A menina que matava caracóis

Filosofias úteis, inúteis e outras coisas que você pode não precisar.

Arquivo para o mês “janeiro, 2010”

Gnomos

Não sei porquê, mas as coisas andam aparecendo em lugares muito improváveis. Vou explicar melhor: estamos jantando, eu estou feliz da vida comendo a minha costelinha vejo algo estranho.

Viu, porque tem papel alumínio na janela? – Só então me explicaram que o vidro tinha quebrado. -.-‘ (ok, esse ainda tem explicação).

Pois bem, à próxima situação: estou no banheiro, me olhando no espelho, arrumando o cabelo. Naqueles ganchinhos de pendurar toalha, as toucas e uma toalha estão todas desarrumadas, então decido arrumar. Logo depois que o faço, viro-me para trás e dou de cara com o box.

Porque tem pasta de dente em cima do box?? – Não me perguntem.

Nesta próxima situação inusitada estávamos eu, minha mãe e mnha irmã andando na rua. Passávamos por alguns postes quando, de repente, eu vi um carro. Isso não foi estranho. Aquilo foi.

Lá, – perguntei pra minha irmã – porque tem uma meia em cima daquele carro? – Também não me perguntem. (e o pior: a meia estava toda suja. ;P)

Mas a mais estranha de todas foi quando meu primo estava em casa e perdeu o boné dele. Postamo-nos todas a procurar o bendito boné! E procura ali e procura aqui, fuça isso, fuça aquilo, vira armário de onta cabeça, olha debaixo da cama, olha em cima da cama, vê se não pisou em cima e blá, blá, blá! Até a hora que eu passei o olhar por cima do armário:

Ôôô, gente… O que que o boné do Felipe tá fazendo dentro da casinha de bonecas?!?!

Começa a suspeitar de gnomos habitando a minha casa. (Eles mudam as coisas de lugar. Uhum, uhum. V.V) *medo* ‘-‘

Beijinhos,

Letii

A aula de física

Eu lembro de uma vez em que estava na sala de aula (era física ‘~’) e dois alunos saíram para fazer não-sei-o-quê. Saíram da sala, fecharam a porta, foram fazer o que tinham que fazer. Passou-se algum tempo, até que eles voltaram à classe, bateram a porta, mas não conseguiram abrir, porque ela tinha emperrado. Então, o professor foi abrir. Até aí, tudo bem: o problema foi quando ele arrancou a maçaneta [sem querer]. Nossa, aí começou aquela gargalhada geral, né? Os meninos que estavam à porta foram até a janela da classe e ficaram tirando sarro da nossa cara. -.-‘ Tentaram de tudo: chutaram a porta, reencaixar a maçaneta, mas, no final, acabou que entregaram uma chave de fenda pela janela, o professor tirou os pinos, a porta se soltou, fomos para o intervalo e perdemos a aula de física. Nunca gostei tanto de exatas. 😀

Pão

Nós só fomos comprar pão. Enquanto esperava minha mãe escolher o pacote que mais lhe agradasse, avistei um casal. Ambos pareciam estar em seus dezessete anos. A moça tinha os cabelos alisados artificialmente e tingidos num laranja adouradados, as sobrancelhas finas em um dos extremos e os olhos coloridos num azul muito aguado; não era feia de rosto. Já o rapaz mostrava o cabelo empinado com gel, brincos, aneis e colares; não era bonito de rosto. Os dois estavam segurando os braços um do outro e conversando alguma coisa na qual não prestei atenção. Me pareceu um casal comum. Pareceu. Mãe, eu quero danone, eu ouvi. Era um garotinho – aparentando quatro ou cinco anos – que saiu de trás da mocinha. Logo após a inesperada fala, mirei os olhos nos olhos da moça, esperando ansiosa pela resposta como numa estreia de cinema. Não, ela disse. Mas eu quero!, ele continuou. Toma, ela respondeu tomando nas mãos um doce de mocotó (daqueles em tirinhas brancas e rosas), danone pra você, e começou a rir com o produto nas palmas. O que é isso?, ela perguntou ao rapaz, ainda rindo. Sei lá, ele respondeu colocando o doce de volta no lugar. Depois disso, voltei a não prestar atenção no papo deles. Fiquei pensando comigo mesma, escrevendo na mente o texto que você lê agora. Que judiação, eu pensei, são crianças, são imaturas pra esse tipo de coisa. Não sabem nem o que é um doce de mocotó, como saberão criar um filho? Fitei por várias vezes, os olhos aquarelados da menina que também me encarou reciprocamente. Tive a impressão de que não me apreciou, de que lia meus pensamentos. Uma vez a mais em meus anos de vida fiquei sem reação: só consegui olha-lá e pensar um pouco. Fui e voltei algumas vezes, seguindo a minha mãe. Em algumas dessas miúdas viagens, cruzei novamente com a garota e voltei a observar seus olhos. Não sei porquê, sempre examino os olhos das pessoas em situações problemáticas, tristes e creio que embaraçosas. As íris, as pupilas parecem sempre me contar alguma coisa. As dessa garota me mostraram uma pessoa arrependida mas que, ao mesmo tempo, não se importava muito. Não sei, não posso afirmar nada. O que sei é que fomos comprar pão, avistei os dois, observei, pensei, compramos pão e fomos embora. Só comprar pão.

Me desejem sorte

Sobre o post anterior, eu acho que exagerei. -.-‘ Pelo amor de Deus, me desculpem. Na verdade, eu só tenho vontade, mesmo, de sumir.

Ok, vamos lá. Hoje, fiquei até às três da manhã acordada decidindo que faculdade fazer. -.-‘ Bom, a faculdade em si eu não resolvi, mas quero me lançar no meio artístico. Tá, eu disse que queria ser psiquiatra, mas eu acho que só tinha decidido isso porque minha mãe falou que a vida nesse ramo (o das artes) é realmente muito difícil e que seria melhor se eu tivesse alguma profissão que me garantisse e depois tomasse as artes como hobby. Acontece que eu não queria isso como hobby. Eu parei, pensei. Fiquei deitada, só com a luz de uma lanterna amarela iluminando o quarto de porta fechada. Desculpem, eu não me vi como psiquiatra. Tentei também me ver como professora e até consegui. Mas, sabe o que é que é? Se tem uma coisa que eu não consigo é ficar quieta (é por isso que eu bato tanta boca com meus pais). Eu tenho que ter uma profissão onde eu mostre coisas ao mundo, onde eu possa me expressar! Aliás, me expressar foi uma das razões para fazer o blog! Eu preciso sentir que estou levando coisas, opiniões, fatos, hipóteses às pessoas! Não posso nunca guardar pontos de vista para mim! Sabe, eu quero ser alguém. Quero ficar conhecida (mesmo que seja em um bairro, uma cidade), quero marcar as vidas das pessoas! Falei com a minha mãe, disse que quero me jogar de cabeça nessa área, porque eu gosto, porque meus olhos brilham quando eu falo dessas coisas! Eu sei que é uma vida dura, e por isso que quero publicar logo meu livro, pra ver se começo desde cedo e abro caminho para mim! Eu sei que vou me dar bem. Eu sinto isso. Mas, mesmo assim, eu peço:  me desejem sorte.

Beijinhos,

Letii

De verdade

 

“Chame por meu nome,
porque eu vou hesitar na linha do trem.”

Enquanto todos se divertiam, conversavam e riam, ela se calava para pensar na própria vida. A boca entreaberta, os olhos obstúpidos, a respiração num ritmo obrigatório para sobrevivência. O pensamento longe, assim como as soluções. Como podia ela não se contentar com o que sempre sonhou realizado? Como poderia ela querer mais que sua própria prece? Os pensamentos andando em zigue-zague pela sua mente carregavam lembranças que lhe levavam a razão por tanto querer o que havia ganhado, mas também bagunçavam seus sentimentos – o que a fazia confundir-se mais ainda. Porque agora? Aliás, porque acontecer? Afinal de contas, ela estava feliz… Ela era feliz. Amava sua família, seus amigos, seu namorado… Amava o que tudo o que tinha. O problema, mesmo, estava em amar o que não tinha do modo que queria. Talvez ela estivesse só fazendo drama, porque já achava que já havia acostumado com tantos conflitos internos (se bem que, lendo o que havia lido, sua vida não lhe parecia tão ruim assim)… Ou então, fosse apenas algo passageiro, essas pequenas guerras entre pessoa e espírito, corpo e alma, sabem? Mas ela tinha medo de que fosse algo maior. E se fosse? O que diabos ela faria?! E se aquilo fosse pra sempre?! Se seu objetivo fora não se magoar ou às outras pessoas, pra que complicar tanto? Ah, sim. Incluindo-se num paradoxo, ela realmente acreditava ser poder felicitar todo mundo, mesmo sabendo que tal proeza era impossível. De repente, ela queria sumir. Correr para os braços de seus mais íntimos amigos, de seu próprio lugar, pra terra de amores platônicos resolvidos, problemas psicológicos disfarçados por corpos esculpidos e bem vestidos, uma extrema boa-educação repleta de segundas intenções. Queria chorar ao ombro de alguma jovem de longos e negros cabelos compridos ou se resolver conversando com alguma mulher de perfeitos cabelos cacheados. Queria adormecer por ali mesmo e só acordar quando, por mágica, as coisas tiverem sido solucionadas. Eu sei, parece meio confuso, mas é assim que era ele. O seu mundo, eu digo. eram assim seus personagens. Era assim a sua vida até os catorze anos.

Um dos piores fatores era gostar parcialmente de sua situação. Outro era ver todo seu sofrimento por causa da escassez de realizações de desejos carentes e agora, o torna-verdade exarbebado dos mesmos. Ironia da vida. Ou do destino. Teria aquilo alguma finalidade? Teria ela coragem de reagir àquilo? Não, não teria. Ela nunca se entregara o suficiente à realidade e isso a impediu de saber resolver os próprios grandes problemas sem ajuda externa. Por um momento, se perguntou se aguentaria até o fim lhe destinado naquele lugar tão cruel que era o mundo real. Bom, teria que aguentar. Ela não teria coragem de reagir à isso também. Às vezes, lendo suas histórias compradas na banca, ela achava os deuses da morte muito corajosos… E talvez eles fossem. Por muitas vezes, quis-lhes a companhia para uma conversa, pra saber se dariam risadas e se entenderiam… Porque sabia que eles poderiam lhe ajudar. Eles a poderiam odiar, também, mas ela não queria essa possibilidade em seus planos. tinha que ser otimista, por mais difícil que fosse aquele momento. Se bem que, por várias e várias vezes, pensava os ter ofendido. Quero que saibam, shinigamis (deuses da morte), que ela nunca fez por mal; que ela os admira. Algumas vezes ela queria se salvar, ter uma segunda chance, como encorajava Mitsuki. Já por outras, queria poder se espelhar em Izumi e hesitar na linha do trem. Me desculpe, Izumi. Não quis te magoar. De verdade.

Descoberta

Ontem eu assisti A Fantástica Fábrica de Chocolate. Gente, adoro esse filme! O Willy Wonka é um dos meus personagens favoritos, porque são só dois palitos pra eu entrar na pele dele! Eu vejo nele um garoto de sonhos corrompidos, mas esperanças inarrancáveis! Veo alguém que, lá no fundo, quer colo… Quer carinho… Vejo a inutilidade do materialismo claramente. Willy é uma pessoa encantável e encantadora. Aliás, também me vem a imagem da aceitação do próximo quando há a deixa de Wilbur Wonka descobrindo que o filho está bem à sua frente. Além de , é claro, a perfeitíssima participação de Charlie expondo à nós a importância do abstrato. Se pararmos para pensar é uma mensagem por inteira comum que, estranhamente, nos faz pensar (e muito). Willy não tinha família. Willy não tinha herdeiros. Willy tinha chocolate e Oompa Loompas. Daí, ele aprendeu a como a família da gente cntinua nos amando e nos gostando, independente do que fazemos e que ela é mais importante que qualquer outra coisa que temos. Resultado: Willy ganhou uma família e um herdeiro, e continua com o chocolate e os Oompas Loompas. É só isso, pessoal. Com a família, a gente só tem a ganhar. Mesmo que você deteste que sua mãe não te deixe ir à tal lugar, que seus pais não te deixem namorar aquele ali, que seu irmão vive te enchendo o saco… Eles vão sempre te querer o melhor e o amor deles por você será sempre incondicinal. Não brigue por tantas baboseiras, por algum objeto sem importância quebrado sem querer. A vida é supreendente, você não ideia como. Ela não pode nunca cair na rotina: “Brigo hoje, amanhã já estou de bem.” E eu lhes pergunto: haverá amanhã? Não estou sendo pessimista, estou ensinando como aproveitar tudo o que temos. Ora, vamos lá! Se você tem mãe e/ou pai, porque não aproveitá-los da melhor forma? Ok, de repente vocês têm uma discussão, isso é mais que normal, mas porque ficar e mal durantes horas, dias? Desculpem-se no mesmo dia! (detesto quando me dizem que não é pra brigar com ninguém, porque tem vezes que não dá, o eu não estou nos meus melhores dias ou qualquer outra coisa. Acho que brigamos para fortalecer ou comprovar laços. É saudável ter umas briguinhas às vezes. Umas briguinhas, ok?). A vida é frágil, é louca, é lógica; complicada, estranha, amável, mágica; incrível, decepcionante, animadora, tediosa. Mas descobrir isso, ah… “A vida nunca foi tão doce.”

Beijinhos,

Letii

Seja uma moça morena

Eu estava parada na porta do supermercado quando uma mulher entrou. Tinha a pele bem escura e de textura macia. Os cabelos longos muito crespos davam-lhe um charme notável. Usava um decote ousado, mas não vulgar; tinha seios fartos e curvas bem definidas, muito sensual. O rosto com olhos amendoados, nariz esculpido e lábios carnudos prestavam atenção na compra de rotina. Era elegante até andando de chinelos. Confesso que me peguei olhando-a até sumir entre produtos e prateleiras – mas não tive tempo de vê-la voltar.

Logo após, surgiu outra garota: desta vez, mais nova que a primeira, mas não tão cuidada. Não era feia, mas também não considerei-a bonita. Tinhas as bochechas gordas e os cabelos tingidos de louro dourado que – acredito – só não foram alisados em função da lavagem pré-supermercado. Vinha andando, vestindo um tomara-que-caia preto e justo, que deixava a barriga à mostra; acompanhando a roupa citada, havia uma minissaia que não parecia atrapalhar-lhe no andar (embora ela não pudesse nem cruzar as pernas direito, se quisesse).

É feio tentar sem quem não somos. Aliás, é feio não se aceitar. O problema não está em, de vez em quando, colorir o cabelo, alisá-los, usar uma roupa justa ou uma minissaia (desde que não seja exagerada – e isso vale para os dois últimos itens), o problema está em fazêlo todo dia. Vejam, por exemplo, a moça morena: ela tinha o cabelo escuro e crespo, e – sendo sincera – eu senti inveja. Gente, o cabelo dela era maravilhoso! De verdade, eu não sei aonde as pessoas vêm graça naquele cabelo colado na cara, lambido. Acontece o seguinte, gente: quando você se entrega à um padrão, você etornuma pesso vazia, fútil. Maaaaaas, se você se entrega parcialmente à um padrão (porque, querendo ou não, sempre haverá um e só nos destacaremos se fugirmos à ele) você pode continuar passando coisas no cabelo, alisando, enrolando, usando roupas justas e um pouco mais curtas e várias das coisas que você quiser sem paracer igual à todo mundo, vazia, sem conteúdo, pois meninas assim são istas (tanto por homens quanto mulheres) como vulgares, galinhas. Então, é isso. Pense no que eu falei: seja uma moça morena e, então, será como um potinho de doces: todo mundo vai olhar, vai querer, alguns vão ficar um bom tempo namorando, mas só um vai poder comer. 😛

Bejinhos,

Letii

Abertos ou fechados

Se tem uma coisa que eu adoro é ouvir a história de vida das pessoas – principalmente da mais velhas, porque aí é ainda mais legal imaginá-los novinhos, de cabelos morenos e sem rugas. Hoje, meu pai estava contando pro meu tio sobre um amigo e eu fiquei do lado, ouvindo. Foi uma viagem incrível! Imaginar uma pessoa nascer no fundo do poço e se reerguer é, realmente, animador! Era como se eu estivesse assistindo à um filme: no começo é só uma história; depois, você começa a entrar na pele no protagonista e a batalhar junto à ele em função dos objetivos; aí, no fim, você fica feliz por toda aquela luta ter dado certo. É uma coisa mágica e encantadora… E sabem de uma coisa? É nesses momentos que eu tenho certeza de que as histórias dos filmes tomaram um copo de inspiração na vida real! É sério, porque existem coisas pereitas demais que a gente acha que só existe no mundo literário e cinematográfico! Mas é mentira! As coisas podem acontecer de verdade, basta a gente acreditar! Porque, quando a gente tem certeza de que a nossa vida é uma droga, por melhores que as coisas sejam, nós as estamos vendo por olhos errados:

& terminou o namoro: ai, meu Deus. Eu sou tão sozinho; (Flávio, isso não é uma indireta)

& aumentou o salário: caramba, agora  tenho que pagar mais pro governo;

& arranjou emprego novo: eu podia ter arrumado algo melhor.

Mas, e se estivermos com olhos certos?

& terminou o namoro: eu supero;

& aumentou o salário: tem que pagar mais, se não adiantasse não tinha gente rica no mundo;

& arranjou emprego novo: legal, agora eu uso o dinheiro pra pagar a faculdade.

Viram, só? O problema nunca em o quê, mas em quem. Tudo depende se você está de olhos certos ou errados. Ou melhor, abertos ou fechados.

Beijinhos,

Letii

Todo mundo gosta

90308071, Apple Tree House /Taxi

Olá! 😀 Hoje eu assisti 102 dálmatas! Sabe o que eu gosto nesse tipo de filme? É que é uma comédia tão bobinha, tão simplesinha… Mas eu dou tanta risada! Sei lá, acho que resgata o meu espírito infantil, sabe? É como eu disse pro Flávio esses dias: “Meninos são bobinhos, mas eu adoro isso! Porque, como as meninas amadurecem mais rápido, quando eu te vejo fazendo umas brincadeirinhas bobas eu me sinto criança de novo – além de trazer um pouco do instinto maternal, o que também é legal.”. É bom sentir que, mesmo com quinze anos, eu ainda posso ter essa coisa de crinaça, mesmo porque, ainda sou adolescente, não cresci totalmente! Hm, e sabe outra coisa? Eu acho um dos motivos pelos quais (ou é pelo qual?) as pessoas têm filhos é a vontade de brincar, de correr por aí sem ser estranhado (porque, vamos e venhamos, já pensou você passar pela rua e ver uma mulher em seus quarenta e poucos anos brincando de  boneca com a vizinho de cinquenta e quatro? Se ela estivesse com uma criança, todos achariam bonitinho. V.V).

Acontece que, ser criança todo mundo gosta. Por isso que existe tão grande variedade de brincadeiras: as realmente de criança, os jogos de jovens, as brincadeiras que os adultos adoram fazer, jogos de tabuleiro para todas as idades e etc.

Bom, é isso. Me desculpem, agora tenho que sair.

Beijinhos,

Letii

Post novo

Oiê. 😀 Tudo bem? Bom, espero que sim. Pra falar a verdade, não tenho nada sobre o quê escrever, hoje. Só passei pra não deixar sem post novo, mesmo. ;P

Beijinhos,

Letii

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