A menina que matava caracóis

Filosofias úteis, inúteis e outras coisas que você pode não precisar.

Arquivo para o mês “abril, 2010”

Os dois

 

Hoje me peguei lembrando de um episódio de The Big Bang Theory em que o Sheldon fica bêbado e começa a falar que não conseguimos tirar as calças por cima porque o nosso corpo atrapalha. Pois bem, então pensei: porque foi determinado que saia é roupa de mulher? Francamente, homens poderiam usar saias. Os escoceses usam saias (pelo amor de Deus, são praticamente saias!). Qual fator, então determinou isso? Pensem bem: os homens tem seus instrumentos balançantes; as mulheres, não. Não serua muito mais lógico se o público feminino usasse algo que “aperta um pouco mais” e os homens ficassem mais “folgados”? É muito mais lógico! Ah, eu sei lá. Danem-se as calças e saias. Os homens que continuem apertados, porque eu estou na minha… E posso usar os dois. 🙂

Beijinhos,

Letii

[de descontrolados]

Nós tivemos três mil e sessenta e duas visitas esse mês. Morri. D: Obrigada, obrigadinha e obrigadão à todos vocês, caros leitores, que tiveram paciência para ler as porcarias que eu escrevo vontade de visitar o blog e/ou indicaram para seus amigos! Até me assustou um pouco pra falar a verdade: cresceu assim, de repente! Já me perguntei duas ou três vezes o que acotneceu, mas acho que não importa. O que importa é que vocês são meus leitores assíduos e, acreditem, é uma qualidade que me satisfaz muito! 😀

Mas, bem: falemos de bullying. Muito provavelmente você sjá ouviram falar sobre. Mas hoje – durante uma tarefa em grupo – tivem,os de discutir sobre o assunto e eu cheguei à uma conclusão: bullying é incapacidade de autocontrole emocional. Comecemos perguntando: o que é bullying? Bullying é uma prática normalmente ocorrida em escolas, contra crianças entre onze e quinze anos. Tal prática implica em humilhação, agressão física e psicológica, por parte de apenas um indivíduo ou mesmo um grupo de alunos contra um outro. Ag0ra, a pergunta que não quer calar: porque ocorre o bullying? Já pararam para pensar nisso? Qual a razão de uma pessoa provir da necessidade de colocar o outro numa posição inferior? Hei de expor minha opinião, pois bem: um sujeito pode sentir inveja, raiva, ameaça em relação à “cargos de melhor nisso ou naquilo”, entre outras coisas por um outro. Ao invés de controlar a ação desses sentimentos, o indivíduo agressor passa a humilhar física e verbalmente a causa-pessoa de suas sensações para que sinta-se superior e amenize (mesmo que por um breve momento) as emoções negativas. Sendo assim, o agressor praticamente se recusa a crescer na empatia e como pessoa – que, supostamente, amenizaria permanentemente os sentimentos ruins – e prefere partir para a solução primitva de ser o macho alfa. É simples e pura falta de autocontrole emocional. São, sim, chefe do bando [de descontrolados].

Eu senti

Ok. Vocês têm noção que faltam quarenta e três visitas para que o mês de abril se torne o primeiro mês a ultrapassar todas as expectativas com TRÊS MIL VISITAS MENSAIS?! OH, MEU DEEEEEUS! *perde o controle por várias horas, arranca os cabelos, faz aplique (porque o careca não pegou bem), volta do cabelereiro ainda eufórica de tantas visitas* Só posso dizer-lhes: obrigada. E se estou feliz desse jeito, a culpa é de vocês. Toda de vocês. Valeu. :’D

E depois de toda a comemoração, cabelos e apliques, temos uma animadora aula de química! Mas a melhor parte dessa aula de química é que não vou falar sobre mols, regras de três nem álcool etílico! Vamos falar de vergonha! Uhul, química arrebenta! G_G Aconteceu hoje, citada duas vezes aula de química. Eu estava com meu caderninho de projetos em cima da mesa. Esse caderninho eu sempre carrego comigo, porque assim que tenho uma ideia para o livro ou para o blog, escrevo logo nele pra não esquecer! E o primeiro texto é uma cena bônus do livro – que aliás, nem está no livro ainda -.-‘ – de dois dos personagens principais. E é uma cena de sexo. Escrevia já há um tempo (em novembro de 2009) e quando a classe descobriu sobre a existência do caderninho, quis ler. Ok, todo mundo leu, me chamou de pervertida, safada, safadeeeeenha (¢¬¬°) e causou aquele alvoroço todo. Porém, quem pegou meu caderninho hoje foi o professor! A minha sorte é que ele pegou na parte de um projeto de cena de duas personagens e não era de sexo. Mas fizeram questão de estragar a minha escapada: “Nossa, é pornografia! Só tem sexo isso aí!” (só pra constar: eles leram uma cena de sexo – no máximo, duas – e o caderninho tem catorze cenas/textos). E pra ajudar, o professor leu os nomes das personagens no título e falou: “E olha: são duas mulheres!”. Meu Deus. Meti a cara entre os braços, apoiei na carteira e comecei a rir de vergonha. Sabe quando você sente ficar vermelho? Pois é. Quando eu sinto é porque estou muitão vermelha. E eu senti. >x<

Às vezes, é amor.

E eu consegui ser devagar o bastante pra perceber que o amor é realmente não pode ser entendido. Demorei quinze anos de vivência e quase dois de namoro para perceber. É estranho, sabe? Causa alegria imensa e euforia sem controle! Qualquer coisa que o sujeito amado fizer é motivo para animação! Há uma vontade enorme de expressar explicitamente para o objeto de amor e desejo que você a ama, que podem ser muito felizes juntos, que está apaixonada, que os dias estão sendo maravilhosos e parece que a pessoa vai corresponder – porque ela também sente o mesmo – e vai te pedir em casamento e vão viver felizes para sempre! Em contraste, você não conta. E não conta pelo simples fato de saber que não pode contar. A razão de tal limite nem você, nem o amado, nem ninguém sabe, porque às vezes não é medo de rejeição, não é vergonha, não são clichês. Às vezes a pessoa até já sabe. Às vezes, é amor.

Rebel without a cause

E que vão todos tomar no cú, porque hoje estou rebelde sem causa.
Cheguei atrasada à escola, fui sem uniforme, tirei umas com a cara do Flávio, respondi pra minha mãe, fui mal na prova, não fiz a lição, derrubei uma bolinha pula-pula no meio da aula de física e estou de tpm. Vou virar o
James Dean.
E não vou me desculpar pelo palavreado.

Cú, cú, cú. Sem pedir desculpas.

P.s.: Me desculpem pela grosseria e não pelo palavreado. Tchau.

Duas horas antes


OMG, essa menina está so fucked.

Assim, era para eu ter ido ao cinema com o Flávio ontem, mas a sessão estava lotada. ¬¬° Então, nós voltamos pra casa. Por volta das dez e meia da noite, os pais do Flá buscaram ele e me convidaram para ir à casa de uma amigo do Flá (porque a namorada desse amigo também estava lá e os pais dele eram amigos dos pais do Flávio). Insisti um pouquinho e papai e mamãe deixaram. 🙂 Falaram que eu voltasse às onze e meia e eram duas horas da manhã quando papai ligou:“Lê, eu vou deitar. Quando você vier, me liga que eu acordo e vou lá abrir a porta, tá bom? Só não volta muito tarde. Beijos.”. Ficamos lá, vimos um filme, jogamos Can Can, comemos amendoinzinho, demos risada, tocamos bateria e eu voltei cedo pra casa! Pode acreditar! A que horas você acorda para ir à escola? Às seis? Cedo, right? Bem, duas horas antes não pode ser tão tarde. 🙂

A gordinha barata vermelha

Vocês – leitores queridos, lindos e maravilhosos – têm noção de que o mês de abril teve nada mais nada menos que DUAS MIL VISITAS?! Isso aí, duas mil! *superemocionada e agradecida* É sério, muito obrigada, viu? Afinal de contas, não adianta eu ficar escrevendo pra ninguém ver: muito do desenvolvimento do blog depende de vocês. Então, valeu por esse enorme apoio! :’D

Pois, bem: eu cortei os cabelos. *0* Gente, como é bom! O meu era fio reto, sabe? Pesava pra caramba, armava e fazia o maior calor. ¬¬° Mas agora ele está desfiadinho e super leve! õ/ Ok, mas não creio que vocês estejam aqui para esse papo, logo, pulemos para outro:

Ontem, eu fui à padaria com a minha mãe. Comemos alguma coisa e ficamos conversando e conversando (e eu segurando a vontade de fazer xixi pra terminar de ouvir a mamãe). O problema era que ela não terminava de falar. Aí eu cortei e disse que precisava realmente ir ao banheiro. Ok, eu fui. Cheguei lá, fiquei “na posição” para não encostar na tábua e fui eu fazer xixi. No meio da ação, eu olho pro chão e vejo uma gordinha barata vermelha. Bom, enquanto ela estava parada, problema nenhum; mas quando eu vi a anteninha mexer… “Não! Ela tá viva! Ai, caramba! Ai, que nojinho! Nojinho, nojinho, nojinho! Tá… Calma, Letícia. Ela ainda está parada!”. Pra quê?! Me digam, pra quê raios eu fui falar isso?! Porque foi o exato instante em que ela começou a andar rapidinho na minha direção! O xixi já tinha acabado, mas esse meio-tempo não foi o suficiente pra eu levantar as calças. E lá estava eu, de calças arriadas, pisoteando – sem um resquício de sucesso – a gordinha barata vermelha. Ela corria de um lado pro outro e acabou se enfiando no canto da porta. Aí, a luz apagou. A droga da lâmpada era automática, e eu tentei ficar chacoalhando os braços pra ver se ela acendia, mas ela não acendeu. “Putz grila, esse bicho vai subir pela minha perna, me picar e eu vou morrer de alguma febre desconhecida! Ai, caramba! Se esse bicho se mexer eu nem vou ver e nem posso abrir a porta opr as minhas calças estão abaixadas! Ah, quer saber? Vou levantar rapidinho aqwui *levanta reapidinho as calças* – e agora eu abro a porta pra luz acender.” Sem brincadeira, a luz continuo apagada. Aí é que eu não quis saber de lavar as mãos lá dentro, né? Tinha uma pia do lado de dentro e uma do lado de fora. Saí superrápido, feche a porta, lavei as mãos e fui embora. Nem deixei a mamãe usar o banheiro e a gente teve que voltar pra casa pra ela usar e depois sair de novo, pra eu cortar o cabelo. Acho que os bichos estão se vingando da minha infância. Droga de passado que me condena. Eu, com certeza, tenho um lugar reservado no inferno. E cheio de baratas vermelhas… E gordinhas. Tchau, vou me conformar.

Beijinhos,

Letii

Banana

Se tem uma coisa que eu detesto que me digam é: “Você tem que ser você mesma, assim as pessoas te aceitam.”. O que eu tenho vontade de responder? De verdade verdadeira? Tudo bem. Com o perdão do palavreado, “aceita o seu rabo! Você diz isso só porque é pop, linda/o, gostosa/o e é rica/o! Eu tento isso há quinze anos e há quinze anos que isso dá errado, ok? Então não me venha com essas conversinhas de filme, onde você é você mesmo e passa pelo corredor com todo mundo sorrindo pra você que essa é a maior lorota que eu já ouvi, ok?!”. Pronto, é isso. Ah, fala sério! Quando que alguém virou pra mim e disse: “Nossa, você gosta de bandas que eu detesto/acho emo! Que legal, vamos ser amigas?”. Porque, até onde eu sei, só me querem tanto assim por perto nas provas de espanhol e inglês, tá bom? Antes ou depois é só: “Leti, você tá namorando ainda? Leti, você fez a lista de matemática? Leti, porque você não veio ontem?”. Ah! Saiam pra lá, seu bando de macacos. Aqui, ó, bonitinhos: banana pra vocês. Tchau. Humpf.

 

 

P.s.: Carambola, quando eu fico mais normal que o normal, todo mundo vem me perguntar se eu estou mal. ¬¬° Acho que é a tpm. Droga.

O gari


Ah, fala sério: devem haver, no mínimo, um pingo de inspiração na roupa deles por nossa parte.

Ok, aindam faltam alguns minutos para a meia-noite, mas vou aproveitar que estou aqui e postar logo de uma vez (caso de manhã não dê pra fazer isso). Hoje mesmo eu andava com a Ana pela cidade e, quando chegamos no ponto de separação das duas (porque eu moro de um lado e ela, do outro), paramos e conversamos por um tempo. Não me lembro ao certo se eu fui coçar a cabeça ou arrumar o cabelo, mas a Ana viu minha pelanca meu tríceps e disse: “Nossa, como você é branca!”“Ai, é que você não viu minha barriga ainda! É mais branca que o meu braço! Olha só!”, eu respondi ao puxar um pouquinho a camiseta para cima, mostrando o meu umbigo. Como eu queria que ela visse o contraste, fui dizer pra ela encostar o braço dela na minha barriga. Só que, nisso, passou um gari. “É sério! Ó, coloca o seu braço perto da minha barriga!”. Nossa, o gari fez a maior cara de AAAAF pra mim… Deu até medo. É sério, fiquei olhando pra ele assutada, parecia um esquilo que ouviu alguma coisa no mato. ‘-‘ Ai, é. Depois ele foi lá com o colega dele e contou o que aconteceu, porque eu vi o outro gari olhando pra mim e dando risadas. -.-‘ Por hoje, é só.

Beijinhos,

Letii

A história de bichinho

EU TERMINEI MEU LIVRO! OOOOOOOH, MY FUCKING GOD! *EMOÇÃO EMOÇÃO EMOÇÃO EMOÇÃO EMOÇÃO EMOÇÃO*
Mas, bem: que tal umas histórias de bichos só pra resgatar o tema do blog? Ok, vamos lá: uma vez eu resolvi ir tomar sorvete junto com a minha irmã, a Isa, o Matheus e o Flá Lindo (porque ele é lindo. Humpf. U_U hehehehe). Os meninos iam chegar depois, então nós – as garotinhas fofas e meigas – fomos primeiro. Durante o caminho, uma nuvem cinza parecia nos seguir e começamos uma discussão de chove-não-chove, até concluirmos que não choveria. Antes de tomar sovete, sentamos em um banco para conversar (sendo que o banco ficava do outro lado da rua). E foi a gente sentar que começou a chover. Como não dava tempo de se esconder na sorveteria, fomos pra baixo de um ponto de táxi e ficamos lá por um bom tempo, conversando. De repente, a Isa olha pra mim e fala: “Lê, tem uma abelha em você.”. Eu não tinha entendido o que ela falou e minha irmã repetiu, tomando o chaveiro nas mãos. “Tira! Por favor, tira! Eu não consigo ver a abelha!”. Com o chaveiro, minha irmãzinha querida bateu de leve na abelhinha que continuou grudada em mim. O problema foi que eu não percebi que o bichinho ainda estava lá e passei a mão, pra ver se ela tinha me picado. “Ai, meu Deus! A abelha não saiu!”, gritou a minha irmã. Eu entrei em desespero, encurvei pra frente, fiquei tapas em mim pra aquele maldito bicho sair e dando pití no meio do ponto de táxi que estava lotado de gente se escondendo da chuva. Todo mundo olhou. E a abelha me picou. G_G

Hum, até onde eu e lembro tinha mais uma história pra contar. Mas eu esqueci. -.-‘ Deixa pra próxima, pode ser? Essa fica sendo, então, a história de bichinho. 😀

Beijinhos,

Letii

P.s.: Descobri porque não me avisaram que eu já saí do castigo: porque eu não saí do castigo. Malditas próprias conclusões. G_G

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