A menina que matava caracóis

Filosofias úteis, inúteis e outras coisas que você pode não precisar.

Arquivo para o mês “março, 2010”

A pior maneira

Lição aprendida da pior maneira número 1: nunca coma um halls preto atrás do outro.
Lição aprendida de pior maneira número 2: tampouco beba água gelada após comê-los, mesmo que a ardência tenha parecido passar.

Por hoje é só, porque não tenho muito tempo. 😉 Tento postar amanhã [provavelmente sobre Lolita, de Vladimir Nabokov – o livro que estou lendo atualmente].

Beijinhos,

Letii

P.s.: só pra avisar: estou cansando desse tema. Vou experimentar uns outros por alguns dias, eu acho, ok? ;D

P.s.s.: Por favor, me digam o que acharam de cada tema (que eu colocar aqui), só pra me dar um rumo, pode ser? Obrigadinha! *-*

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Postnográfico

Peguei no pau e estava durinho. Aí, ficou aquele clima, né? Só eu e ele, ele e eu. Enfiei na boca, devagarinho fui chupando, vai e volta, vai e volta. Deu até pra sentir o gosto do caldinho branco que saía. Acontece que foi ficando cada vez mais mole – até parecia que ia quebrar – e não dava pra chupar direito. Fiquei com a maior raiva, dei uma mordida e arranquei um pedaço. E é por isso que eu detesto picolé de côco ao leite. U_U

Beijinhos,

Letii

Brócolis

Era uma foto de um aluno com uma faca seguradas às costas. Como se fosse as presas e o aluna, a boca da cobra. Quem, pelo amor de Deus, leva uma faca para a escola? Aliás, pra quê levar uma faca à escola? Como foi que um jovem aprendeu a usar a estupidez no lugar da civilização? E quando? Há um tempo, as pessoas costumavam ser educadas, todavia isso se perdeu nos dias de hoje.  Agrados sem medidas, pais à flor-da-idade e impunidade agravam este problema.

Uma mãe serve brócolis à sua filha de dois anos. “Mamãe, eu não quero arvorezinha!”, ela diz com uma careta. “Tudo bem, filinha. Dá aqui que a mamãe come!”. Passam anos e os brócolis evoluem para escarolas, folhas de alface e obediência. “Ô, mãe! Vou sair!”, ela grita da porta, mascando um chiclete com a boca aberta. “Vai pra onde?”, a mãe pergunta. “Sair.”, vem uma brusca resposta junto à batida da porta. Foi nisso que se tornou a vontade excessiva de agradar. É muito comum, nos dias atuais, pais que não têm controle sobre os filhos: lobos que não ensinaram as crias a escutar “não”. De repente, a menina que não comia brócolis aparece grávida por não ter seguido conselhos maternos, porque ela sabia o que estava fazendo. E o que a mãe faz? Passa a mão na cabeça da filha. O futuro novo integrante será tratado do mesmo jeito que foi sua mãe e as coisas se repetirão. Um dia, ele leva uma faca à escola e mata alguém que olhou para sua namorada. O que acontece? A mãe faz de tudo para protegê-lo. E então, filinha: você vai comer seus brócolis?

P.s.: Por favor, gentê! Mandem sugestões para a próxima edição especial! Já me deram uma ideia, mas eu queria mais opiniões, ok? 😉 Beijos. :*

P.s.s.: Sô aí, gente! Tema novo! Não sei se é definitivo, talvez eu me canse dele. Me digam se gostaram. 😉

Como nunca

Hoje foi o meu primeiro dia “a gente se fode, mas se diverte”, com perdão do palavreado. Sim, eu nunca aprontei nada tão grande. Bom, saí da aula um pouco mais cedo, porque acabou a luz e começou a ventar demais, trazendo uma nuvem preta. Vinte minutos antes do término da aula e lá estava eu: de mochila nas costas, o cabelo embaraçando todo com a ventania. “Acho que dá tempo pra chegar em casa.”. E lá me vou, correndo feito uma louca com o material balançando nas costas, os tênis desamarrando e tentando tomar folêgo da pior maneira possível (falta de ar + não ser rápida + pressa + esquecer de respirar no ritmo da corrida + esquecer de inspirar pelo nariz e soltar pela boca = tentativa quase impossível de tomar o mínimo de fôlego enquanto corre). Pois bem, encontrei o Flávio, fiquei toda felizinha! Aí começou a chover. G_G Resolvemos nos proteger em uma floricultura. Conversamos e tal e, segundos depois, meu celular tocou: era minha irmã. “Ô, Lê! A mamãe pediu pra você ficar na escola que ela via te buscar!”, “Mas avisa a mamãe que eu já estou indo pra casa!”, “O quê?!”, “Deixa eu falar com ela!”, “Ela não tá aqui e onde ela tá, não tem sinal! Mas vai pra escola, tá? Ela pediu. Tchau!”. OMG, I’M SO FUCKED. E agora, caramba?! Putz, voltei eu e Flávio correndo pra escola. Nisso, a chuva já tinha aumentado, diminuído um pouco e a gente na calçada. E molha mochila, e molha uniforme, e molha cabelo, e escorre gota  pelo nariz, e dá risada, e vê se não vem carro, e toma cuidado pra não escorregar e desvia das poças! (porque o meu tênis fez o favor de descolar uma parte da sola, se eu pisasse na água ia encharcar a minha meia. g_g Ah, sim. Encharcou.) O meu celular – no bolso do Flávio – começa a tocar. “Flá, meu celular tá tocando.”. E ele pega o celular. “O meu celular, Flá. Uuheauhaeuhea.”. Atendo. “Lê! Onde é que você tá?”, a minha mãe perguntou. “Tou quase chegando na escola! Na rua daquela padaria!”, “Tá, então entra na padaria e me espera lá!”. Menos pior. -.-‘ Chegamos na padaria e ficamos debaixo do toldo. Eu estou sono. Eu estou com fome. Eu estou cansada. Eu estou com dor de cabeça. Quer saber? Vou comprar um chocolate. Comprei. *-* Mil anos depois, minha mãe chegou e levou cada um para seu respectivo lar. Gente, como eu levei bronca. “Caramba, você falou que ia me ligar! Você na rua, meu celular sem sinal, seu celular não atende – porque tá com defeito, tá uma droga, não tá tocando toda vez que alguém me liga –  e eu desesperada aqui! Também não volta mais à pé!”. Bom, eu sei que levei uma baita bronca, esqueci de fazer umas coisas pra minha mãe e não posso mais andar sozinha. G_G Ah, é! Voltei pra casa, lavei o cabelo de qualquer jeito, coloquei a primeira roupa que vi na frente e tive que sair de novo com a mamãe. GOD, eu me ferrei demais. Acho que valeu à pena. Me diverti de verdade hoje, sabe? Quando você sente que tá gostando daquele momento e que, mesmo sabendo que está fazendo tudo errado, aquilo está certo. É, eu me ferrei. Mas me diverti como nunca.

Surda-muda

Há algum tempo, eu estava com um problema, cuja resposta era: “Converse com a sua mãe porque ela tem que te ouvir.”. E eu sabia disso antes que qualquer um me dissesse qualquer coisa, mas – mesmo assim – eu fui falar com as pessoas. Uma me disse para esperar ficar à sós com meu pai e dizer [de um modo calmo e sem exagerar, para não fazê-lo sofrer – porque quem mais sofre nesses problemas são os pais – ] pra ele aquilo que me incomodava na mamãe; Outra falou: “Tcs… É complicado”. Não estou reclamando. De verdade, não estou. Mas, a terceira pessoa me disse: “Olha, vai lá e conserva com a tua mãe, porque ela tem que te ouvir, tá bom?”. Aí, eu sosseguei. Eu passo o dia inteiro ouvindo gente: eu ouço minha mãe, eu ouço meu pai, minha irmã, a Ana, a Bárbara, a Isa, o Flávio, todo mundo. Repito: não estou reclamando, mas – caramba – é tão bom você ser ouvida. Às vezes, acho que só faço escândalo para escutar os outros. Porque espero ouvir algo superóbvio e que eu já sabia, mas espero ouvir. Eu quero que as pessoas me escutem, não me cortem e respondam, e atendam ao meu dilema. Porque é incrível ser ajudada. É incrível o alívio que você sente ao ver que não está sozinha nessa. Precisamos estar abertos à novas lógicas, afinal, um problema extremamente simples para a gente pode ser o fim do mundo para outro. Não precisamos acalmá-lo, aconselhá-lo, dar bronca ou qualquer outra coisa: precisamos orientá-lo da forma mais simples possível. Conversa com a tua mãe que ela tem que te ouvir. Pra ser sincera, eu não faço isso. Eu não dou respostas simples. Mas vou trabalhar nisso. Temos que aprender a ser quase mudos na hora de ouvir e surdos na hora de falar com os outros. Pois te digo que quero ser surda-muda, e você?

Aquela, Espinha.

Apareceu uma espinha na minha bochecha. Ela é feia, nojenta e se parece com uma verruga [ou, segundo a minha irmã, com um Tic Tac]. Ela dói e é muito chata. Mas eu não a espremi. A maior parte das pessoas o faria, mas não eu. Eu não quero cicatrizes no meu rosto, não quero dor, não quero nada. Se as outras pessoas gostam disso, o problema é todo delas. Além do mais, se elas não passassem tanta maquiagem – tampando os poros – e/ou comessem tanta porcaria gordurosa – aumentando a oleosidade da pele (que já cresce por si só durante a puberdade) – não teriam que ficar espremendo as pobres das suas montanhazinhas facias. Coitadas das espinhas! Acabam torturadas, judiadas e mortas. Eu não faço isso com as minhas. Posso até passar uma pomada e, consequentemente, massageá-la. As minhas espinhas têm sorte. As minhas espinhas não são como as das outras caras. As minhas espinhas são especiais: são minhas. E essa daqui da bochecha pode confirmar: pois está vivendo seu ciclo natural, sem um creminho sequer. Certo, Espinha? Não estou correta? Eu quero que você continue assim, ok? Não como aquela da cara de outra menina. Não como aquela, Espinha.

P.s.: É isso aí, gentê! Setenta visitas por doas dias seguidos! *chora de emoção* :’D

Meu broto

 

Hoje, teve lanche comunitário na minha classe e – como eu não sabia se daria tempo de comprar comida para o tal (porque tudo foi decidido ontem) – não participei. E enquanto todos saboreavam deliciosas coxinhas, empadas e brigadeiros, eu comia a minha suculenta maçã. Mas, não tem problema. Porque sobrou bolo e eu e a Ana ficamos comendo feito umas mendigas gordas extremamente esfomeadas mortas de fome, lá no pátio. Se bem que… Eu queria ter comido beijinhos. D: Contudo, agora me vou, ó queridos leitores, porque tenho que pegar uma tela com meu broto. BD

Beijinhos,

Letii

P.s.: É sério, mesmo. Mandem sugestões de temas para a próxima edição especial.

Mil perdões

Uhul,estou de castigo! Hehê, brincadeira: ainda não. Mas creio que estarei a partir da saída do próximo boletim(matemática, né?) Bom, gente, peço quinhentos e quarenta e quatro perdões por nãopostar direito essa semana,ok? Mas prometo fazer uma edição especial sobre qualquer coisa qualquercoisa decente que vocês quiserem. Então, me mandem sugestões por comentários, direct messages no Twitter ou no Formspring, tá bom?

Beijinhos,

Letii

P.s.: não dá pra atualizar os meios de comunicação de atualização do blog. 😉

P.s.s.: Ok, agora já deu pra atualizar. É sério, mandem sugestões, por favor! *implora de joelhos*

Coisicas da vida

Ah, é. Teve uma vez que eu fui lavar o rosto de manhã e encontrei um gafanhoto na parede do box. Aí, eu acordei a minha mãe recdlamando que tinha um grilo gigante no banheiro. E eu descobri, hoje, que a minha cachorra gosta de lamber o chão. Ô_O Pois é. Coisicas da vida. Bão, gente, não ando postando muito porque a minha irmã chata fica usando o computador estou quase terminando o livro e super ansiosa para isso. Ai, é: me lembro de uma prova de biologia; não estudei nadica de nada até a véspera… No dia da prova, acordei ás seis e dez e decidi ficar mais um pouco na cama. “Tecido epitelial é revestimento interno e externo…”, acordei seis e meia, tomei banho e fui pra aula. -.-‘ Mas eu fui bem na prova. 😀 (podia ser assim em matemática. G_G).

Beijinhos,

Letii

Me ferrei

“Kidnap the Sandy Clawns, lock him up real tight, throw away the key andthen turn off all the lights!”, Kidnap The Sandy Clawns, The Nightmare Before Christmas Spundtrack. Gente, ganhei esse filme – que por sinal eu amo de paixãozão e nunca tive. ¬¬° – e aprendi a cantar. Não sai mais da minha cabeça. ‘-‘ Na versão brasileira, o Sandy Clawns (Garras de areia) é o Papai Cruel, que o Jack confunde o nome. Essa música é tão demais! “Sequestre o Papai Cruel, amarre-o bem forte, jogue fora a chave e apague todas as luzes!”. Na verdade, em português, eles cantam “Pega o Papai Cruel, deixa ele gritar! Tranca lá nos fundos que não dá pra escutar!”, e tem outras frases também. Mas essa é uma das mais legais! Pois bem, meu livro já está com cento e cinco páginas. G_G Então, eu vou lá termin[a-lo, ok? Depois eu volto. Ah, me ferrei na prova de matemática (superhipermegablasteresperável). Vou arrumar a mesa. Tchau. :*

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