A menina que matava caracóis

Filosofias úteis, inúteis e outras coisas que você pode não precisar.

Arquivo para o mês “dezembro, 2009”

Feliz ano novo! :D

Bom, gente. Como eu disse que sumiria por uns dois dias, aqui estou eu novamente! 😀 E de problemas resolvidos! Ok, já tenho que ir.

FELIZ ANO NOVO PRA VOCÊS!

*estoura champagne, rolha voa no olho de alguém*

Desculpem.

Gente, ando com uns probleminhas meio pessoais e vou sumir daqui por um tempinho, ok? Uns dois dias, no máximo. Talvez resolva isso hoje, mas não sei. 😡 Me desculpem. :/

Beijinhos,

Letii

Neverland

Hum, hoje eu vi Peter Pan. E, por incrível que pareça, só percebi quanto amo esse filme hoje! Sabe, mesmo que pareça ridículo e totalmente infantil, eu acredito nele. É um sentimento que eu tenho dentro de mim. É algo que me faz querer sorrir e quase chorar, se querem saber! Eu olho pela janela, pras nuvens e fico esperando, como se eu soubesse que ele viria! Ah, ele vem me buscar… É uma alma pura, alegre. É uma criança representante de toda a nossa nostálgica infância! Amável, adorável… Com aquele jeitinho próprio, meigo, doce e ousado! E me dá uma vontade de abrir essa janela aqui do quarto! Ah, é… Quando eu crescer, só vou deixar as janelas abertas e meus filhos vão acreditar em Papai Noel, Coelhinho da Páscoa e Peter Pan! E ele é tão inocente… Tão espertinho… Com um sorriso fantástico! Poder voar, lutar como ninguém! Dá inveja de vê-lo feliz, daquele jeito pra sempre, sem nada lhe faltando. Sinceramente, eu não queria crescer… Não hoje. Nem amanhã. Nem pro resto da vida. Mas olha que ousadia! Ele acabou até me incentivando! Não é mesmo, Peter? Não é verdade que “crescer seria uma grande aventura”?

Beijinhos,

Letii

P.s.: Ah, parabéns, Matheus! õ/

Uma janela aberta

AAAAAAAAAAH! NÃÃÃÃÃO! EU ESTAVA NA METADE DO POST E, SEM QUERER, FECHEI A PÁGINA! >:O

Bom, fazer o quê, né? Hum, eu tinha dito que meu Natal tinha sido ótimo e que eu  ganhei chinelos. Hehehehê. Também tinha perguntado como tinha sido o Natal de vocês. Espero que tenha sido melhor que o último (porque é sempre isso que a gente espera, né? Huhú! ^.^)

Hm, mas então, eu acho que todo mundo devia acreditar em Papai Noel e amigos até uma certa idade. Meus pais só me contaram que ele não existia quando eu tinha nove anos. Ah, é. Eu chorei bastante. ô_o perguntei se o resto existia e eles disseram que não. Aí, a maior diversão nas datas comemorativas era tentar não deixar a minha irmã descobrir – se bem que ela nunca correu o risco do contrário. Mas é bom isso, sabem? Fantasiar, ser tentar ser boazinha o ano inteiro, procurar ovos, fazer cartinhas, tentar ficar acordada à noite para ver o dito cujo… É maravilhoso! É incrível depois poder olhar pra trás e ver a pureza, a alegria de ser criança! E pensar que seus filhos farão igual, e seus netos e bisnetos! Eu adorava a Páscoa – aliás, ainda adoro – porque papai e mamãe desenhavam as pegadas do coelho no chão, com farinha. E eu e a minah irmã acordávamos supercedo pra ficar seguindo as pegadinhas farinhentas até os ovos (depois a gente ia acordar nossos pais pra mostrar os ovos e eles faziam “OOOOOOOH! Que legal! E o que mais ele trouxe? *-*” E nós, todas inocentinhas, respondíamos. Eu tentava arrancar o dente mole pra ganhar dinheiro mais rápido… Colocava a cartinha debaixo a porta pro Papai Noel pegar… Ah, eu também era trancada pra fora da casa enquanto colocavam os presentes debaixo da árvore de Natal (só que eu não ficava batendo na porta feito uma louca desvairada, eu aproveitava pra ficar olhando o céu e tentar achar o trenó e as renas. Meus primos me enganavam, às vezes, dizendo que tinham visto ele e eu ficava que nem uma boba procurando). Me lembro até de uma vez que minha prima tentou me convencer que ele não existia.

Prima: É claro que ele não existe!

Eu: Existe, sim!

Prima: Você já viu ele?

Eu: Não.

Prima: Se você não viu, como é que acredita?

Eu: Você acredita em Jesus Cristo?

Prima: Acredito.

Eu: Já viu ele?

Prima: Não.

Eu: E como é que acredita?

Hehehê. Pois é, eu defendia minhas crenças com todas as forças e sem papas na língua! Ah, mas é isso, gente. Eu gosto da pureza infantil. Porque é uma das únicas coisas que nos tira da realidade sem trazer danos à vida social, sucesso ou qualquer outra coisa. É uma janela aberta no quarto de Wendy para a verdadeira Terra do Nunca.

FELIZ NATAL!

Beijinhos,

Letii

P.s.: E a menina que matava caracóis quitou uma parte de sua conta no inferno! Huaehuae. É que, ontem, eu achei um caracol no tanque e não matei o bichinho! ( mas só por causa  da mamãe que não deixou, porque eu queria mesmo é ter esmagado ele com o poderoso polegar opositor! õ/) Ao invés de exterminar o coitado, eu coloquei ele em cima de um lacre de latinha de alumínio e o levei para o jardim! ^.^

O mesmo

Olá, pequenos monstrinhos! (tomem isso como um elogio, ok? -.-‘) Bom, estamos em véspera de Natal! E eu aproveitei que vou ficar acordada até mais tarde, mesmo, e dormi até as quinze pra uma da tarde. 😀

Eu me lembro de quando era mais nova… Só alguns anos atrás, antes do vovô morrer. Natal era só na casa da vovó. E era com tudo o que tinha direito: muita comida, família interaça, primos se jogando uns em cima dos outros, tias conversando na cozinha, cachorros latindo, um sofá de três lugares com onze pessoas em cima e não estou exagerando, tudo o que foi citado realmente aconteceu! O vovô sempre deixou a família muito mais unida… Acontece que agora eu cresci e o vovô morreu. A família continua, sim, unida, mas um pouco menos que antes. O Natal, esse ano, não será lá na vovó e nem toda a família estará presente (não por causa do vovô, porque uma parte não vai estar, mesmo). As coisas mudaram, eu crescida ouço bastantes problemas familiares que antes não ouvia. Parece até que brotaram problemas no chão das nossas casas. Mas às vezes eu me pergunto: “Porque antes não haviam tantos problemas e, hoje, há?” É aí que eu percebo que quem mudou fui eu e não o resto da família. Sou eu que já alcancei a idade que permite saber de certas coisas e – dependendo da situação – até intervir. Não parece muito bom, não é? Acordar um dia e ver que sua família não parece mais tão feliz. Mas, acontece, que ela ainda é. Minha avó ainda me conta as histórias de audno ela era mais jovem, dos parques antigos de diversões. Minhas tias ainda me falam besteiras superengraçadas, minha mãe ainda tem pique pra sair o dia inteiro pela cidade. Meu tio tem a mesma abrriguinha de antes e meus primos continuam pentelhos. Até o cachorro ainda está vivo (e olha que ele já tem doze anos!). É, acho que tudo continua o mesmo.

Um feliz Natal para vocês!

Beijinhos,

Letii

Ar

Me lembro de quando era pequena e queria ir dormir na casa da vovó. Eu ia todo mês! 😀 Quando eu me deitava pra dormir no sofá-cama, pedia pra ela contar uma história. Não sei, devia ter uns seis anos… As opções de contos-de-fadas eram três: Branca de NeveChapeuzinho Vermelho ou A Gata Borralheira. É, no começo eu também não sabia quem era  tal da gata – mas depois eu descobri: é a Cinderella. A que eu mais ouvia era essa última citada (eu gostava de  ouvir a vovó falar esse nome diferente. 😀). Hoje eu dei uma passada lá na vovó, vi uma foto de casamento dela e do vovô. Nossa, como eles estavam bonitos! Nossa, como a vovó era linda! Era maravilhosa! O cabelo todo arrumadinho, narizinho europeu, pele branquiiiiiinha! *u* Fiquei com saudade do tempo das historinhas… Pedi pra vovó me dar aquela foto depois. Já pensaram? Meus filhos me perguntando quem é aquele casal charmoso da foto?! E ainda melhor: eu responder que eram meus avós! E lembrar de como eram bons aqueles tempos de noites de sofá-cama, e arroz, feijão e linguiça! E gelatina de sobremesa! E do quintal todo florido que a vovó ama tanto! Ah, não duvido nada que eu vá chorar… :’)

Todas as noites eu vou contar para os meus filhos das coisas que me aconteceram e que eu vi acontecer. Vou contar da Branca de Neve, da Chapeuzinho e da Gata Borralheira. Discorrer horas sobre os cabelos superbrancos do vovô e seus olhos azulões. E do sorriso da vovó. O mesmo do casamento.

Vou contar isso pra eles porque eles não merecem saber apenas sobre sua própria geração! Porque são coisas especiais demais para serem perdidas, esquecidas! São coisas minhas, são minhas joias, meus suspiros de sobrevivência. E eu nunca, nunca, vou parar de respirar.

Ladies and gentlemen

Das frases batidas, eu destaco “Todos são especiais”. Somos? Eu acredito que sim. A partir do momento em que nos respeitamos e aprendemos a diferença entre “não mudar pelos outros” e “mudar para uma vida e sociedade melhor” não perdemos a nossa essência e continuamos especiais do nosso jeito. Mas, afinal, o que é ser especial do próprio jeito? Em primeiro lugar, ser especial não é ser importante. Em segundo lugar, também não é um dom. Agora, existem vários modos de o ser. Você pode ser especial porque é famoso, porque foi clonado, porque tem necessidades especiais, porque tem superpoderes, etc. Mas o meu tipo favorito de especialidade são as banais. Sabe aquele conhecido que é supereducado com você? Ou então aquela amiga muito animada? Também tem aqueles que param para cheirar as flores, os que olham o céu e dizem “Nossa, que céu lindo! Olha aquela nuvem!”. Também aquele amigo que vive dando conselhos e te colocando pra cima com poucas palavras! Tem todos esses e mais um pouco. E sabem porque é o meu tipo preferido? Porque essas coisas só são especiais nessas pessoas. Se outro alguém fosse tão educada ou tão positiva, não seria algo especial: seria uma qualidade a mais. Algumas coisas só nos tornam realmente diferentes pelo nosso jeito de ser. E é isso. Não é preciso esforço nem lições para ser assim. Todos nós temos um charme. Somos todos damas e cavalheiros com decotes e chinelos, bonés e calças largas usufruindo da nobreza de ser especial simplesmente pelo fato de sermos.

Beijinhos,

Letii

Ah, vamos lá. Isso seria legal! :D

Ok, coisas que eu gostaria de fazer.

Faz bem pra pele. *-* hehehehe.

Ou isso ou enfiar as mãos num saco de feijão… Ou os dois! *u*

 


Hehehehe. No desespero. ô_o

 


Toma, seu bobo! >:<

 


Relax, babe. ^.^

Olhga, tinham várias outras, mas mamãe quer que eu saia. :/

Beijinhos,

Letii

 

Fato verídico

(Aê, aê! Neve caindo no blog! 😀 Mas só fica disponível até  quatro de janeiro. Ah, eu queria tirar a decoração de Natal no dia que a gente tem que tirar mesmo – ou seja, no dia dos três reis magros magos, mas eu não lembro se isso é dia dois ou seis. ‘~’)

(http://www.formspring.me/blogdaletii. Me perguntem, aí. 😄)

Hm, acho que vou excluir algumas imagens do meu celular… Imagens… Apagar… Legal, agora é só marcar as imagens que eu quero que fiquem…

 

*marca imagens*

 

*aperta botão*

 

:O OH, MEU DEUS! ERA PRA MARCAR AS IMAGENS QUE EU QUERIA EXCLUIR!

 

Celular: Imagens apagadas!

 

 

  

Inconveniente

(desde o princípio, desculpem o palavreado)

O soluço acaba mesmo com o clima de TUDO, né? Pensem só [e considerem HIC! como soluço, ok?]:

Namoradinho apaixonado: Meu bolinho de chuva…

Namoradinha apaixonada: O que foi, meu docinho de coco?

Namoradinho apaixonado: Posso te pedir uma coisa?

Namoradinha apaixonada: Hihihihi… É claro que pode meu pudinzinho de baunilha! #’-‘#

Namoradinho apaixonado: Camafeuzinho…

Namoradinha apaixonada: Sim, meu quindim? *-*

Namoradinho apaixonado: Você quer cas – HIC!

Viram só? Arrasa com o clima da coisa! Bom, mas esse foi só o pedido de casamento do casalzinho doce apaixonado. Vamos, então, acompanhar sua jornada doce apaixonadinha.

Padre: Fulano de Tal, você gostaria de fazer seus votos?

Noivinho (doce) apaixonado: Mas, é claro, padre! *vira para a plateia* Bom… Dizem que nada acontece por acaso, e talvez não aconteça mesmo! Porque ter estamulher em minha vida foi a melhor coisa do mundo e perfeição asism não pode ser coincidência! *vira para a noivinha* Beutrana de Tal…

Pensamento do padre: são irmãos? ô_o

Noivinho (doce) apaixonado: Eu te amo mais do que tudo e incondicionalmente! Quero que você saiba que é a mulher mais espe – HIC!

Aaaah! Eu ia rir [e MUITO!]. Hehehehehehehehe. Ok, agora, temos de ir à noite de núpcias, né? 😉 Ah, considerem OOOOH! como um orgasmo, ok?

Maridinho (doce) apaixonado: Está bom aí, meu manjarzinho branco?

Esposinha (doce) apaixonada: Está, sim, brigadeirinho!

Maridinho (doce) apaixonado: Hum…

Esposinha (doce) apaixonada: Ah…

Maridinho (doce) apaixonado: Hum…

Esposinha (doce) apaixonada: Ah…

Maridinho (doce) apaixonado: Hum…

Esposinha (doce) apaixonada: Ah…

Maridinho (doce) apaixonado: OOOOOOOOOH! OOOOOH! OOO-HIC!

Esposinha [não mais tão](doce) [nem tão] apaixonada se revelando: AAAAAAH, PUTA MERDA! CARA, VAI À PUTA QUE TE PARIU! PELO AMOR DE DEUS! QUEM SOLUÇA TANTO ASSIM?!?!

Maridinho (doce) apaixonado: Ah, marronzinho glacê, não reclama comigo!

Esposinha [não mais tão](doce) [nem tão] apaixonada se revelando: Reclamo com quem, então?!

Maridinho (doce) apaixonado: Com a dona do blog, ué! Ela que tá me fazendo soluçar tanto!

Esposinha [não mais tão](doce) [nem tão] apaixonada se revelando: AAH! ALÉM DE MENTIROSO, É UM PÉSSIMO MENTIROSO! VOCÊ ACHA QUE EU VOU ACREDITAR QUE SOMOS PERSONAGENS DE ALGUMA HISTÓRIA LOUCA INVENTADA POR ALGUÉM POR AÍ?

Maridinho (doce) apaixonado: Mas é verdade, minha maçãzinha do amor! Ei! Batatinha doce, não me deixa aqui sozinho! Por favor! Açucareiro? Beijinho? 😥

Hehehê. Mas o que eu realmente queria ver era alguém espirrando num saco de farinha era:

Pai: Por favor, Joãozinho. Fica quieto, aí. Eu quero ler jornal.

Joãozinho: Eu não, seu otário!

Pai: Joãozinho! Não se fala uma coisa dessas para o seu pai!

Joãozinho: Nah, eu falo o que eu quiser, a piada nunca acaba a tempo de eu me ferrar mesmo!

Pai: Ah, então é assim, seu moleque filho-da-puta?! Você vai ver só! Acha que pode fiar xingando todo mundo, é? Você não é nada, seu idio – HIC!

Joãozinho: UHEAUHEAUHEHUEAUEAUHEHAEUE. Gostei. :’D

É isso aí.

Beijinhos,

Letii

P.s.: hum, acho que vou excluir o Curta e Grossa. Não consigo levar dois blogs [ainda], mesmo que o outro seja de posts [super] pequenos. Acontece que eu também estou concentrada no livro e tals (que já está com 68 páginas! õ/). Então, fica pra próxima! 😉 Obrigada à todos que entraram! E obrigada à todos que entram aqui! Até mais!

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