A menina que matava caracóis

Filosofias úteis, inúteis e outras coisas que você pode não precisar.

Arquivo para a categoria “Criancices”

A queda

Minha irmã estava saindo do banheiro, quando eu saí correndo e ela me ouviu, mas assustou do mesmo jeito (deu um grito que só!). Eu ri bastante e voltei com a vida normal. Passado uns vinte ou trinta minutos, eu estava no quintal, brincando com a Sarah (pra quem não sabe: a minha rotweiller). O portãozinho para o quintal estava aberto e  eu estava bem à frente dele. Minha irmã veio correndo e berrando, para se vingar do susto – mas ela escorregou e foi de cara no chão, com os braços esticados para cima e afinou o berro para um grito de queda. Ambas começamos a rir, mas – de repente – a cachorra pulou em cima da minha irmã e começou a brincar. O problema é: brincar, para a Sarah, é a mesma coisa que a)se jogar em cima do outro, b)morder de brincadeira, c)pisar na barriga/ombro/pernas, d)babar, etc. E toda vez que a pobre da vítima tentava se levantar, a Sarah agarrava-a com as duas patas e puxava-a de volta para o chão! E o que fez a minha pessoa? Ficou rindo e pediu pra minha irmã parar de cair no meu caminho, pois eu queria usar o compoutador. 😀

Beijinhos,

Letii

Rebel without a cause

E que vão todos tomar no cú, porque hoje estou rebelde sem causa.
Cheguei atrasada à escola, fui sem uniforme, tirei umas com a cara do Flávio, respondi pra minha mãe, fui mal na prova, não fiz a lição, derrubei uma bolinha pula-pula no meio da aula de física e estou de tpm. Vou virar o
James Dean.
E não vou me desculpar pelo palavreado.

Cú, cú, cú. Sem pedir desculpas.

P.s.: Me desculpem pela grosseria e não pelo palavreado. Tchau.

De mal

Estou nervosa, estou estressada, estou de mal. Já mandei todo mundo queimar no meioi do inferno, tomar no  citado anteriormente – porém riscado por educação (se bem que dá pra ler do mesmo jeito… É que eu tinha e queria escrever aquilo e deixar, só pra extravasar a raiva). Não posso ir ao cinema com o Flávio, ele não pode ir proutro lugar comigo, não tomei banho ainda, meu cabelo está uó, comi a unha até doer o dedo, arranquei [sem querer] o brinco da minha orelha à força, minha pele está ressecada e meu olho está lacrimejando. Ah, é: o nariz está entupido. AAAAAAAAAARGH! Tomara que todo o bolo de chocolate do mundo acabe, só pra ninguém comer – porque eu estou de mal. >x< Tchau.

P.s.: desculpem a demora na arrumação da barra lateral. Agora não estou com saco para fazer isso, vou terminar de escrever meu livro. Beijinhos. :*

No lugar

Oh, Deus, estou cansada acabada. De verdade, mais que ontem! É que hoje eu fiquei com os pequenos (pequenos = dois anos de idade) lá na escola. No começo eles tiveram vergonha e medo de mim porque eu pareço um monstro verde mau, mas depois eles foram se soltando. Teve uma menininha que grudou em mim! Toda hora ela pedia colo… Era tããããão bonitiiiiiiiinha! *-* Teve uma vez que ela virou pra mim e dia que queria fazer cocô. Aí, eu falei pra professora que ela queria ir ao banheiro, mas a menina começou a chorar e não quis ir com a “tia”, aí eu fui e limpei o bumbumzinho dela. *-* (ok, o cocô era verde-musgo… E pensar que uma coisa daquelas já saiu do meu traseiro. ô_o Aliás, ela quis fazer cocô duas vezes. Hehehê. Mas da primeira foi alarme falso: ela só fez xixi.). Nossa, eles queriam pentear meu cabelo, ver a minha pulseira, mexer na minha bolsa, saber meu nome, pegar a faixa do meu cabelo, mostrar as unhas pintadinhas de rosa (tá, eu acho isso demais pra dois anos de idade, mas ok), etc, etc. Aí era um chorando aqui, outro caindo ali… Hm, e tinha um menininho que não podia ver uma cadeira afastada da mesinha que ele ia lá e empurrava a cadeira. Me lembro de pensar: “Nossa, eu coloco a cadeira no lugar, mas não assim… Não de sala de aula, essas coisas… Só na minha casa, mesmo.”. Ah, é! Teve um outro menino que limpou o nariz no meu braço. G_G Huhaeuhaeuea. ;D E na hora que a gente foi lá pra fora? Hehehê, foi engraçado. “Tia, olha o que eu vou fazer!”, me chamava o menininho das cadeiras no lugar e, logo em seguida, escorregava pelo escorregador. Passavam-se três (de verdade, sem exagero.) segundos: “Tia, olha o que eu vou fazer!” e ele escorregava pelo escorregador. Não parei pra contar, mas deve ter acontecido umas nove vezes ou mais. Ah, e também tinha: “Tia, eu quero brincar ali!” e coloca a menina no brinquedo. Eu, cansada, sentava no banco. Um minuto depois. “Tia, não quero mais.” e tira a menina do brinquedo. Sento de novo no banco.  Trinta segundos depois. “Tia, eu quero brincar ali!” e coloca a menina no mesmo brinquedo de antes. E assim foi, até eu desistir de sentar. Mas, sabe que foi bom? Eu voltei quebrada pra casa, mas curti o momento. Foi muito bom. Carreguei um monte de vezes a menininha no colo e ela deitou a cabeça no meu ombro… Pensei na minha mãe me carregando, enquanto eu dormia no colo dela. Também limpei a boca e assoei o nariz dela. Pensei na minha mãe cuidando de mim. Foi tão bom! Me sentir como a mulher que mais idolatro! Aliás, não foi muito bom, foi fantásatico. 🙂 Depois disso tudo, fui até a sala dos professores e sentei à mesa e comecei a conversar com o isnpetor de alunos, enquanto ele comia seu lanchinho. Conversamos sobre faculdades, música, escrita, jornais… Quando tivemos que sair de lá, levantei e me peguei colocando a cadeira no lugar.

P.s.: Ai, geeeente! Só hoje, já temos quarenta e cinco visitas! Obrigada! De verdade! Se vocês querem saber, mesmo com as caídas esperadas (de Natal e Ano Novo) ainda tivemos mais de mil visitas em Dezembro (1.472) e Janeiro (1.214). Muito obrigada! Janeiro foi o quarto mês consecutivo de mais com mais de mil visitas! Espero que este seja o quinto. *0* Por favor, divulguem, indiquem! Eu também estou ajudando! Hehê. Obrigadinhas. 😀

Todo mundo gosta

90308071, Apple Tree House /Taxi

Olá! 😀 Hoje eu assisti 102 dálmatas! Sabe o que eu gosto nesse tipo de filme? É que é uma comédia tão bobinha, tão simplesinha… Mas eu dou tanta risada! Sei lá, acho que resgata o meu espírito infantil, sabe? É como eu disse pro Flávio esses dias: “Meninos são bobinhos, mas eu adoro isso! Porque, como as meninas amadurecem mais rápido, quando eu te vejo fazendo umas brincadeirinhas bobas eu me sinto criança de novo – além de trazer um pouco do instinto maternal, o que também é legal.”. É bom sentir que, mesmo com quinze anos, eu ainda posso ter essa coisa de crinaça, mesmo porque, ainda sou adolescente, não cresci totalmente! Hm, e sabe outra coisa? Eu acho um dos motivos pelos quais (ou é pelo qual?) as pessoas têm filhos é a vontade de brincar, de correr por aí sem ser estranhado (porque, vamos e venhamos, já pensou você passar pela rua e ver uma mulher em seus quarenta e poucos anos brincando de  boneca com a vizinho de cinquenta e quatro? Se ela estivesse com uma criança, todos achariam bonitinho. V.V).

Acontece que, ser criança todo mundo gosta. Por isso que existe tão grande variedade de brincadeiras: as realmente de criança, os jogos de jovens, as brincadeiras que os adultos adoram fazer, jogos de tabuleiro para todas as idades e etc.

Bom, é isso. Me desculpem, agora tenho que sair.

Beijinhos,

Letii

Neverland

Hum, hoje eu vi Peter Pan. E, por incrível que pareça, só percebi quanto amo esse filme hoje! Sabe, mesmo que pareça ridículo e totalmente infantil, eu acredito nele. É um sentimento que eu tenho dentro de mim. É algo que me faz querer sorrir e quase chorar, se querem saber! Eu olho pela janela, pras nuvens e fico esperando, como se eu soubesse que ele viria! Ah, ele vem me buscar… É uma alma pura, alegre. É uma criança representante de toda a nossa nostálgica infância! Amável, adorável… Com aquele jeitinho próprio, meigo, doce e ousado! E me dá uma vontade de abrir essa janela aqui do quarto! Ah, é… Quando eu crescer, só vou deixar as janelas abertas e meus filhos vão acreditar em Papai Noel, Coelhinho da Páscoa e Peter Pan! E ele é tão inocente… Tão espertinho… Com um sorriso fantástico! Poder voar, lutar como ninguém! Dá inveja de vê-lo feliz, daquele jeito pra sempre, sem nada lhe faltando. Sinceramente, eu não queria crescer… Não hoje. Nem amanhã. Nem pro resto da vida. Mas olha que ousadia! Ele acabou até me incentivando! Não é mesmo, Peter? Não é verdade que “crescer seria uma grande aventura”?

Beijinhos,

Letii

P.s.: Ah, parabéns, Matheus! õ/

Uma janela aberta

AAAAAAAAAAH! NÃÃÃÃÃO! EU ESTAVA NA METADE DO POST E, SEM QUERER, FECHEI A PÁGINA! >:O

Bom, fazer o quê, né? Hum, eu tinha dito que meu Natal tinha sido ótimo e que eu  ganhei chinelos. Hehehehê. Também tinha perguntado como tinha sido o Natal de vocês. Espero que tenha sido melhor que o último (porque é sempre isso que a gente espera, né? Huhú! ^.^)

Hm, mas então, eu acho que todo mundo devia acreditar em Papai Noel e amigos até uma certa idade. Meus pais só me contaram que ele não existia quando eu tinha nove anos. Ah, é. Eu chorei bastante. ô_o perguntei se o resto existia e eles disseram que não. Aí, a maior diversão nas datas comemorativas era tentar não deixar a minha irmã descobrir – se bem que ela nunca correu o risco do contrário. Mas é bom isso, sabem? Fantasiar, ser tentar ser boazinha o ano inteiro, procurar ovos, fazer cartinhas, tentar ficar acordada à noite para ver o dito cujo… É maravilhoso! É incrível depois poder olhar pra trás e ver a pureza, a alegria de ser criança! E pensar que seus filhos farão igual, e seus netos e bisnetos! Eu adorava a Páscoa – aliás, ainda adoro – porque papai e mamãe desenhavam as pegadas do coelho no chão, com farinha. E eu e a minah irmã acordávamos supercedo pra ficar seguindo as pegadinhas farinhentas até os ovos (depois a gente ia acordar nossos pais pra mostrar os ovos e eles faziam “OOOOOOOH! Que legal! E o que mais ele trouxe? *-*” E nós, todas inocentinhas, respondíamos. Eu tentava arrancar o dente mole pra ganhar dinheiro mais rápido… Colocava a cartinha debaixo a porta pro Papai Noel pegar… Ah, eu também era trancada pra fora da casa enquanto colocavam os presentes debaixo da árvore de Natal (só que eu não ficava batendo na porta feito uma louca desvairada, eu aproveitava pra ficar olhando o céu e tentar achar o trenó e as renas. Meus primos me enganavam, às vezes, dizendo que tinham visto ele e eu ficava que nem uma boba procurando). Me lembro até de uma vez que minha prima tentou me convencer que ele não existia.

Prima: É claro que ele não existe!

Eu: Existe, sim!

Prima: Você já viu ele?

Eu: Não.

Prima: Se você não viu, como é que acredita?

Eu: Você acredita em Jesus Cristo?

Prima: Acredito.

Eu: Já viu ele?

Prima: Não.

Eu: E como é que acredita?

Hehehê. Pois é, eu defendia minhas crenças com todas as forças e sem papas na língua! Ah, mas é isso, gente. Eu gosto da pureza infantil. Porque é uma das únicas coisas que nos tira da realidade sem trazer danos à vida social, sucesso ou qualquer outra coisa. É uma janela aberta no quarto de Wendy para a verdadeira Terra do Nunca.

FELIZ NATAL!

Beijinhos,

Letii

P.s.: E a menina que matava caracóis quitou uma parte de sua conta no inferno! Huaehuae. É que, ontem, eu achei um caracol no tanque e não matei o bichinho! ( mas só por causa  da mamãe que não deixou, porque eu queria mesmo é ter esmagado ele com o poderoso polegar opositor! õ/) Ao invés de exterminar o coitado, eu coloquei ele em cima de um lacre de latinha de alumínio e o levei para o jardim! ^.^

Ah, vamos lá. Isso seria legal! :D

Ok, coisas que eu gostaria de fazer.

Faz bem pra pele. *-* hehehehe.

Ou isso ou enfiar as mãos num saco de feijão… Ou os dois! *u*

 


Hehehehe. No desespero. ô_o

 


Toma, seu bobo! >:<

 


Relax, babe. ^.^

Olhga, tinham várias outras, mas mamãe quer que eu saia. :/

Beijinhos,

Letii

 

Perfeição

Uma vez, quando pequena, eu brincava no parquinho. Estávamos sentadas eu e uma menina, uma de frente pra outra. Ela tinha uma bola laranja com uns quadradinhos coloridos – acho que azulados – e ela jogava aquela bola pra mim e eu pra ela. Sempre jogando rasteiro. Bom, eu havia acabado de jogar pra ela quando olhei pro lado e vi um pedacinho [também laranja] de plástico. Ele era pontudinho. Joguei a bola pra ela mais uma ou duas vezes, até a hora que ela jogou pra mim, eu segurei a bola, olhei para o lado, estiquei o braço, peguei o caquinho de plástico e enfiei na bola. Nem preciso dizer, né? A bola explodiu e fez o maior barulho. Aí, a menina começou a chorar e a dizer: Ai, sua boba! Olha o que você fez! e eu (querendo me inocentar): Não! Eu não fiz nada! Eu só encostei isso aqui e ela explodiu!. Aí a menina saiu correndo pra mãe. Mas eu não me lembro de ter ficado de castigo. ‘-‘ Pois é… Aquele dia foi legal. 😀

Mas como o post está muito pequeno, vou contar mais algumas coisas, pode ser? Ok. Uma vez, eu estava conversando com a Isabele sobre uma escola que a gente estudava.

Nossa, Isa! Eu lembro da Tia Fulana*!

Ah, eu não gostava dela. Ela roubou meu gameboy.

Ai, é?

É. Uma dia, ele sumiu.

E como é que você sabe que foi ela?

Porque, depois, ela veio perguntar se eu tinha o carregador. ¬¬°

*nomes trocados por questão de privacidade (uhum, uhum. V.V)

Hm, vejamos… A minha irmã ia pra classe na hora do recreio, pegavya os lápis de ttodo mundo e jogava no telhado da casa do lado. ‘-‘ Ah, sim, as pessoas compravam lápis novos… E ela jogava de novo. >< Hehehehe. Ah, ela também colocava papel higiênico nas canequinhas com leite achocolatado do refeitório e todo mundo pensava que era nata. Ela me contou isso ontem. Hm… Eu tomava aquele leite. ¬¬¬¬¬¬¬¬’

 Ah, siiiiiim! Na escolinha que eu estudava a gente tinha aula de música. E a professora tocava piano pra gente cantar. Aí, numa dessas aulas, nós estávamos sentados no chão e cantando, enquanto a tia tocava piano. Mas eu estava meio “voaaaando“, sabem? Então, eu ficava me balançando de um lado pro outro naquele chão de madeira que fazia barulho e dando risada.  Até a tia dizer que a gente precisava fazer silêncio e todo mundo ficar quieto… Menos eu. Eu lenbro dela me olhando com a maior cara de traseiro. (uhum, uhum. V.V)

É… Olha, pode até ser que dias melhores estejam por vir, mas os que passaram… Ah… Estes, sim: foram perfeitos. 🙂

P.s.: Geeeeeentein! Olha, não sei se vai dar certo, mas [pelo amor de Deus Pai Todo Poderoso Criador do céu e da Terra], estamos com mil seiscentas e oitenta e nove visitas só este mês! Que tal, agora, RUMO ÀS DUAS MIL, hein?!?! Vamos lá, indiquem para amigos, inimigos, vizinhos, avôs, avós, pais, mães, qualquer coisa viva, ok? (a não ser que vocês conheçam coisas mortas que se mexem, aí elas também se incluem). Ok, ok?! Aaaaah, estou superanimada! *0* Beijinhos, beijinhos! Tchau, tchau! Letii. 😀

Mais lhamas, por favor.

santaclausconquersthemartians
-Papaizinho Noeeeeeeeel, você vai me dar presentes, né?
-Não. ¬¬º
-Ah, então morra com o meu raio laser de Marte, seu velho pançudo recheado de biscoitos e leite!
TZAAAAAAAAAAM!
-Uau! O sangue dele é de Coca-cola! “D

Ok, ok. Hoje, que tal algumas curiosidades? Bom, sabem aqueles cientistas que procuram por coisas vitais para nós? Aquelas coisas que a gente não sabe como a gente viveu até hoje sem saber delas? Então, claro que isso é irônico. 😉

AVISO: NÃO TENTEM ISSO EM CASA QUE A CULPA VAI CAIR EM MIM. Okay? Certo. ‘-‘

✱Se você gritar durante oito anos, sete meses e seis dias, vai produzir energia sonora de valor equivalente à energia necessária para esquentar uma xícara de café. (isso mesmo, gente! Energia alternativa é a nova onda! Percam as suas vozes, mas tomem um cafezinho quente sem gastar gás! *-*)

✱Se você bater a cabeça na parede perde 150 calorias por hora (éééé! Pra que pagar academia se você pode morrer de tantas concussões? Morre magra, ué!)

✱Para o Papai Noel entregar presentes à todas as crianças cristãs do mundo, ele precisaria de um trenó de aproximadamente 354.000 toneladas de massa (contando os brinquedos, as mais de 210.000 renas voadoras que seriam precisas para exercer tal tarefa – eu ando confundindo renas com lhamas… Sempre falo errado. -.-‘ – e o próprio Papai Noel, que decididamente, não é leve.) Pra que desse tempo de cumprir tudo isso em uma noite, o Noel deveria viajar a uma velocidade superior à 1.000 km/s (mil quilômetros por SEGUNDOOOO! ‘O’). isso faria com que as lhamas renas (pelo menos as duas da frente) sofressem uma enorme resistência do ar e absorvessem uma energia de mais de 14,3 quintilhões de joules por segundo! Com essa quantidade absurda de energia térmica recebida, as lhamas (putz grilla. ¬¬°) renas queimariam e assim sucessivamente, até chegar a vez do bom velhinho! Conclusão: Papai Noel implora para que hajam mais renas (êêê! Acertei! 😀) ou menos crianças cristãs no mundo a cada Natal. 😉 (Acontece que houve um erro nessa teoria, porque eles esqueceram de contar a massa do duende que sempre vai junto pra ajudar o Papai Noel. Uhum, uhum. v.v)

Beijinhos,

Letii

Navegação de Posts

%d blogueiros gostam disto: