A menina que matava caracóis

Filosofias úteis, inúteis e outras coisas que você pode não precisar.

Arquivo para o mês “junho, 2011”

Promessa

Nossa, tantas coisas passando pela cabeça! Inclusive mamãe me botando de castigo. :/ Além do msn que anda uma bosta porcaria. Ah, claro. Achei que seria legal informá-los: participei de um concursos de textos dissertativos-argumentativos e fiquei em primeiro lugar! *0* Por enquanto é só, pessoal. Assim que as férias entrarem, eu prometo postar com mais frequência, ok?

Beijinhos,

Letii

Recadinho antes de acampar

Gente, só queria avisar que daqui pra domingo não haverão post novos (porque vou acampar!). Mas verei se não convenço Paulo a postar pra mim. G_G Hehe.

Beijinhos e obrigada pela compreensão (e me desculpem por andar postando tão pouco)!

Letii

 

O choro e um grito

Eu queria ser tanta coisa… Impulsiva, delicada, feminina, menos neurótica, garota durona. E queria ter tantas coisas… Tatuagens, piercings, roupas legais. Queria também coragem pra fazer muita coisa. Por algumas vezes acho que minha mãe tem razão em muito do que fala, mas por outras… Não faz sentido, sabe? Fui num evento rockabilly esse final de semana e me senti totalmente por fora. Moças de bandana, rapazes de topete, todos tatuados. Meus olhos não se continham ao passar pela pista e se fixavam automaticamente na dança dos casais.Carros antigos, motos para dar e vender. E eu não conhecia as músicas… Não me encaixava naquela gente. Foi legal, foi muito legal e isso não posso negar. Foi, aliás, incrível, maravilhoso e fascinante – Paulo deve ter inclusive visto meus olhos brilharem por algumas vezes. Mas também foi triste, tão triste… Desde a minha pré-adolescência eu procuro alguma coisa que me acolha, que me agrade. Sempre quis ser diferente. Concordo que – em parte – para chamar atenção, mas nunca segui algo que não me fizesse gosto. Porque eles têm tantas coisas legais? Porque consegue ser daquele jeito naturalmente? Onde arranjam tantos amigos iguais? Que lugares frequentam? Porque eles podem ser assim e eu não? No final, não sou mais que uma pessoa comum. Queria que quem cruzasse comigo na rua apenas parasse para olhar e tivesse uma impressão legal. Mas, não: uso roupas comuns, morro de medo de tudo, sou neurótica e penso demais. Nunca tive cabelo curto do jeito que eu queria. Nunca coloquei um piercing no nariz, não tenho nem segundo furo. Minha mãe não quer, minha mãe não deixa. E não sei nem ser rebelde o bastante pra contrariar… Às vezes, eu paro para pensar no meu futuro. Tenho mil e uma ideias, incontáveis visões do que serei eu daqui a alguns anos: moça de cabelo cortado, colorido, tatuagens, piercings, uma pessoa muito legal. Ou talvez não. Provavelmente eu serei apenas uma jovem comum, com um emprego comum e nada mais que fuja a essa regra. Morrer de medo de sair na rua à noite, ser um pouco inconsequente, ser paranoica e irracional.

Mudando um pouco de assunto, vamos falar dos meus temores. Provavelmente os caros leitores irão rir (e compreendo muito bem isso), mas gostaria que levassem a sério.  Desde de criança, eu faço uso de atitudes ridículas e medíocres. Sempre estava acompanhada de manias como piscar várias vezes ou ‘compensar acidentes’ (se uma mão bate na parede, eu batia a outra também) e minha mãe sempre percebia e me fazia parar, dizendo que não havia motivo para tais ações. Com o discorrer do tempo, o nível foi se elevando: se estourasse uma epidemia, já tinha os sintomas; tinha medo de estar grávida, mesmo ainda sendo virgem (tanto medo que a menstruação até atrasava). Uma vez, minha avó passou uns dias em casa e – meados da visita – descobrimos que ela estava com uma infecção urinária. A partir daí, comecei a ter dores na região da bexiga entre outras coisas. E a pior parte de tudo é que isso me corrói por dentro, porque me equipo com a total ciência da ridicularidade desses atos! Eu nunca sei o que são sintomas reais e o que são causados pela minha mente. Dou graças a Deus toda vez que menstruo, pois comprova que não tem nenhum ser humano crescendo no meu ventre. É a primeira vez que falo disso para um público tão grande e percebo que preciso terminar logo de escrever esse texto, porque esse assunto já está entalado na garganta e me sinto cada vez mais insegura em relação a publicá-lo. Mamãe fala que tenho que lutar contra os medos (embora ela não saiba de todos). Ela também é assim, sabe? Não tenho certeza do quanto já conseguiu melhorar, mas essa não é a questão. Já pedi para frequentar psicólogos, saber o que há de errado comigo porque – me desculpem – mas não é normal. Com licença, preciso de reticências para tomar fôlego… Eu não sei o que fazer. E a tensão pré-menstrual só agrava. Paulo tem me ajudado bastanta com essas neuras, mas não é segredo que a maior parte depende de mim… Eu me gosto, me amo. Então porque não sou tudo aquilo que espero? O choro está aqui, travado no fundo na boca. O choro e um grito. Queria gritar para o mundo me ouvir em notas agudas. Seria extraordinariamente libertador deixar tudo isso se esvair.

A verdade

Ok, vou-lhes contar a verdade: não tenho postado porque qualquer ideia de texto que me surge trata de nostalgia – e tenho medo de acabá-los cansando com o mesmo assunto. :/ Por isso, pedi sugestões. Ando pensado muito, tentado ter ideias, mas elas simplesmente não me vem. D: Por favor, ajudem.

Beijinhos,

Letii

Rotina

Gente, me desculpem por não estar postando como antes. Acho que vou juntar palavras-chave de novo – hehehe – embora isso esteja virando rotina, já. :/

Beijinhos,

Letii

P.s.: Se possível, sugiram algum tema para novos posts! 😉

Degradação

Estava sentada em minha cama, comendo uma maçã verde, quieta a pensar. Havia, há pouco, relembrado os tempos tenros com minha irmã. Eu tenho saudade do que passou. Dos meus brinquedos de plástico, bichos gigantes de pelúcia. Tenho saudade de levar as fotos para revelar. Saudade de assistir às fitas cassete, de correr por aí. Tanta dó ver anos passados, tanta coisa esquecida… O mundo hoje é muito rápido, veloz demais, uma nova invenção a cada esquina. Meus filhos nunca vão ver o que eu vi, conhecer o que conheci. Isso já me explica muita coisa.

Jamais vira o ser humano de forma tão dependente, frágil e triste. Agora, por trás de cada sorriso, cada momento alegre eu enxergo a depressão. Avisto lá na frente a saudade intensa e constante do que já partiu. Contar aos filhos sobre as amizades, assistir a um filme antigo, piadas que só quem hoje vive vai entender. Eu sinto a dor que isso vai causar: concreta e abstrata, o choro arrebatando o olhar. Não seremos mais todos amigos, reunindo-se na casa dos outros num final de semana qualquer. A oitava série, o terceiro ano foram únicos e restaram tantas coisas que queríamos fazer! A falar, a sorrir, a fofocar. Como eu queria poder ter dito àquele menino que gostava dele ou àquela menina o quanto a considerava! E não vai existir a turma toda. Não vai haver a galera. Pois cada um seguiu para um canto, tomou um rumo e diferentes decisões. Os problemas não são mais os mesmos, os interesses se divergem. Sinto-lhe dizer, mas você nunca mais verá quem hoje te faz sorrir ou quem hoje te faz chorar. Não importa se passem dez, quinze ou cinquenta anos – a probabilidade é muito baixa. Sempre tem aquele que muda de cidade, outro que decepciona de surpresa e os vários modos de perder contato. Todos terão de trabalhar e estudar, se manter na pirâmide capitalista que sustenta e – muitas vezes – destrói. Seus filhos não misturarão massinhas de todas as cores até resultar numa bola cinzenta e sem vida, a tecnologia vai se desenvolver e os fará se interessar por outras coisas. Prepare-se, soldado, esta guerra não será fácil. Lembra aqueles desenhos que todo mundo gostava? Pokémon, Digimon, Dragon Ball. É, não vão assistir. Mas e aquelas coisas que você lembra entrar e sair de moda? Pulseirinhas da Jade, elástico de pompom, a incomensurável variação de Barbies? Ninguém mais vai usar. Estará tudo gravado no mais indestrutível material existente na face da Terra, escrito à ferro e fogo, cravado com força sobre humana tão no fundo que homem algum vai conseguir arracar: você. O seu passado, as suas lembranças e o seu coração ninguém pode mexer. Não no que se foi, apenas no que se vai. E eu mordia a maçã verde devagar, tardando em mastigar direito para não me distrair dos pensamento. Só quando cheguei a uma conclusão que voltei os olhos à fruta e vi: sua face manchada de marrom, a carne em processo de oxidação com o ar. E o tempo passando, passando…

Edição Especial – Futuro assustador

Enquanto meus pais dormiam, eu e minha irmã conversávamos na cozinha e chagamos à seguinte conclusão: o futuro é de assustar. Se assustou a nós, assustará a você também (caso tenha de catorze à dezoito anos, mais ou menos). Dê só uma olhada:

E agora os dois mais assustadores:

É, gente… Assusta mesmo, não? O futuro será avassalador devastador. :/

Sugestões musicais

Gente, estou correndo atrás de algumas coisas de faculdade. Todos os textos que tento fazer ficam uma porcaria. Tentarei terminar um deles – mas, enquanto vou atrás desses assunto universitários, vai demorar um pouquinho, ok? Enquanto isso, umas dicas musicais para vocês:

1. Trilha sonora do filme Chicago (e não é qualquer filme, não: Renée Zellweger, Catherine Zeta-Jones, Queen Latifah e Richard Gere! E meu FILME SUPER PREFERIDO #2), em especial as músicas:
1.a. All that jazz
1.b. Cell block tango
1.c. When you’re good to mama
1.d. Roxie
1.e. Mister Cellophane

2.Trilha sonora do filme The nightmare before Christmas (mais conhecido como O estranho mundo de Jack e o meu FILME SUPER PREFERIDO #1). Em especial todas as músicas!

3. The ballad of Mona Lisa do Panic! At The Disco

4. Party girl e Shine a light do McFly

Mas que merda?! – Termos de busca #2

Sei que faz pouco tempo desde o último deste post, mas já tem tanta coisa que terei de postar. Hehehe. 😀 Ah, é mesmo: ontem não deu certo, mas também acho que avisei muito tarde. Vamos tentando até conseguir, ok? 🙂 Divirtam-se nesta edição!

1. combinado de ouvir a professora (é, cansamos de ser surdos)

2. som bebê agitação vida merda (quê?)

3. tudo (bem abrangente)

4. cachorro puldo branco (HUAEUHEAUHAEUHEAUHEAEA. Puldo!)

5. estou transando com segunrança (tem certenza?)

6. beije cachorro (MAS QUE MERDA?!)

7. as menina de catoze no so pensa na quilo (ok, eu acho… estranho. O_Õ)

8. como atingir o orgasmo femenino se masturbando (assim: seja mulher e se masturbe. MANO, MAS QUE MERDA?!)

9. putas indianas tranzando (…)

10. videos estimulando o orgasmo feminino (não seria mais fácil apenar acessar o RedTube?)

11. video de mulher tento orgasmo (acho que não deveria ter feito aquele post sobre orgasmo feminino…)

12. morenos gostosos (UHAEHU. Não sei porque, mas achei isso MUITO engraçado)

13. lindos corpos em orgasmo (pelo menos, esse foi poeta)

14. mulheres gritando tendo orgasmo aparelho de sexo (vibrador! É VIBRADOR!)

15. yutub como faser uma mulher ficar ecitada (nome: criança de 12 anos | função: fazer merda)

16. orgasmo face (UHAUHAUHA. orgasmo é o novo poker face)

17. e verdade que o homem sente sexo anal e porque sente prazer por outro homem (MAS QUE MERDA?!)

18. colegias so de calcinha (pessoal, vocês estão entrando no site errado…)

19. cachorro pudoo (outra versão da mesma raça)

20. tatuagens genitais (somente três palavras…: MAS QUE MERDA?!)

21. tattoo amo você bumbum (UHEAHUAE. eu entendi o que quis dizer… MAS EU TE AMO, BUMBUM!)

22. rosa na bunda tatto (curto e grosso)

23. fotos da verruga dabruxa da branca de neve (outro bem específico)

24. shrek sozinho (que dó que dó que dó que dó que dó que dó que dó!)

25. me revolto com o mundo (UHAUHAUH. direto)

26. quem nunca comeu halls preto com agua não sabe o’que é dor (sou obrigada a concordar)

27. quando praticamos exercicios fisicos o que acontece com o intestino grosso (é… sei lá?)

28. olhe para o droga durante 3 segundos (UHEUHAE, acho que sei do que ele está falando: Idoser)

29. lacto purga para periquitos (MAS QUE MERDA?!?!?!)

30. canções militares ai o raio do caracol é um bicho do caralho (novo slogan do blog: A MENINA QUE MATAVA CARACÓIS – Um blog do caralho)

Edição Especial – Desafio aceito

Gente, quero fazer uma coisa: há um bom tempo que vejo o painel do blog marcando o dia 17 de maio de 2010 como o mais movimentado desde a criação do blog. E toda vez que releio essa informação me bate um desejo louco de superá-la! Pois, bem. Lanço-lhes, então, um desafio: vamos quebrar esse recorde. Posto hoje, mas o post vale para amanhã também. Chame todos os seus amigos, parentes, irmãos, primos, namroados, empregadas, carteiros, lixeiros, eletricistas e mais qualquer coisa capaz de dar um clique no mouse! Não precisa nem ler os textos (mas eu ficaria feliz se o fizessem 🙂 ), basta clicar e a visita está contada. Ah, é mesmo. Só pra constar: para os não-blogueiros, as minhas visitas no meu próprio blog não caem nos cálculos do servidor, então preciso de ajuda mesmo. 😉 Precisamos ultrapassar 382 visitas diárias. Avisarei aqui quando alcançarmos nosso objetivo, está bem? Vou divulgar o quanto puder. Deixarei abaixo um registro de visitas. Tentarei mantê-lo atualizado de hora em hora; mesmo assim, farei-o sempre que possível. ;D

Beijinhos,

Letii

REGISTRO NUMÉRICO DE VISITAS

14:41  –  81 visitas
15:02 –  90 visitas

16:27  –  113 visitas
17:59  –  125 visitas
18:18  –  127 visitas
18:47 – 132 visitas
20:27 – 143 visitas

Navegação de Posts

%d blogueiros gostam disto: