já comentei, mas tenho um caderninho de projetos. Nele, escrevo textos para o blog, trechos do livro, entre outros. Levo-o para tudo quanto é lugar. Porém, há algumas semanas, havia o perdido e – ontem – resolvi procurá-lo. “Deve estar no meu guarda-roupa.”, pensei. Abri o armário, tirei tudo de lá de dentro, procurei em pastas, gavetas, bolsas, caixzas, maleiro, sapateira, quebrei as duas gavetas, quebrei um enfeite de gnomo, fiz a maior sujeira. Desisti. Fiquei triste. Perdi o caderninho com, praticamente, metade da segudna parte do meu livro dentro (e eu nem tinha passado para o computador ainda). Vi no celular que o Flá me havia telefonado e resolvi descansar e ligar de volta. Fui ao quartinho, sentei, telefonei. Olhei na prateleira da mesa do computador. O caderninho estava lá.

P.s.: e feliz aniversário para a minha mãe (28 de junho) e pra mão (errei) mãe da Bá! (hoje)

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Você

Ando me descobrindo muito perpicaz. Me dei conta de que vejo muita gente falando e fazendo um monte de coisas que ninguém percebe – o que é até legal – além de reparar em roupas, penteados, sapatos, acessórios, gestos, etc – o que também é legal. E ainda por cima, ando me descobrindo internamente: percebi que a)tenho uma linha de raciocíonio para escrita que se foca na sujeira social (tema que me atrai por gosto pessoal e por sua flexibilidade – posso usar um prostíbulo, por exemplo, para falar exatamente sobre um ou para fazer uma crítica à humanidade inteira e solucionar um problema mundial), b)não sou uma pessoa inteiramente espiritual nem científica; não consigo ser completamente da fé nem cética, apenas explico as coisas do meu próprio jeito (exemplo: o destino – em minha opinião – não é algo inevitável, é uma força que tenta nos guiar para o bem – uma vez que “o homem nasce puro e é corrompido pela sociedade”, Jean-Jaques Rousseau – e não que nos impõe um caminho), c)que acredito na fé cristã, no bem, no mal, na fantasia e naquilo que o mundo é (tema já discutido aqui em momento anterior, mas somente com uma permanente definição esclarecida agora), d)essa mania de querer ser uma pessoa sensual, chamativa de aparência, sentir-se mais mulher é uma forma chata e irritante que resulta de toda a minha carência: o que realmente quero não é sentir-me bonita ou sexy, eu queria é saber o que os outros pensam; queria que alguém me dissesse “que ela me domina no primeiro olhar“, em palavras do Skank, Garota Nacional e e)não sou nenhuma excluída ou coisa do gênero. Me disseram, ontem, que “sou eu que me excluo sozinha” e eu apenas sorri, porque é verdade. As pessoas vêm falar comigo. As pessoas me convidam para sair. Quem não aproveita as oportunidades sou eu. Mas não fiquei triste, fiquei feliz. Porque – se tem algo que sempre quis – foi ter um traço próprio na personalidade e acabei por me dar conta de que, mesmo já tendo tentado várias vezes e até desencanar, deixar pra lá, conversar e puxar papo com as pessoas até hoje, eu continuo sentada na primeira carteira, de corpo presente e alma ausente, trancadinha em meu mundo fechado à quase sete-chaves, deixando entrar quem eu quiser. Não posso mudar assim. Ainda tento, mas não consigo. É meu, minha marca, minha vida, meus trejeitos. Muito bem. É bom perceber-se tanto assim. Conhecer-se. Descobrir-se. Reverlar-se à, nada mais nada menos, que uma plateia de uma pessoa só. Você.

Beijinhos,

Letii

Cachorro

Hoje, eu voltava para casa com a minha irmã, quando passamos por um portãozinho que dava para um corredor [que dava na porta de entrada da casa]. E, atrás do portãzinho, havia um poodle branco de roupinha azul, superfofo – que eu nunca havia visto naquele lugar.

Eu (apontando o poodle enquanto passavámos pelo portãozinho): Olha: cachorro.

Minha irmã olhou o cachorro no extao momento em que ele se mexeu – o que fez parecer que ele iria morder o braço dela – e ela tomou um susto. O problema é que quando ela gritou “Ai, que susto!” e se encolheu toda, uma mulher saiu da porta ao lado e deu de cara com ela.. -.-º

Por hoje, é só. Tenho uma festa, me desculpem. *superdiva* (como se eu vivesse em festas, ok.)

Beijinhos,

Letii

Trash 1946

Ontem, achei na tevê um filme de 1946 de terror, chamado Dedos da morte. ¬¬° Ok, resolvi assistir, porque adoro filmes antigos. A história se passava na Itália, logo após a morte de um ricaço. Juntaram-se adv0ogado, enfermeira do ricão, filho, sobrinho, irmão do rico e alguém de quem desconheço o grau de parentesco. Mas, qual não foi a surpresa de todos ao ver que toda a herança disponível havia sido deixada à enfermeira Julie Holden? Pois bem, para tentar provar que havia um testamento anteriormente feito e que este novo havia sido escrito sob más condições psicológicas (me fugiu o termo correto), os homens se juntaram contra a pobre enfermeira. Mas, eles não contavam com a volta da mão do defunto! Isso mesmo, a mão! Caramba, aquela mãozinha saindo da caixa me lembrou Família Adams. -.-º E vocês acreditam que a mão estrangulava as pessoas e deixava marcas praticamente pretas de todas as pontas dos dedos? E das pontas dos dedos, sem a palma ou o resto. Tudo bem que as pessoas daquela época pudessem ter medo dos filmes de terror de antigamente (quem sabe), mas não sabia que filme trash existia desde tanto tempo atrás. 😀 E olha que eu gosto de filme antigo por causa dessas coisas bobas que as pessoas costumavam achar demais. U_U

(Os únicos que salvavam era a Julie e o Don – casal ternura)

Beijinhos,

Letii

Principal insumo

Fui à manicure e acabei por assistir ao final do segundo tempo Japão versus Dinamarca. Mas, meu Deus, eles mostraram uma alegria tão grande quando ganharam! Nunca vi tanto japônes feliz daquele jeito! Se abraçaram, pularam e agradeceram à plateia – coisa que nem o Brasil, país do futebol, faz! E quando um dinamarquês fez gol? O goleiro japonês desceu uma bateria de murros à grama, como quem deixa passar uma oportunidade única na vida! Lembrei-me, pois, da preservação da cultura oriental. Não apenas os japoneses, mas os orientais em geral a fazem. Sempre querendo orgulhar a nação, os amigos, a família. Tive inveja até que a imagem do jogo sumisse da tela, deixando a novela tomar seu lugar. Por um instante, desejei que o Japão ganhasse a Copa, somente pelo fato de achar muito mais merecedor em função da atitude pós-jogo. Vivem tudo intensamente: quando se perde, raiva, ira, arrependimento, briga; mas, quando se ganha, alegria coletiva, orgulho, satisfação pelo suor caído por terra. Como uma receita culinária: treino, força, garra, gana – e isso não foi um trocadilho – broncas, elogios, corridas, paradas, isotônicos. Mas a honra é o principal insumo.

O novo caderno da Hello Kitty

Era completamente óbvio que eu ativaria esse tema para o A menina que matava caracóis! Tem coisa mais legal que tema baseado em tatuagens estilo japonesas? (ou algo assim… ‘-‘) Tem um cara sdo meu lado que parece o Adam Lambert. .-. De qualquer jeito, o Adam é bem mais bonito. U_U

Pois bem. Não era [exatamente] para isso que eu aqui estou a escrever. Preciso colocar algo para fora, quem sabe alguns de vocês não me possam ajudar: (ah, meu santo Antônio! O computador tá mostrando o nível do contraste sem eu pedir. E ele aparece e some, aparece e some!) eu tenho a insaciável, incansável e ilógica mania de querer comprar cadernos. Não posso entrar em papelarias, bazares, nada – porque se eu pensar em olhar para algum caderno, já estou lá, morrendo de cócoras para alcançar o caderno da última prateleira que está lá no fundão, só para ver o preço, voltar e comprar. Pior ainda é saber que eu compro escrevo um ou duas coisinhas e nunca mais uso! Não suporto ver tantas folhinhas em branco, vazias, abandonadas. Preciso preenchê-las! Não sou uma compradora compulsiva de cadernos, pois meu prazer não estpa em comprá-los: está em usá-los, escrevê-los. Hoje mesmo pedi pra moça guardar um caderno da Hello Kitty para mim que vou buscá-lo amanhã. Tenho total consciência de que não vou utilizá-lo, mas compro-o mesmo assim. -.-º Então, acho que é isso, pessoal. Vou pegar meu novo caderno da Hello Kitty (não era brincadeira) amanhã. Ao menos, tentarei fazê-lo servir para algo em minhas mãos.

Beijinhos,

Letii

P.s.: e eu ainda tive a cara-de-pau de pedir para a Ana um motivo para comprar o bendito caderno. -.-º

P.s.s.: Participei de um concurso de redações e fiquei em primeiríssimo ligar. G_G Uhules – fala da Renata – finalmente ganhei alguma coisa! LOL

Bactérias diabéticas

Dor de cabeça e dor de garganta. É assim que estou hoje. Sem contar a tontura, é claro. Mas sabe o que isso me lembrou? Do dia da minha festa de formatura da oitava série: o pai do Flávio pediu que ele ficasse na porta do salão, porque já estava chegando para buscá-lo. Então, fomos nós dois esperar juntos. Sentamos no último degrau da escada e nos pusemos a conversar para passar o tempo. Não me lembro o porquê, mas falávamos sobre tosse, quando o Flá me perguntou se eu sabia porque – quando tossimos demais – tomamos mel para melhorar. Eu respondi que de não e ele me disse que era porque as bactérias eram diabéticas e, como o mel tinha uma grande concentração de açúcar, elas morriam. E eu acreditei. -.-º E para aqueles que não sabem porque tomamos mel quando temos tosse em demasia, eu respondo: o mel, além de antiséptico, lubrifica a garganta. E já que estou com dor de garganta, acordei e tratei de encher uma colher de sopa com tal produto várias vezes citado. Pronto, já matei minhas bactérias diabéticas.

Beijinhos,

Letii

O pedalar

Não critique um brasileiro por só ser patriota em Copa do Mundo. Vendo comerciais que afirmavam a vibração e emoção da torcida brasileira, cansei de tanta hipocrisia. Mas, após o jogo de hoje, não posso negar coisa alguma. Não assisto à amistosos, não torço para time algum, não fico ligada na Libertadores. Mas  – na Copa do Mundo  – fico nervosa antes dos jogos, faço o sinal da cruz, peço à Deus que o Brasil ganhe e continue melhorando, vibro, me animo, xingo, grito e cada gol vale o meu dia. Sinto nas pedaladas do Robinho o jeito brasileiro de ser, a alegria, a feijoada, o caboclo, as calorosas recepções, o samba, o carnaval, a mpb, o trabalho duro, as vistosas moças e a bandeira dançar ao vento que fazem correr o sangue nas veias de jogadores e espectadores conterrâneos. Me arrepia lembrar o fato de o Brasil ser um país tropical que tem muito a mostrar. A garra, a força, a luta. A corrida a trás da bola. O sorriso satisfeito de um gol. Essa bola é nossa, Europa! Essa taça é nossa, Américas! Essa copa é nossa, oriente! Não que seja bom comemorar antes da hora, mas já vou avisando! Comoq aulquer outro, o Brasil tem chances de perder, mas – ainda mais que qualquer outro – o Brasil tem chances de vencer! É o país do futebol! É o país da alegria! Da união! De tudo o que o resto do mundo não tem! É a nossa pedalada de Robinho, é o nosso arroz e feijão diário, são os nossos gols. Coisa que só a gente daqui tem. Afinal, é só a gente que sabe pedalar daquele jeito. 😉

Biologia, opções avançadas e dinheiro amassado

Biologia é, definitivamente, uma matéria que não posso aprender. Eu gosto, eu entendo, eu sei explciar. Mas não opsso aprender. Acontece que me ensinam as coisas e, chega na hora da refeição, eu penso: “Agora, os carboidratos estão sendo quebrados pela minha saliva. Agora, os músculos lisos da minha garganta estão empurrando o bolo alimentar, igual àquela imagem da apostila…”. E não é algo voluntário! É chato e eu não quero pensar isso. Imagina só quando eu casar e for para a lua-de-mel? Eu pensando essas coisas na hora H, vou começar a dar risada no meio do negócio. -.-º

Uhul! Achei as opções avançadas! *0*

Dá até pra mudar o tamanho da letra. G_G

Gente, ai, caramba. Mudar a letra, espera aí.

Aê! Gente, estou cheia de moedas no bolso. G_G Nossa, é mesmo. Meu dinheiro nunca está bonito  – a não ser que sejam moedas. Eu sempre amasso minhas cédulas, é inevitável. Ou amasso ou enrolo. É mania, não tem jeito. E morro de vergonha de pagar alguma coisa, depois. G_G

Beijinhos,

Letii

P.s.: novamente, título PC. G_G

 

10 things you should know about me

Hey! Que tal brincar de corrente dos vlogers? Não sei se sabem mas, os vlogers tem uma coisa chamada Cinco coisas que vocês não sabem sobre… Pois bem. Meu deu vontade de fazer um desses. Mas, como eu acho cinco muito pouco,vou mudar para dez. G_G Então, sejam bem vindos ao Dez coisas que vocês não sabem sobre Leti!

Número 1:
Q
uando pequena, eu tinha a mania idiota de achar super-ultrs-blaster-master legal quebrar algum osso do corpo. Estava sempre querendo quebrar o braço ou a perna, mas o máximo que consegui foi torcer o tornozelo no Parque da Mônica. G_G

Número 2:
U
m dos meus tímpanos é perfurado. Quando eu era criança, tive uma otite muito forte que acabou pefurando-o e agora eu ouço menos em um ouvido que em outro.

Número 3:
E
u só uso o telefone/celular no ouvido direito por causa do item número 2.

Número 4:
A
té uns nove ou dez anos de idade, eu era completamente fanática por Sandy & Júnior. Sabia cantar todas as músicas e enchia o saco dos meus pais em viagens de até quatro horas, porque queria ouvir o cd e – quando terminava de tocar o cd – eu pedia para começar tudo de novo. E além de Sandy & Júnior, eu também curtia Rouge e Broz. (é assim que se escreve, né?)

Número 5:
T
eve uma vez, quando eu era pequena, que eu acreditei tanto, tanto, tanto, tanto que algum dia daria algum jeito de voar que coloquei toda a minha fé e força no chance de um
pidgeotto vir me buscar e eu ir voando à escola.

Número 6:
N
ão gosto/deliro/amo de paixão/fico baixando na Internet, mas curto o som do Justin Bieber, Miley Cyrus, Selena Gomez e Demi Lovato. Acreditem, foi difícil quando descobri isso.Maldito rpeconceito. G_G

Número 7:
E
u costumo cuspir muito quando falo e tenho muita vergonha disso, porque já cuspi no meu namorado, nas minhas melhores amigas, na minha mãe, no meu professor, no meu pai, na minha irmã, entre outros.

Número 8:
T
inha uns doze anos e adorava jogar o videogame do
Historinhas de Dragões, que era um jogo de esconde-esconde em dois tipos de cenários, apenas: na terra e no gelo. G_G

Número 9:
U
ma vez – de tpm – eu chorei de soluçar porque achei que tivesse reais sentimentor de amor por um vestido que mamãe não deixou usar.

Número 10:
S
e um dia você me vir falando sozinha na rua, provavelmente eu estarei atuando alguma parte de alguma história minha. De verdade? Adoro fazer isso. Mas eu não falo alto nem nada: falo baixinho e tentando nem mexer a boca. Mas às vezes percebe-se. G_G Ok, agora entendi um dos motivos para me acharem estranha. Me desculpem. -.-º

Beijinhos,

Letii

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