A menina que matava caracóis

Filosofias úteis, inúteis e outras coisas que você pode não precisar.

Arquivo para o mês “maio, 2011”

Mas que merda?! – Termos de busca

Há algum tempo, notei que parte dos blogs que eu visito postam (de tempo em tempo) os mais bizarros termos de busca. Explicando melhor, quando alguém encontra meu blog por meio de alguma pesquisa no Google – por exemplo – eu consigo saber o que a pessoa procurou e quantas vezes aquele termo foi usado para chegar ao blog. Pois bem. Devo avisar que esse post não foi feito para ridicularizar aqueles que pesquisaram (mesmo porque eu não consigo saber quem pesquisa). O objetivo real deste post é apenas dar boas risadas com coisas às quais não estamos acostumados a ouvir. Caso ainda não saibam, as observações entre parêntesis (nunca sei se é assim que escreve) são minhas, e não parte das buscas, ok? 😉 Divirtam-se! :*

1. ritual orgasmo ao extremo (é muito prazer!)

2. tatuagem no olho (MAS QUE MERDA?! Pior é que existe… E FICA LEGAL. OMG! HUAEHUAE. Verdade, fica legal mesmo. U_U)

3. como funciona o nosso cérebro de um psicopata (isso foi tipo um ‘quem peidei’?)

4. desenhos animados orgias sexuais (vulgo: hentai)

5. piriquetes.wordpress.com (esse site existe, eu tentei. ><)

6. aparelho para o orgasmo feminino (vulgo: vibrador ou dildo)

7. tatuagens nos gemeos das pernas (quem são os gemeos das pernas? ._. Ah, descobri. Thiago me falou que são as panturrilhas. G_G)

8.  jogos para celular do caracol que esconde o coco (a minha única preocupação agora é: côco ou cocô?)

9. passatempo mcdonalds deitados de barriga (quê?)

10. banana ó (Ó! Ó!)

11. riquinho rico drogado (mais rico que drogado)

12. ponto cruz pokemon (ponto cruz, eu escolho você!)

13. se afogando no orgasmo (é tanto orgasmo que ninguém aguenta)

14. crianças comendo a mesa (MAS QUE MERDA?!?!)

15. de repente eu morri e ninguém sabe (e o Google psicografa as buscas pra você)

16. emtodos os lugares ao mesmo tempo (vulgo: Deus)

17. machuquei o ouvido com cotonete e sangrou (procure um médico, não o Google)

18. o que significa baby na pornografia para uma porno? (isso faz algum sentido?)

19. famosos na punheta (isso me lembrou uma coisa)

20. tatoo no braço de meninas loucas (só as loucas!)

Bom, gente. Por enquanto é isso. 🙂 Guardarei os próximos termos semelhantes e postarei novamente daqui a algum tempo, ok? Obrigada pela paciência!

Beijinhos,

Letii

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Ajudar bastante


Aguente firme. Deus sabe o que está fazendo.

Oi, gente. Sinto-lhes informar que esse final de semana não posso lhes garantir novos posts. É que meu primo sofreu um acidente de moto e, conseuqentemente, as coisas ficaram tensas lá em casa. :/ Eut até poderia fazer uma corrente e pedir pra vocês mandarem para  amig0s e publicarem, como um tipo de prece conjunta. Mas deteso correntes e também não acredito nelas. Então, se puderem e/ou quiserem fazer alguma coisa por ele, apenas peçam a qualquer deus no qual você acreditar e dêem força. Já vai ajudar bastante. 🙂

Beijinhos,

Letii

Inspiração :/

Oooi, gente! 😀 Me desculpem por não ter postado ultimamente, é que não tenho tido inspiração. :/ Mas darei um jeito, ok? Só passei pra não deixar o blog desatualizado.

Beijinhos,

Letii

Matheus agradece

Olá, pessoas! Bom, venho por meio deste agradecer aos que colaboraram com o Trabalho do Matheus. 🙂 Foi de grande importância para ele. 😀 Volto a postar novos textos amanhã (passei o fim de semana inteiro tentando terminar um texto, mas a inspiração não colaborou. :/).

Beijinhos,

Letii

Trabalho do Matheus

Olá, pessoinhas! Bom, lembro-me de ter comentado – há muito tempo – sobre o Matheus. Pois bem, ele cresceu e já está na faculdade. 😀 Porque estou dizendo isso? Porque ele pediu minha ajuda para um trabalho de estatística. Lembrem-se que ele está DESESPERADO e precisa de respostas, ok? Aqui vai:

1. Qual sua idade?

2. Quantos remédios você costuma portar?

3. Sexo? ( )Homem ( )Mulher

4. Compra remédios com prescrição médica? ( )Sim ( )Não

5. Qual a tarja dos remédios que você custuma tomar? ( )Sem tarja. ( )Tarja vermelha. ( )Tarja preta

6. Quantos remédios você consome por semana?

7. Qual tipo de remédio você mais costuma tomar? ( )Para dor de cabeça. ( )Para cólica. ( )Soníferos.  ( )Vitaminas. ( ) Outros.

8. Qual tipo de remédio você compra? ( )Original ( ) Genérico

9. A cada quantos dias você compra remédios?

Por favor, gente, respondam por comentário ou email (vide página CONTATO), pode ser?

Beijinhos,

Letii

Bilonga

Muitos foram os que já me perguntaram o que um escoteiro faz. E, apesar de ter conseguido bolar uma forma de explicar, nunca me senti inteiramente satisfeita com minha resposta. Contudo, fui acampar neste final de semana. E, meu Deus,  que foi aquilo?! Após um dia inteiro de trabalho, montando barracas, cortando bambus e cozinhando macarrão, seguimos – à escuridão – para o jogo noturno. Nossa tarefa era desfrutar de instruções previamente dadas sobre a bússola. Mas não numa situação normal, como vocês poderiam imaginar: no meio da mata fechada. E encontramos aranhas gigantescas e teias proporcionais, o bater das asas das mariposas vibrando nos ouvidos, os grilos cancionando a noite. Até que chegamos ao ponto de término da suposta floresta e nos escancaramos num descampado iluminado por uma linda lua de quarto. Grama, pedras e mais pedras. Dava até para ver a cidade bem ao longe. Seguimos em frente.

Dado o fim do jogo notívago, reunimo-nos todos em volta de um montante de madeira e recebemos uma vela cada um. Foram os pavios acesos pacientemente. Dava-se início o discurso pré-fogo-do-conselho. Ouvimos o chefe discorrer palavras enquanto caminhava ao centro de nós e revelou-se, então, sentenças pronunciadas sempre em qualquer ritual deste tipo: “Em algum lugar do mundo, há outras pessoas acampando e participando de um fogo do conselho.”, disse o chefe. Me arrepiou interna. As velas nos concedidas deram-se ao trabalho de acender a fogueira e – com o calor do crepitar – deu-se o princípio oficial daquela reunião. Atuamos, conversamos, refletimos e cantamos! Com direito à dança e tudo o mais. Ficava maravilhada observando tudo o que podíamos fazer… Mas, mesmo assim, não me vinha à mente o que era ser escoteiro! Eu sorria, pensava, sorria de novo, não estagnava a reflexão! Que sensação era aquela de que minha procura estava próxima? Parecia que se postava à garganta mas não fazia questão mínima de sair! A dança da bilonga. É, isso mesmo. A bilonga foi o que me fez perceber. O que é uma bilonga, chefe?, e ele não respondeu. Recordo-me apenas de oito palavrinhas dele oriundas: Todo mundo, mão pra trás. Uma pausa. Dança da bilonga!, ele gritou quase rouco e na adrenalina. E, enquanto repetia o último trio, gesticulava no corpo inteiro uma dança sem ritmo, estética ou qualquer noção. Rimos, mas imitamos os passos (que se transformavam a cada curto período de tempo). E olhei a todos. Jovens bobos, sujos, cansados, doloridos que balançavam os braços fazendo os dedos contracenarem com o ar. Ah, é. O verdadeiro significado de ser escoteiro. Não sei explicar, não dá. É forte, tão forte que um dicionário inteiro não exprimiria. Sim, somos tontos. É, nós enfiamos a cara no mato. Nos machucamos, alcançamos objetivos, estamos sempre juntos e nos protegendo. A tropa sênior ataca, massacra, impõe o seu valor! Não tem medo da morte, essa seção só faz horror! Nós somos tropa sênior, nosso lema é vibração! Estamos sempre unidos pra cumprir qualquer missão! É sênior! Brasil! Acima de tudo, abaixo de nada! Ativa, unida e destemida! A nossa preferência será sempre a tropa sênior! E apenas se você for escoteiro, saberá exatamente do que estou falando. Da bilonga. Embora você também não tenha a mínima ideia do que seja isso.

A triste hora de deixar

“Deixa eu mimar você, adorar você,
agora, só agora.
Porque um dia, eu sei, vou ter que deixá-lo ir.”
Só agora, Pitty

Nostalgia dói. Ainda mais quando precipitada. Pensa bem, já estamos no terceiro ano… É difícil de acreditar, né? A sensação é de termos nos formados no fundamental duas semanas atrás. Dói. Quase todos os dias, me pego observando a gente sorrindo e penso Meu Deus… Onde é que isso vai parar? Um dia vamos todos simplesmente nos separar e desaparecer?! E então? Como é que vai ser? Precisamos decidir isso. Precisaríamos. Não adianta decidir uma coisa dessas, não é…? Podemos chegar a conclusão que for, não cabe a nós esse poder. A vida é injusta, sinto-lhes infomar. Muito, muito injusta.

Com certeza, você já teve a sensação de que sua rotina seria a mesma para todo o sempre. A escola, por exemplo: não importa quanto passem os anos, você frequentará eternamente aquele lugar. E quando chega o colegial, tudo bem, ainda tenho mais três anos. Mas tudo muda aos meados do segundo ano: Caramba, ano que vem já é terceiro! Ao final de doze meses, após as férias, todos se deparam com os que restaram do nono ano e dizem Vai acabar. É… Vai. Já está acabando. Não temos mais de oito meses para aproveitar o que erguemos.

Nostalgia dói. Ainda mais quando é precipitada. Causa angústia, desespero, vontade de chorar. Uma dor quase que cortante. E eu penso em todos nós velhos e esquecidos do que vivemos… Acordando cedo, preparando nossos cafés. O que hoje são lembranças automáticas, amanhã não surtirão nem efeito. Adeus a tudo que hoje me pertence!, porque vou-me esquecer. Esquecer de vocês, meus caros amigos. Das nossas risadas, dos nossos momentos. Nada, nada vai emergir na mente. Mas não se aborreçam, pois serão igualmente a mim. Não nos lembraremos. Virá a faculdade ou o trabalho, o destino de cada um. Não estaremos na mesma classe e serão raros os encontros atualmente assíduos de fim de semana. Ficará tudo tão mais difícil… E ninguém vai saber lidar com o que acontecer. Seremos crianças num mundo de crescidos. Crianças ingênuas e saudosas…

É tão irreal imaginar meus pais mortos. Meus avós mortos, meus amigos mortos. Vamos morrer, como assim?! Não, pelo amor de Deus! Eu sou imortal. Eles também. Seremos amigos para sempre, Vida. Não, não serão. Vão perder tudo, debilitar a saúde e tranformar-se-ão em velhos senis. Nada disso faz sentido, Vida. E eu quero chorar. Porque, então, Vida? Porque tão injusta? Me diz por que você é tão cruel comigo!, digo aos berros, enrouquecendo a voz e aos prantos que correm em pânico pela face. Por que fazer a nós gente tão feliz pra tirar tudo depois?! Por que cada vez mais convicção em afirmar que o que temos não serve para nada? Qual o sentido disso?! Ela se cala. Somente junta as mãos, baixa a cabeça, fecha os olhos e se cala. Quiçá morreu também. Mas ao menos me fez entender que vai chegar a hora. A triste hora de deixar tudo para trás. Tudo. E continuar.

Marmelada de banana

Já fazia um bom tempo que eu não participava dos ensaios do teatro. Contudo, por causa de circunstâncias especiais, compareci ao evento. Ensaiavam uma peça que discorria sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo. Visconde, Emília, Narizinho, Tia Nastácia, Dona Benta, estavam todos lá! O cenário impecável, livros por todas as partes, figurinos colorindo os atores-personagens. E era possível perceber uma presença marcante ao canto do palco improvisado: de camisa social e paletó, chapéu na cabeça e uma bengala de madeira. Era ele. Monteiro Lobato. Parecia adulto, preocupado, até um pouco bravo, admito. O olhar encarava o público sem realmente o enxergar; era profundo, talvez cortante, forte e sobressalente.

O espetáculo seguiu com pausas para aprimorar, beber água e descansar um pouco. Monteiro não era incorporado na história. Digo, não se postava na mesma dimensão que os demais elementos. Em sua mesa cubícula – adornada com um telfone e uma máquina de escrever – soletrava o enredo, situava conflitos, desenrolava o clímax. Somente ele os podia ver… Suas queridas criações vagando no oxigênio vazio de sua casa. Um espiga sentada à escrivaninha, duas velhas amigas pajeando as crianças, a neta e sua boneca elétrica aprontando. Um corre-corre, esconde-esconde, gritos de lá e de cá pela propriedade toda! Como o escritor amava aquilo! Um paralelo fantástico entrando em ação logo ali, à sua frente! Até chegar o final.

O desfecho, posso ser sincera em dizer que me pegou de surpresa. Emília em suas rotineiras traquinagens roubou a cartola de Visconde, Narizinho acompanhou o costurado de panos na brincadeira. Uma gritaria sem comparação! Me devolve aqui, a cartola é minha, pega Narizinho, joga pra mim, corre pra cá, Emília volta aqui, Narizinho!, Dona Benta gritou. Enquanto a mocinha obedeceu à avó, a boneca continuou a travessura. O autor atravessou o palco, vestiu-se no chapéu e no apoio amadeirado, tocou Emília no ombro. Esta virou-se, mirou-o nos olhos. Hipnotizou-se, hipnotizaram. O verde da cartola foi entregue. Monteiro não estava bravo, não estava feliz. Ele estava amando… Amava-a no âmago do olhar. Amava conhecer acertos e declínios, defeitos e qualidades daquela personagem. Eu, como gente que escreve, posso gritar a plenos pulmões que foi simplesmente MÁGICO ver –  a olho nu – a relação de amor, carinho e zêlo entre aqueles dois. Mágico, essa é a palavra. Mágico.

O dia de hoje

Acho incrível como as coisas acontecem. Situações concomitantes, cenas aleatórias, a Teoria do Caos. Talvez nada tenha muita ligação. Mas quando era menor – e já cansei de relembrar – me trancava em meu mundinho e ficava lá, quieta no meu canto. Horas e horas, o relógio dava voltas. Eu, na mesma posição. Gostava do que fazia, aprendia com tudo aquilo. E, com o passar do tempo, me fizeram enxergar que aquele tipo de atitude não era o melhor para mim. Meu Deus, como podia eu viver daquele jeito?! Devagarinho, fui me colocando aqui… Espiando um pouco, pondo a cabeça pra fora. Um cheiro no ar que eu nunca havia sentido. Não pareceu confortável, a princípio. Mas me adaptei, acostumei, adequei. Todavia não sei lidar com todo e qualquer tipo de situação, acabo sofrendo bastante – contudo, nada que não possamos contornar. Mas estou num momento crítico – menina, mulher, ciclo da vida, tpm. Não sei que rumo tomar. Por um lado, é necessário ser adulta e aguentar os trancos com força e responsabilidade; por outro, o impulso adolescente luta a qualquer custo contra a razão. Queria não ter de escolher o resto da minha vida. Ora bem, ora mal. Alegre e sorridente, solitária e deprimente. Muito difícil, muito complicado. Pelo amor de Deus, me deixem em paz! Quero dizer que sou criança, que tenho doze anos e que peço uma boneca de Natal.

Afirmo, com certeza, que ser adolescente é o máximo. Toda a magia de acreditar, esperar, altos e baixos nas sensações. Tudo novo, muito lindo. A emoção arrepiando na pele, se exalando na ponta dos pêlos. Mas é muito complexo…

No entanto, esse mês pude perceber algo que me acontece não pela primeira vez: quando estou muito perdida, caminhando a esmo, escuto música. As notas servem para me levar um patamar acima: voltar ao que era antes. Ritmo não precisa condizer, letras não fazem sentido em meu contexto – mas me elevam, enaltecem meu corpo e me envolvem em liberdade. Sim, liberdade! Liberdade é uma deusa que sorri constantemente. De cabelos longos, creio que ruivos – porque pegam fogo na resistência, na rebeldia de conseguir aquilo que quer. Sem regras, sem gaiolas. Um passarinho voando muito rápido, não dá pra pegar! Ah… É como tomar um banho de chuva… Por mais cinzento, o céu fica lindo; por mais frio, os calafrios são repletos de esplendor! As gotas escorrendo boca adentro, o paladar refinado de nuvens líquidas. O tecido das roupas umidecendo, transparecendo, resfriando. QUERO GRITAR NUM PALCO VAZIO, QUERO PULAR DE FELICIDADE, SORRIR EM ALEGRIA GENUÍNA, CHORAR SEM RAZÃO. Eu continuaria discorrendo sobre o parágrafo inicial, contudo – respeitando os leitores que esperavam uma conclusão – seria tortura fazê-lo! Este seria um texto triste, desabafos chatos de uma mocinha perdida nas trilhas do mundo. Mas liberdade é muito mais que isso. Me fez perceber a importância disso tudo, de gostar de si mesma, de me sentir bem. Ponho a mão no fogo que daqui a algum tempo volverei ao meu estado desorientado. Por isso mesmo, perder essa chance seria suicídio. Ah… Obrigada, Liberdade. Sou eternamente grata. Viverei bem o dia de hoje. Até amanhã. 😉

Festinha de criança

Bom, gente. Hoje deveria ser um dia especial. Mas a surpresa de última hora não carregou, deu erro e não sei mais o que fazer. Creio que a única opção válida seja agradecer profundamente a vocês, que fizeram de hoje o dia mais visitado desse mês e dessa semana. E, provavelmente, o mais visitado nos últimos meses. Vocês são especiais, acreditem. Não adiantaria nem escrever todos os dias da minha vida, se não fossem vocês para ler e espalhar o blog. Muito obrigada e continuem visitando. :’) Poréééém, como um aniversário não pode passar em branco, lá vai outro post de imagens!

POST DE ANIVERSÁRIO ABAIXO 😉

São dois anos de idade e crianças assim costumam gostar de festas. Daremos, então, uma festa digna! Esta terá:

bexigas…

… MUITAS bexigas…

… mas, tipo, MUITA MESMO

… docinhos que chamam a atenção…

… gente bêbada (numa festa de criança?!)…

… gente famosa (oquê?!)…

E é claro…

POKÉMONS! (ok, vamos parar por aqui)

Com toda a certeza, não serei organizadora de eventos. 😉

Beijinhos,

Letii

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