A menina que matava caracóis

Filosofias úteis, inúteis e outras coisas que você pode não precisar.

Arquivo para o mês “maio, 2009”

E eu me pergunto: serei eu tão diferente assim?

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Oi, genteee! Bem? Bom, eu estou ótima. Fiz quinze anoos, la-la-la-la-la-láááá. 😛 Bom, há alguns dias atrás, eu estava conversando com meu professor de espanhol e ele me disse uma coisa que é verdade: as pessoas não conseguem ver um menino e uma menina somente como amigos. E é verdade. É claro, só amigos o povo considera, agora, eu tenho, por exemplo, um amigo que me chama de amor, de coração e tals. Não vejo problema nisso. Eu realmentenão vejo problema nisso. É só um amigo. É só uma forma carinhosa de me tratar. E eu gosto disso. Porquê? Porque é muito gostoso quando as pessoas te tartam desse jeito. Por outro lado, tenho um amigo que eu sei que gosta muito de mim, mas que não me chama de amor nem nada. Mas eu sei que ele gosta de mim. É tudo uma questão de conhecer o jeito da pessoa. Mas, se eu digo que converso bastante com um menino, as pessoas já vêm com brincadeirinhas do tipo: “Iihh… Ói, Flávio, heein? Tá chifrando elee…“. E essas brincadeiras, por mais que sejam piadinhas ridículas, são feitas por, algumas pessoas, pensam de verdade desse modo. Não estou criticando nem nada. Mas, eu só não entendo qual é o problema. Eu, pelo menos, nunca na minha vida achei isso estranho. É claro que, às evzes, eu faço essas brincadeiras medíocres, mas, só por já ter ouvido muito isso. Isso chega a virar um hábito. Eu me pergunto: “Gente, sou eu tão diferente assim do resto do mundo?“. Olha, vou dizer uma coisa à vocês: eu prefiro ter amigos à amigas. Primeiro: meninos te protegem. Provas? Uma vez, eu estava em uma festa e um cara bêbado chegou e abraçou uma menina que estava comigo, encostou ela na parede, querendo beijá-la e tudo o mais. De todas as meninas que estavam lá (incluindo EU), sabe quantas foram ajudá-la? Nenhuma. Sabe quantas ficaram dando risada e fazendo cara de :O? Todas. Outra vez, eu estava andando na rua com a turma da classe, e estávamos eu, Bárbara e dois amigos nossos. Uns caras estranhos estavam andando na direção oposta. Os meninos se colocaram um a cada lado: um do meu aldo esquerdo e um do lado direito da Bárbara. Segundo: quando você tem uma relação íntima de amizade com um menino, você acaba conhecendo o mundo masculino, e eles, o feminino. Se vocês querem saber, os meus maiores segredos estão com poucas pessoas e uma delas é o meu MELHOR AMIGO. Sim, ele sabe de um monte de coisas cabeludas que eu já fiz (não pensem besteiras, pelo amor sagrado de Deus) e eu sei coisas dele (e não, eu não vou contar nada pra ninguém nem que me paguem, seu bando de curiosos. ¬¬° ……. >_<”). Pois é, eu amo os meus amigos. E isso é bom. Muito bom.

Beijinhos,

Letii.

P.s.: acho que esse texto ficou estranho. Ah, sei lá. -.-‘

Um belo dia de sol

idade para ser feliz_

O que é o melhor de tudo? Para mim, o melhor de tudo é saber que, por menos amigos que eu tenha, sempre terão aqueles que estarão ao meu lado, prontos para toda e qualquer ocasião. Para mim, o melhor de tudo é saber que, mesmo não tendo feito nada de importante, eu curti e ainda curto a vida. Do meu jeito. Aquele jeitinho que todo mundo tem dentro de si. Aquele jeitinho que nos torna especial. Aquela bossa de ator ou de médico. De psicólogo ou de arquiteto. Aquele brilho que nos permite ser amado. O melhor de tudo é saber que eu ainda estou aqui, que eu tenho gente do meu lado. Que eu tenho você. Para mim, o melhor de tudo é tudo que foi deixado de lado, tudo o que eu dei importância e tudo o que ainda virá. Mas, melhor ainda, melhor que tudo isso, é saber que, por piores que as coisas possam ser, eu sempre terei bons momentos, pois, afinal, “dias de chuva são apenas um preparo para um belo dia de sol“. Bom fim de semana para todos vocês (e não se esqueçam de que amanhã é o meu aniversário. /o/)

Beijinhos,

Letii.

A Teoria do Gato Flutuante

Eu estava com a minha mãe, no quartinho, e ela estava vendo os e-mails dela. Eu tentava estudar biologia, quando, o nome de um dos e-mails me chamou a atenção: Teoria do Gato Flutuante. No primeiro momento, eu pedi para ler, mas minha mãe não deixou e disse que ela mandaria pra mim, aí sim, eu poderia ler. ¬¬° Mas, bem, hoje eu li e dei muita risada. Espero que gostem. 😛

A Teoria do Gato Flutuante é a junção de duas teorias:

1ª teoria – A Teoria do Gato

Já dizia Murphy que, sempre que você jogar um gato para cima, ele cairá em pé.

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2ª teoria –  A Teoria da Bolacha

Já dizia Murphy que toda bolacha com manteiga jogada para cima, cairá com a parte da manteiga para baixo.

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3ª teoria –  A Teoria do Gato Flutuante

Pegue o gato e passe manteiga em suas costas. Jogue-o para cima. Ele não pode cair em pé, uma vez que tem de cair com a manteiga para baixo, entretanto, ele também não pode cair de costas, uma vez que gatos sempre caem em pé. Logo, ele ficará flutuando para todo o sempre (ou até alguém se tocar de que ele pode cair de lado. -.-‘ –> eu que pensei nesse parêntesis. >_<‘)

gaaato

 

Beijinhos,

Letii

* As fotos ficaram um tanto quanto desfocadas, mas foi o máximo que eu consegui, porque o meu computador não colocava a imagem no tamanho real… Raio de computador. ¬¬°

E eu achando que era importante. ¬¬°

Bom, impediram-me de citar nomes, então, como eu não quero ser processada, vou seguir as regras. 😛 Certo, eu estava em um lugar, com algumas pessoas (-.-‘), quando, alguém virou para mim e disse: “Olha, eu vou contar uma coisa SÓ PRA VOCÊ, ok?”, e eu disse que sim, claro, sem problemas. Aí, a resposta:

– Eu tô peidaaaando

– Ai, meu Deus. ><

Pois é, minha gente. Eu devo ter sido muito ruim na outra vida. -.-‘ Hahaha.

Beijinhos,

Leti

A matemática nossa das noites de Banco Imobiliário

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Oiêê! /o/ Bons? Espero que sim! 😛 Bom, hoje, eu, o Matheus e o Flá (sz’) nos reunimos aqui em casa para comemorar [antecipadamente] o meu aniversário. Foi quando estávamos jogando Banco Imobiliário, que o Matheus resolveu usufruir de seus vastos conhecimentos matemáticos:

(Flá joga os dados)

– Deu nove. 

– Deu cinco e seis, como pode dar nove¬¬° – Disse o Flá.

– Ah, é que eu vi um quatro no lugar do cinco. -.-‘

– Ah, e seis mais quatronove, Matheus?! ¬_¬” – Eu respondi.

– Aaah. – Suspirou Matheus.

Conclusão: >.<”

Beijinhos,

Leti

As coisas que a gente é obrigado a ouvir

ouvir

Oiê. Eu ainda não estudei e estou aqui. (Preguiça todo mundo tem, vá?) Bom, era quarta-feira. Minha classe estava no pátio, porque o professor de espanhol se despediu e ainda não tinham achado nenhum outro, então, ficamos com a professora de educação física, no pátio.  Resolvemos jogar Uno, aquele joguinho de números e tudo o mais (não vou ficar explicando tudo aqui… *Preguiça*), quando a Bárbara (acho que eu vou fazer uma categoria chamada Gafes da Bárbara, afinal, a maioria das coisa aqui é mico dela, mesmo.) passou perto do nosso “círculo oval” formado de pessoazinhas sentadas de perninhas cruzadas, e nós, educadíssimos, perguntamos:

Bá, você quer jogar?

E ela:

Ah, não! Eu esqueço a minha vez! Obrigada, gente!

As coisas que eu sou obrigada a ouvir… -.-‘ Isso sem contar as que eu tenho que presenciar! Uma vez, faz uns dois ou três anos, a gente foi jogar detetive e convidamos a Bá pra jogar, e ela disse que não, que não sabia piscar de um olho só. Então, nós dissemos que ela podia dar uma piscada mais forte, dar um jeito. E, qual não foi a nossa surpresa ao começar a jogar? A Bárbara tinha pêgo o papelzinho de assassino e, para matar as pessoas, ela tampava um olho com a mão e piscava com o outro. ¬¬° Eu devo merecer. Hahaha. Se bem que a gente se diverte pra caramba com essas coisas, né?

Beijinhos,

Leti

Nem tudo é o que parece.

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Bom, hoje eu consegui usar o computador. 😀 (e olha que hoje é dia de estudar. -.-‘). Hoje, depois da aula, eue stava esperando a minha mãe ir me buscar e comecei a conversar com o inspetor do meu colégio e devo admitir: me surpreendi. Sabe aquela frase “nem tudo é o que parece”? Pois é. O inspetor da minha escola, é um supermúsico (ele toca e faz instrumentos), não faz a baraba (pelo menos, não tem feito), usa uma boina verde, um colarzinho e tem furo na orelha (pelo menos eu acho… É que eu vi o furo enquanto estava conversando, mas pode ser que seja só uma pinta diferente. ><). Eu realmente não esperava que ele fosse tão filosofante. ‘-‘ Nós conversamos sobre vários temas. Conversamos sobre o estudo com células tronco. Conversamos sobre religião. Muita religião. Conversamos sobre assuntos polêmicos. Conversamos sobre a busca da perfeição. E quando ele não concordava com algo que eu dizia, devo declarar que, dava argumentos dignos de uma boa tese. Não tenho nada contra ele ser do jeito que é. Gosto bastante dele. Mas é que, as aparências enganam, sabe? Você nunca para pra pensar que uma pessoa dessas pode ser desse jeito. Tão aprofundada nesses assuntos. É a famosa primeira impressão. Mas, é a vida. Sinceramente? Eu detesto a primeira impressão, porque nos faz julgar as pessoas pelo o que vimos. Entretanto, é algo que sempre existiu e que ainda vai existir por muito tempo, acreditem. E é por isso que não devemos nos afastar de pessoas que não conhecemnos tão bem. Porque, talvez, ela não seja bem assim.

A vida de um jeito que você nunca viu.

 

Uma coisa que eu sempre estranhei foi o fato de nós sempre acharmos que a vida acontece do jeito que pensamos. Por exemplo: nós julgamos uma pessoa. Quando alguém que não conhece tal pessoa nos pergunta dela, o que nós dizemos? Respondemos aquilo que julgamos. Eu, sinceramente, acho o ser humano uma criatura incrível. Seu corpo é feito para funcionar perfeitamente, cada órgão, cada célula, tem uma função definida e não foge à ela; entretanto, é emocionalmente vunerável. É claro que há aquelas pessoa que são mais fortes, mas,de qualquer jeito, sempre há alguma coisa que as afeta. E, entre essas imperfeições do ser humano está a capacidade de achar que o seu jeito está certo. O jeito de pensar, principalmente. Embora o ser humano tenha por natureza dois ouvidos e uma boca, nós sempre falamos mais que ouvimos (desconfio que seja por isso que não temos duas bocas e um ouvido… Senão falaríamos realmente demais.). O homem tem esse problema: ouvir muito pouco e aprender menos ainda por causa disso, o que nos faz ficar ofendidos e/ou coisas do gênero quando contraditos.

Você já percebeu que só passamos a ter outro ponto de vista em relação à alguma coisa quando conversmos com alguém que tem uma opinão diferente? Eu mesma já passei por várias situações desse tipo. Passei a ver as pessoas de um modo diferente de antes, apenas pelo fato de ter conversado com alguma pessoa e ter aberto a minha mente para novas ideias nem que por um minuto. Mas, bem, esse é o meu ponto de vista. Eu acho isso certo, eu acho que isso realmente acontece, mas pode ser que não. E você? Qual é o seu ponto de vista?

E é esse conhecimento incrível do povo que me impressiona.

estudante

Bom, como de praxe, é uma gafe da Bárbara. >< Seguinte: estávamos eu, Bárbara e Ana conversando na hora do intervalo. Falando sobre essas coisas bestas que todo mundo fala no recreio, quando, de repente, a Bá comentou que estava com muitas aftas.
-Ah, porque eu estou com uma afta aqui, outra ali, uma na gengiva e blá, blá, blá…
Até que eu disse pra Ana: “É febre aftosa.”, e nós caímos na gargalhada. Aí, a Bárbara olhou, virou a cabeça pro lado com cara de quem não entendeu o que eu falei, deu algumas risadinhas e disse:
-Porque? Febre aftosa dá muita afta?
P
ra quê? Digam-me. Pra quê?! Bem, escusado dizer que eu a Ana quase morremos de rir naquele pátio. Eu, com a minha risada super discreta (nota: eu tenho falta de ar, aí, quando eu vou rir, eu tento rir e puxar o ar ao mesmo tempo. Imaginem.) e a Ana com a gargalhada de sempre dela (a gargalhada dela é muito engraçada! Além disso, é perfeita, porque é afinada. :D)

Eu ainda vou passar vergonha por causa dos meus amigos, viu? (O que não tem muito problema, uma vez que eu imagino já tê-los feito passar vergonha também. >_<”)

O veneno vem de nós, meus amores

grito

Boa tarde, pessoa legal que resolveu entrar no meu blog! 😀 Bom, antes de mais nada, gostaria de informar-te que eu fiquei com certas médias ruim nesse primeiro boletim e que, por causa disso, não poderei mexer no computador durante a semana. (só consegui postar hoje porque estou esperando minha irmã sair da aula de inglês e aqui na escola tem computador pra usar. -.-‘).

Bem, queridos, como hoje eu não sei sobre o que falar, vou fazer o que sempre faço quando fico sem nada pra fazer: confabulo. Pois é. Eu sou a garota que matava caracóis e que confabula quando não tem porcaria nenhuma pra fazer. Mas, sobre o que exatamente vamos confabular? Que tal sobre um dos meus assuntos preferidos: ódio? Ódio é uma coisa muita complexa. Porque? Bem, ódio está em vários lugares: rancor (que, para quem não sabe o significado correto, é aversão não manifestada, normalmente causada por uma mágoa duradoura, que pode, sim, se tornar ódio.), inveja(a pessoa inveja tanto a outra a ponto de odiá-la, pelo simples fato de achá-la melhor que si mesma, afinal, quem desdenha quer comprar), vingança (nem preciso comentar), entre muitas outras coisas. Além disso, o ódio, como qualquer outro sentimento, é algo que nos acompanha desde os tenmpos mais primitivos – uma vez que o ser humano nunca deixou de ter sentimentos – e que, garanto à vocês, vai nos acompanhar até não sei quando. Entretanto, é algo que podemos controlar (não muito, mas podemos. -.-‘). É algo que devemos controlar, senão, imaginem só: seríamos todos psicopatinhas. Também não devemos nunca extravasá-lo, porque senão, seríamos todos um bando de rancorosos, e, se me lembro bem, citei que ódio compõe rancor. Uma das minhas frases preferidas, que mostra que o ódio (em foco, o rancor) necessita de controle é a última frase da música Ódio, da banda Luxúria:

“Esse meu ódio é o veneno que eu tomo querendo que o outro morra.”

Bem, minha mãe já deve estar chegando, então, hei de ir embora. Tchau, tchau, meus amores! :*

http://www.youtube.com/watch?v=z9xB5Muew3o

Ódio, Luxúria

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